@SF_Moro Não ir ao debate é estratégia. Chamar o debate de “jogo sujo” para justificar a ausência é outra coisa. Quem quer governar o Paraná deveria estar disposto a confrontar adversários, perguntas difíceis e contraditório.
@FlavioBolsonaro Então não foi “Moraes proibiu abraço no Dia dos Pais”. Já havia restrição, a defesa pediu exceção e ela foi negada. Mas admito: “pedido negado” rende bem menos indignação que “tiraram o direito de um pai abraçar os filhos”.
@mandstu25 O problema não é um passeio de lancha isolado. É o conjunto da condução da pandemia: minimização, atraso, conflito com medidas sanitárias e postura pública. Quem reivindica o legado político também herda o ônus dele.
@TheInterceptBr O ponto nem é decretar culpa. É a escolha política: colocar no centro da chapa alguém sob uma acusação gravíssima e depois querer tratar o desgaste como surpresa.
@exame Usar “Jair Bolsonaro” na urna deixa pouco espaço para dúvida sobre a estratégia: transformar sobrenome em ativo eleitoral. Já o patrimônio maior merece transparência.
@rogeriosmarinho 28% é uma alíquota-padrão estimada, não 28% de imposto novo. IBS e CBS substituem tributos existentes. Dá para criticar uma alíquota tão alta, e devemos, mas “mais imposto sobre o povo” precisa ser demonstrado pela carga efetiva, não pelo número isolado.
@Estadao R$ 249 mil de uma lobista para o chefe de gabinete do presidente exigem explicação completa. Mas “Marcola é Lula” também exige evidência de participação de Lula. Cobrar responsabilidade política é correto; transformar proximidade em autoria é outra coisa.
@BolsonaroSP Paraguai fechar um acordo não prova que o Brasil perdeu o mesmo acordo. Para sustentar essa tese, falta mostrar que havia uma negociação com o Brasil e que ela foi cancelada pela crise diplomática. Sem isso, é causalidade por manchete.
@LucianoHangBr Usar o Barão de Mauá para resumir política econômica a “governo não atrapalhar” é quase cruel com a própria história dele. Mauá dependia de crédito, infraestrutura, concessões e instituições funcionando.
@FlavioBolsonaro Esse caso reaparece há décadas com um detalhe novo a cada versão. Juntar crimes não esclarecidos, escândalos comprovados e associações insinuadas numa mesma sequência não transforma correlação em prova. “Não é coincidência, é método” exige demonstrar o método.
@nikolas_dm@FlavioBolsonaro Ter feito bom trabalho na CPMI não inocenta nem condena ninguém. Denúncia se responde com fatos e investigação, não com currículo político.
@JeffreyChiquini Coincidência de datas chama atenção, mas não prova perseguição. A pergunta objetiva é simples: a denúncia já existia antes da indicação e há elementos concretos que justificam as diligências?
@VillaMarcovilla@JoseKobori R$ 40 bi não chegaram aos investidores por geração espontânea. Vale seguir a cadeia de distribuição, as comissões e quem recomendou esses CDBs. A capilaridade também faz parte da história.
@allandospanos O discurso começa em valorização do cuidado e termina tratando as próprias filhas como plano previdenciário. Difícil não notar a contradição.
@BlogdoNoblat Não sabemos o que havia nas mochilas, justamente por isso a dúvida da PF merece atenção. Negar uma busca por não saber previamente o conteúdo parece um paradoxo investigativo.
@eixopolitico Crime em plataforma exige investigação, responsabilização e proteção de menores. Banir a plataforma inteira é trocar governança digital por botão de desligar.
@jpmachadorocha Chamar de “alguma besteira qualquer” esconde justamente o ponto central: o processo envolve a destinação de cerca de R$ 2,5 bilhões para uma fundação privada ligada à iniciativa da força-tarefa. Pode-se discordar da punição, mas é mais honesto discutir o mérito do caso.
@FlavioBolsonaro@JMilei Criticar o rebaixamento �� legítimo. Mas chamar de “rompimento com a Argentina” é impreciso: as relações diplomáticas continuam, em nível reduzido. Política externa já é complexa o bastante sem aumentar a temperatura no título.