De extrema direita, conservador sem ser quadrado.
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Natural de Petrópolis-RJ
Eleitor de Jair Messias Bolsonaro.
Júlia Zanatta é extremamente bonita, de uma beleza autenticamente italiana, mas o que realmente nos encanta é que ela é a versão excepcionalmente conservadora de Giorgia Meloni. Dito isso, o número 1 está especialmente bem servido de vice. Estamos, melhor dizendo.
Até meados do século XX, o chapéu não era mero adereço de vaidade, mas insígnia inescapável da ordem civilizada. Cartola, fraque e sobrecasaca formavam o uniforme rígido das posses presidenciais, dos casamentos régios e das audiências diplomáticas; sem eles, o homem público sentia-se nu, como se lhe faltasse a própria gravidade. Winston Churchill brandia o Homburg ou o coco com a mesma autoridade com que empunhava o charuto; Franklin Roosevelt raramente se deixava fotografar ao ar livre sem o fedora inclinado, emblema de uma América que ainda sabia vestir o poder. Ditadores de variado calibre como Stalin com o seu boné militar, Mussolini de quepe, Castro de farda e boina, compreendiam que a cabeça descoberta é cabeça exposta, vulnerável à irreverência das massas.
No século XXI, porém, o espetáculo inverteu-se. O que outrora conferia distância, hierarquia e respeito tornou-se, para os líderes ocidentais, sinal de anacronismo suspeito. O poder, agora, disfarça-se de proximidade; o estadista aspira a parecer “um de nós”, de jeans e camiseta. Eis por que, na imagem que ora se comenta, a figura de Lula surge quase espectral: único de chapéu entre homens de cabeça nua, parece um personagem extraviado de 1890 que, por equívoco do destino ou da maquiagem, foi parar no meio de uma reunião do século XXI. Há nele algo de deslocado, de patético e de fantasmagórico, como se o passado, teimoso, insistisse em assombrar o presente.
Talvez por sentir, no fundo, o desconforto dessa intromissão temporal, o mandatário brasileiro entrega-se a excessos gestuais: bate palmas sozinho, acena para o vazio, ergue os dois polegares em aprovação universal, sem motivo aparente. Gestos que, em vez de autoridade, denunciam ansiedade.
O chapéu, que deveria emprestar-lhe gravitas, confere-lhe, ao contrário, um ar de gangster de segunda categoria, ou, pior, de palhaço que se fantasia de chefe. E quando o palhaço usa cartola, o circo fica à espera: cambalhotas, piruetas, mentiras grotescas contadas com solenidade, imitações de chimpanzé ou de foca treinada. O espetáculo está garantido.
Lula, em suma, não lê o relógio da História. Confunde a aura que o chapéu outrora emprestava, tipo elevação, superioridade, distância necessária ao exercício do mando, com o figurino exigido pelo tempo presente, onde o líder se esforça por parecer “gente como a gente”, e não “aquele ali, com cara de mafioso”. Triste destino para um país que já teve, de modo espontâneo e sem esforço de marketing, um líder simples na indumentária e nos costumes, porém dotado de uma gravidade natural, de uma honestidade que não precisava de disfarces nem de gestos exagerados para se fazer respeitar.
Triste, sim. Profundamente triste.
🚨 TERRORISMO DE ESQUERDA NO BRASIL🚨
Vereador Cabo Deyvison (PL), de 37 anos, e seu assessor Alyson Dyego de Oliveira Morais, também de 37 anos, foram baleados na noite de segunda-feira (15) durante uma live em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Alto de São Manoel, em Mossoró, no Rio Grande do Norte.
O assessor, que filmava a ação, chegou a ser socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
O parlamentar foi atingido nas pernas e recebeu os primeiros atendimentos na própria UPA antes de ser transferido para o Hospital Regional Tarcísio Maia.
O atentado contra o vereador de direita e seu assessor mostra que a esquerda está disposta a tudo para se manter no poder, inclusive usando de extrema violência contra a população.
Descarta rompimento? Até porque, esta batendo no Flávio mas quer os votos dos bolsonaristas porque seu partido não é nada.
Tá afundando o partido. Parabéns!
NÃO VOTEM NO NOVO