Trabalho absurdo e espetacular do @canaldofrossard! Jornalismo com J maiúsculo.
Assisti a entrevista e pra ser sincero não acho que o business model proposto por ele daria certo pelo motivo de “pouca farinha meu pirão primeiro”.
Os clubes do mesmo ecossistema brigariam por recursos entre si tal qual qualquer conglomerado MCO (multi club ownership).
Na hora do aperto e de recursos escassos, todos clubes iam querer novos jogadores como prioridade e sanar seus problemas. Cada clube ignoraria o máximo global da nova empresa formada. As ações oscilariam o tempo todo virando material especulativo na bolsa de valores.
Não ficou claro (pra mim) se realmente ele levantou recursos suficientes pra comprar o clube.
Peter grieve pode até achar o Galo atual “mais interessante que nunca” e “estável”. Mas infelizmente quem estuda o balanço do clube percebe outra realidade, tanto que o valuation do Galo foi detonado.
Estão desde 2022 procurando investidor e o único que acharam foi o Vorcaro. Nem o FIGA atingiu a cota.
Me incomodou a interpretação de que estavam todos do mesmo lado, 4Rs, Associação, investidores e Ernest Young. Nessa o Galo saiu perdendo pelo conflito de interesses.
Mas a frase mais importante da entrevista está no print abaixo.
E achavam que ele não existia…
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A cena de Danton Mello interpretando o escritor Roberto Drummond no meio da Massa para um Galo x Santos na minissérie Hilda Furacão.
Mineiro de Passos, Danton completa 51 anos hoje e viveu o atleticano na produção baseada no livro do jornalista e escritor alvinegro.
📹 TV Globo
O que muda na prática: juiz condenado por falta funcional grave não será mais afastado do cargo com recebimento de aposentadoria proporcional. Agora, após a condenação disciplinar, o caso deverá ser encaminhado à AGU, que deverá propor ação judicial para a perda do cargo. Isso acontece porque juízes possuem vitaliciedade. Essa garantia impede que o magistrado perca o cargo por simples decisão administrativa. A perda definitiva do cargo depende de decisão judicial transitada em julgado. Antes, a punição máxima podia resultar em aposentadoria remunerada, paga com dinheiro público. Agora, nos casos graves, o caminho passa a ser a perda do cargo, respeitado o devido processo legal. As garantias da magistratura existem para proteger a função jurisdicional e a imparcialidade do juiz, não para transformar punição disciplinar em benefício previdenciário.
Em 2032 todos os ex-jogadores do Brasil já terão suas TVs pra captar dinheiro de patrocinio de bet e quem quiser assistir o Campeonato Tocantinense terá que virar membro da Fabio Simplicio TV
Com a não-convocação de João Gomes, o Brasil vai aos Estados Unidos sem nenhum jogador com nome de cantor popular - o que foi fundamental nos nossos cinco títulos
1958 - Vavá
1962 - Vavá
1970 - Roberto Miranda
1994 - Bebeto e Leonardo
2002 - Roberto Carlos
Antigamente, mesmo q não fosse cumprir, político fazia promessa em favor dos pobres para ganhar votos. Hj fazem promessa para lascar pobre e ganham votos assim mesmo! 😬
Sobre a sabatina de ontem, tenho só uma observação.
Impressiona a compulsão masculina pelo tema aborto, ao mesmo tempo em que grande parte das milhares de ações de alimentos que tramitam no Judiciário são contra homens que sequer sustentam seus filhos.
É ato ilícito sim. É preciso manter o equilíbrio entre a liberdade religiosa positiva (direito de ter e expressar uma fé) e a liberdade religiosa negativa (direito de não ter religião ou de não ser submetido a manifestações religiosas indesejadas). A pregação invasiva em locais de acesso público pode ser considerada abuso de direito. O direito ao sossego e à privacidade dos passageiros prevalece sobre o desejo do pregador de se manifestar. Fundamentos: Constituição Federal (art. 5º, X): protege a intimidade e a vida privada; Código Civil (art. 187): define o abuso de direito (quando alguém exerce um direito, como o de falar, mas excede os limites da boa-fé ou dos bons costumes). Lei de Contravenções Penais (art. 42): perturbação do trabalho ou do sossego alheio.
O que ainda pode ser tirado do Atlético?
O Clube Atlético Mineiro oficializou sua transformação em Sociedade Anônima do Futebol (SAF) em 1º de Novembro de 2023. Em tese, um projeto diferente das outras SAFs: feito por atleticanos, o que aproximaria a torcida, traria identidade e maior conexão com o clube.
No início, falava-se em um Atlético protagonista, com elenco forte, grandes investimentos (“4 Hulks”), pagamento de dívidas e transparência com a torcida.
Na prática, porém, o cenário desde 2023 é de preocupação.
O Atlético vive um aumento de dívidas, trocas constantes de treinadores, exposição dos donos e acionistas no cenário nacional e internacional, distanciamento entre clube e torcida, ausência de posicionamentos por parte dos principais acionistas, enquanto parte da imprensa e da própria torcida organizada não exerce, de forma consistente, a cobrança pública sobre a gestão.
Apesar dos vices na Copa do Brasil, Libertadores e Sul-Americana em 2024 e 2025, os anos não foram positivos.
O Atlético vive um período de instabilidade, com jogadores relatando atrasos salariais e dirigentes de outros clubes expondo a falta de compromisso do clube no pagamento de contratações.
A categoria feminina foi rebaixada em 2024, a categoria sub-20 sofreu rebaixamento no ano seguinte, e as temporadas terminaram com o elenco principal lutando contra a queda, novamente acompanhada de promessas de um “2026 diferente”.
A Arena MRV, que deveria ser um espaço de aproximação e sinergia entre clube e torcida, se tornou um ambiente apático e frio.
Além disso, há relatos de episódios de agressões envolvendo seguranças e torcedores, incluindo situações de impedimento a manifestações e protestos direcionados ao elenco e à gestão.
Nesse cenário, um dos poucos pontos de identificação dentro do elenco caminha para um desfecho melancólico, que simboliza essa gestão: Hulk, considerado por muitos o maior ídolo recente do Atlético, está próximo de deixar o clube. Mesmo sem viver sua melhor condição física, em parte pela idade, sua possível saída, pelas portas dos fundos e para um clube brasileiro, reforça a percepção de uma gestão desqualificada, trivial e inapta.
Em meio a crises, rebaixamentos e reestruturações, a torcida do Atlético historicamente manteve sua presença e foi reconhecida entre as mais apaixonadas do país.
Ainda assim, o cenário atual levanta uma dúvida incômoda: o que ainda pode ser perdido, quando o atleticano já teve arrancada a sua alma?
✍🏽 @larimdsn