☢️ Reflexão da Cooperativa: Espanha arde. França arde. Olhamos para o calendário e sabemos que, mais cedo ou mais tarde, chegará a nossa( 🇵🇹) vez.
E perante isto, é inevitável perguntar aos grandes sacerdotes da emergência climática, o que é que vocês, seus merd@sos, fizeram?🥸
Não o que disseram. Não as conferências a que foram. Não os compromissos que assinaram, as fotografias com árvores em pano de fundo, os copos de papel, as palhinhas de cartão ou as tampinhas presas às garrafas. O que fizeram para preparar os nossos países para aquilo que juram, há décadas, ser inevitável?
F@da-se, nada, seus c@brões.
Ou muito perto disso.
Passámos anos a ouvir que tínhamos de travar as alterações climáticas. Travá-las. Como se Portugal, Espanha e França, de mãos dadas e com dois pauzinhos biodegradáveis, fossem conseguir regular o termóstato do planeta. Fecharam centrais, inventaram taxas, proibiram coisas, subsidiaram outras, criaram mercados de licenças, consultoras, observatórios, comissões, institutos, cimeiras e uma indústria inteira de gente muito preocupada, desde que a preocupação venha com budget para vocês pagarem as contas no final do mês. E já agora, também os luxos de que tanto gostam.
A causa tornou-se uma economia. Criou empregos, carreiras políticas, lobbies, fundos, seminários e aquela aristocracia moral que viaja pelo mundo de avião para nos explicar que devemos andar menos de carro.
Mas aquilo que realmente nos podia proteger ficou por fazer.
⚠️Limpar as matas não dá glamour. Criar descontinuidades florestais não dá fotografias bonitas. Recuperar caminhos, pontos de água, faixas de proteção, agricultura e pastoreio não gera hashtags. Comprar meios aéreos, formar bombeiros, ordenar o território, demolir construção clandestina em zonas de risco, fazer queimadas controladas e preparar evacuações não cabe no guião, pois não?
E, no entanto, era isso que interessava mesmo fazer.
Porque mesmo admitindo que amanhã toda a Europa deixava de emitir um único grama de carbono, os incêndios não desapareciam. As florestas continuavam carregadas de combustível, o interior continuava abandonado, as casas continuavam enfiadas no mato e os bombeiros continuavam a chegar onde a política nunca chegou.
➡️➡️A obsessão foi sempre salvar o planeta. Salvar pessoas, aldeias e cidades pareceu-lhes uma ambição demasiado modesta.⬅️⬅️
⚠️ Pedro Sánchez aparece, como sempre com ar de estadista consternado. Fala claro da emergência climática, da unidade, da solidariedade, da reconstrução e provavelmente de um grande pacto nacional. Depois das chamas, virão os discursos. Depois dos mortos, os minutos de silêncio. Depois das casas queimadas, os apoios extraordinários. Tudo extraordinário, menos a incompetência, que é perfeitamente regular.
Em França será igual. Em Portugal conhecemos a cerimónia de cor. O país arde, os governantes deslocam-se ao terreno, abraçam alguém diante das câmaras, anunciam uma comissão e juram que desta vez serão retiradas todas as consequências, ou seja, nenhumas.
E é esta a grande hipocrisia daqueles que mais gritaram que o clima estava a mudar, precisamente os que menos prepararam a sociedade para essa mudança. Se acreditavam mesmo no apocalipse que anunciavam, deveriam ter tratado a adaptação como uma prioridade nacional.
É muito mais fácil obrigar uma pessoa a beber por uma palhinha que se desfaz na boca.
⚠️A alteração climática explica o perigo crescente. Não explica a impreparação. ⚠️
Não vos chateio mais hoje. Já avisei demais da vossa paciência para ler.
Fui.
o dono da cooperativa
Uma ideia original de Daniel Gorjão, no âmbito da celebração dos 500 anos de Luís Vaz de Camões, que junta 10 singulares atrizes para dizerem na íntegra a obra Os Lusíadas.
📌 Os Lusíadas - Quinta (7), às 23h, na RTP2 e @rtppalco.
Pouco tempo depois da carta do Pedro Sanchez a ponderar demitir-se, com decisão a ser comunicada na próxima 2ª feira, a polícia manda evacuar a sede do PP em Madrid, por ameaça de bomba.
Está animado aqui ao lado 🇪🇸
O Marcelo em modo Totoloto. 1X2, mas ao contrário: não há como acertar.
Portugal, atuais e ex-governantes, relações familiares. Tudo corrido com a mesma falta de noção.
Vergonha alheia...
@govpt Quanto ao logotipo, decisão tomada. A fonte propriedade do Estado usada na comunicação do governo, "Portuguesa", ao contrário do logo, manter-se-á?
Se sim, em conjugação com o logo "recuperado"?
Reparei que na página do governo está a ser usado este esquema, sem a nova fonte:
🔴🔵 ENTREVISTA A RUI ROCHA:
ESTAMOS SEMPRE DO LADO QUE DEFENDE MAIS LIBERDADE
"Nós defendemos, sem reservas, o princípio da liberdade individual. É o princípio fundador da nossa proposta política. Assentamos toda a nossa visão política, social, económica, no princípio da liberdade individual. Na pandemia, por exemplo, a IL foi o único partido que nunca votou a favor de um Estado de emergência. Porque é que não o fez?
Porque entendeu que estávamos perante situações que abriam a porta ao abuso do Estado. Creio que esse abuso do Estado aconteceu em vários momentos da gestão da pandemia, com medidas que eram francamente excessivas, que violavam de forma desnecessária aquilo que era a liberdade individual.
Nós votámos sempre contra os Estados de emergência, ou melhor, nunca votámos a favor. Abstivemo-nos na primeira vez e, depois, tivemos uma posição contrária, enquanto o Chega, por exemplo, queria implementar confinamentos obrigatórios para doenças respiratórias. Estamos do outro lado desta visão do mundo que, em Portugal, pode ser corporizada por um Chega, com essa visão iliberal da sociedade.."
👉 Ler entrevista: https://t.co/4vVbDZxWej
QUERO FICAR!
A cada ano que passa a emigração parece tornar-se a tua única solução. Mas não tem de ser assim!
Vamos juntos construir um país para que possamos ficar.
Um Portugal para viver.
Um Portugal para trabalhar.
Um Portugal para prosperar.
#QueroFicar