Sim, querem me cassar.
Não há meias palavras. Posso perder o mandato e os direitos políticos por 8 anos.
Tudo, com base em uma mentira que já foi derrotada na justiça e classificada como uma perseguição política.
É isso que acontece com quem vai à luta pelos trabalhadores, pelas mulheres e pelas populações marginalizadas no Brasil.
Até meu patrimônio ser baixo virou um problema enquanto políticos da direita multiplicam seu dinheiro impunemente com patrocínio MASTER.
Mas eu não vou baixar a cabeça. Terão que aceitar a nossa presença nos espaços de poder. Pois eu sou só a primeira de muitas.
E, às figuras de esquerda que se somaram nessa campanha de ódio e perseguição, eu imagino que deve ser ruim não conseguir mobilizar bases e se sentir um figurante dentro do nosso espectro político, mas pior ainda é ser figurante de um movimento liderado pela direita.
Erika Hilton DETONA deputado bolsonarista André Fernandes:
"Humilhante é se tornar deputado ensinando depilação íntima na internet. Viva a classe trabalhadora brasileira e o presidente Lula!"
A Comissão da Mulher não pode ser refém de manipulações e agendas que ignoram a vida real das brasileiras.
Enquanto eles querem retroceder nossos direitos, de todas as mulheres, nós estamos falando de combate feminicídio e à misoginia, de saúde integral e de desigualdade salarial.
Queremos discutir, votar e aprovar medidas concretas para proteger as mulheres. Nossa voz incomoda porque desmascara a hipocrisia: a extrema direita não defende "as mulheres", defende um modelo de submissão que não nos cabe mais, um projeto que não nos representa e que definitivamente eu não irei representar.
Ocupar este espaço é politizar a dor para superá-la, transformá-la em direitos. Sou parlamentar e presidenta da Comissão das Mulheres da Câmara para enfrentar os retrocessos de frente.
Quem acha que a nossa pauta é "específica" demais, ou nos acusa de "divisionista", ainda não entendeu que a libertação de mulheres pretas, indígenas, trans, com deficiência é a bússola para a libertação de todas nós.
Não viemos pedir licença, viemos legislar para o mundo como ele é, e não como o fundamentalismo gostaria que fosse.
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Suspeita foi detida e liberada diante da possibilidade de legítima defesa. A mulher relatou que foi agredida pelo companheiro em via pública
🤳 Reprodução/Redes sociais
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