@fgeraldess Exactamente, não há Estados bons. Todos tendem para o totalitarismo, normalmente por adesão a interesses.
Ou há sociedade civil forte e activa,;
Ou há sempre desvio para o totalitarismo.
A maioria dos eurodeputados que participaram na votação desta quinta-feira votou para rejeitar a posição do Conselho. No entanto, a votação que se realizou através de um procedimento de urgência e na última sessão plenária antes da interrupção de verão, exigia a maioria absoluta dos eurodeputados em funções para rejeitar a posição do Conselho. A maioria dos eurodeputados portugueses votou contra a rejeição da posição do Conselho, nomeadamente todos os deputados do PSD e a maioria dos do PS (seis em oito). O Parlamento aprovou igualmente uma alteração relevante ao texto: a exclusão das comunicações com encriptação ponta a ponta do âmbito do regulamento.
Estes são os eurodeputados portugueses que votaram a favor do Chat Control:
PSD/AD: Sebastião Bugalho, Paulo Cunha, Paulo do Nascimento Cabral, Hélder Sousa Silva, Sérgio Humberto, Ana Miguel Pedro e Lídia Pereira.
PS: Marta Temido, Ana Catarina Mendes, André Franqueira Rodrigues, Sérgio Gonçalves e Carla Tavares.
Fixem bem estes nomes e estes rostos.
São os traidores que abriram a porta à vigilância em massa das nossas vidas.
A liberdade de todos nós acabou de ser vendida por eles.
@catarina_mart Então, a UE viola, expressamente, o artigo 12 da Declaração Universal dos Direitos Humanos?
O Chat Control, nos seus termos, é completamente ilícito. Mesmo assumindo forma "legal".
@Malaghetto74 Chumbou, e bem.
Tem de poder existir contraditório, senão é uma acusação digna de um Estado totalitário.
Ora bem, não é que o Estado já não o seja... Com o alto apoio da UE.
This is Roberta Metsola, the sneaky President of the EU Parliament.
She is responsible for the shenanigans surrounding the 3rd vote on the exception clause for chat control.
She broke several EU rules, like “there must not be an emergency vote on an issue that is being voted on the second or third time.”
Setting the vote on the day when most MEPs return home is another level of trickery.
She lines up alongside Mrs Leyen and Kallas in the phalanx of Europe's destroyers.