Pernambucano com orgulho. Bacharel em Direito pela UFPE.
Mestre em Direito Desportivo pela PUC/SP.
Sport Club do Recife/Pittsburgh Steelers/Chicago Bulls.
@PDT_Nacional Conseguiram acabar com o PDT. Parabéns aos líderes do partido, ótimo trabalho em afundar uma sigla fundamental na luta trabalhista brasileira.
@AndreiKampff Andrei, simplesmente não há debate. É só ver o nível dos candidatos, nenhum tem o interesse em debater ideias, apenas de garantir curtidas da sua base. Quem perde é o povo brasileiro.
TODOS os deputados estaduais do RJ presos nos últimos anos por ligação com tráfico, milícia e crime organizado são bolsonaristas e fizeram campanha para Flávio Bolsonaro. TODOS!
Mas a direita diz que quem “defende bandido” é o PT por causa de um vídeo editado do Lula falando de alguém que rouba uma cervejinha.
Eles escondem os criminosos do próprio lado e inventam mentiras sobre os adversários.
O candidato do crime organizado é o Flávio Bolsonaro, e é impossível refutar esse fato com argumentos.
Tava em coma em 2022, paizão?
- mamadeira de p*roca
- a gente vai ter que comer carne de cachorro
- Brasil vai virar Venezuela
- Lula vai fechar igrejas
- CPX é organização criminosa
….
@rafaelkriek Caro Rafael, difícil ver algum ministro dessa composição seguindo piamente os ditames do processualismo. Infelizmente, a sociedade perdeu toda a fé no STF.
Aqui, um desenho.
Proibir as bets é mandar o dependente pra clandestinidade, sem assistência.
Desde a regulamentação, mais de 60 mil sites ilegais foram bloqueados.
Como? Com dinheiro das Bets legalizadas.
É desse dinheiro que vai a fiscalização, controle de apostas, recursos para cuidar da dependência.
Mesmo assim, quase metade das apostas ainda são em sites ilegais. Claro, a regulamentação entrou em vigor tem menos de dois anos.
O Brasil esperou 6 anos para regulamentar! Imagina o problema. O que não teve de Bet sem compromisso com nada, só lavagem de dinheiro num mercado liberado pra criminalidade.
Vale ver como o mundo age. Olhar exemplos, refletir e aprender.
O José Francisco Manssur , qua foi peça fundamental na regulamentação no Brasil, explica isso com precisão.
O assunto é sério e uma decisão simplista não vai resolver. Vai agravar.
Na @folha e , colher de chá, aqui!
O Brasil adora ser um país peculiar .
Legaliza uma atividade que traria um efeito colateral conhecido em 2018.
Espera seis anos pra regulamentar .
Em 2025 regulamenta e MENOS de dois anos depois, proíbe.
O tamanho do prejuízo, pelo que se fez antes ou agora é gigante.
Essa MP vai cair na Justiça e no Congresso e os problemas só irão aumentar.
Sou contra as bets por princípio, mas a favor da segurança jurídica e do respeito às garantias contratuais.
Quem vai querer investir um centavo em um país sabendo que um presidente desesperado, numa canetada, pode suspender toda a atividade de um setor legalizado, regulado e autorizado pelo próprio Estado?
Um dos efeitos que essa proibição repentina das bets pode causar é a insegurança jurídica, de modo que algumas casas de apostas consigam, via medida liminar do Judiciário, a autorização temporária para funcionar e outras não consigam, permanecendo proibidas de exercerem a atividade. Isso tem potencial para gerar um caos jurídico, com decisões conflitantes, e um sentimento de injustiça severa, pois situações semelhantes e equivalentes podem ter tratamentos distintos.
Ser contra ou a favor de Bet nem é o X da questão.
A questão é: o negócio foi legislado, regulamentado e sancionado. Proibir da noite pro dia na canetada, antes de uma eleição acirrada, rasga contratos e acaba com a credibilidade do país.
Daniela Lima fazendo trabalho de jornalismo ao vivo. Ela simplesmente conseguiu imagem do helicóptero que André Mendonça usou, cruzou a informação com o email do aeroporto, abriu a página da ANAC, jogou o código da aeronave, pegou o nome da empresa, procurou a razão social e mostrou ao vivo que era a Cedro, ligada ao Vorcaro
Na moral, ela fez ao vivo
Isso é jornalismo de extrema qualidade, mostrando o caminho de todas as fontes
Na cobertura do Caso Master, o maior escândalo financeiro do país, parte do jornalismo brasileiro repete os erros da Lava Jato e aposta tudo nos vazamentos seletivos.