Votação do fim da escala 6x1: tem que ter cautela
Votação dos pisos salariais: tem que ter cautela
Votação pra obrigar criança a ser mãe: menos de 2 minutos
Essa é a cara do Senado de Davi Alcolumbre. Nenhum respeito com a população.
"É inacreditável que isso esteja recebendo tão pouca atenção. O Prêmio Europeu de Imprensa deste ano foi concedido a uma reportagem investigativa do jornal holandês De Volkskrant. Intitulada "O que as feridas revelam", a matéria documenta os casos de 114 crianças em Gaza, menores de 15 anos, atingidas por um único tiro na cabeça ou no peito. Quase todas morreram ou ficaram gravemente incapacitadas. Os jornalistas optaram por documentar apenas os casos de meninos e meninas menores de 15 anos (muitas vezes bem mais jovens: com 3, 4 ou 7 anos), pois são crianças que podem ser imediatamente identificadas como tal. "Um único tiro nessas partes do corpo é uma clara indicação de que essas crianças foram alvos deliberados", escrevem os jornalistas.
Artigo no link abaixo...
O povo Pataxó habita Aldeia Velha desde 1534. Lula homologou a terra em 2024.
Um juiz deu 60 dias pra 2 mil indígenas saírem, usando o Marco Temporal. Em favor de uma empresa irregular na Receita Federal.
80% da Mata Atlântica preservada nesse território tem nome: povo Pataxó.
O LASInTec-Unifesp faz um convite público para toda a comunidade universitária, colegas estudantes, pesquisadores e docentes de outras instituições e interessados em geral, a comparecerem ao Colóquio LASInTec-Unifesp, realizado em 16, 17 e 18 de junho.
Segue o 🧶
Flavio não pediu a inclusão das milícias como terroristas, porque pela lei americana cooperar com milícias passaria a ser punido lá, e não caberia bem se Trump descobrisse que Flavio já condecorou miliciano na Alerj e empregou família de miliciano em seu gabinete.
INIMIGOS DO POVO! Anote o nome, partido e estado dos 22 deputados que votaram contra o fim da escala 6x1 e foram derrotados:
Kim Kataguiri (Missão - SP)
Ricardo Salles (Novo - SP)
Julia Zanatta (PL - SC)
Rosângela Moro (PL - SP)
Adriana Ventura (Novo - SP)
Bibo Nunes (PL-RS)
Carlos Chiodini (MDB-SC)
Caroline De Toni (PL-SC)
Daniel Freitas (PL-SC)
Daniela Reinehr (PL-SC)
Fabio Schiochet (União-SC)
Fausto Pinato (Uniao-SP)
Gilson Marques (Novo-SC)
Lucas Redecker (PSD-RS)
Marcel van Hattem (Novo-RS)
Maurício Marcon (PL-RS)
Nicoletti (PL-RR)
Paulo Marinho (PL-MA)
Pezenti (MDB-SC)
Ricardo Guidi (PL-SC)
Sérgio Turra (PP-RS)
Ze Trovao (PL-SC)
BORA LÁ?
Esses são os Senadores que assinaram a PEC das “horas flexíveis”, que vai atrapalhar o andamento do fim da escala 6x1 e, na prática, deixas as relações trabalhistas a cargo da negociação com o patrão!
COBREM MUITO! Veja quem do seu estado não está do seu lado:
☢️ ATENÇÃO RIO DE JANEIRO
Esses são os Deputados Federais do seu estado que querem te ver mais 10 anos na escala 6x1:
Dr Flávio (PL/RJ)
Chris Tonietto (PL/RJ)
Julio Lopes (PP/RJ)
Luiz Lima (NOVO/RJ)
Carlos Jordy (PL/RJ)
Hugo Leal (PSD/RJ)
Sóstenes Cavalcante (PL/RJ)
Laura Carneiro (PSD/RJ)
Max Lemos (PDT/RJ)
Murillo Gouvea (PSDB/RJ)
Luciano Vieira (PSDB/RJ)
Bebeto (PP/RJ)
Jorge Braz (Republicanos/RJ)
Daniela do Waguinho (Republicanos/RJ)
Doutor Luizinho (PP/RJ)
Já sabem quem demitir em outubro, né?
🚨 URGENTE! ATAQUE AOS TRABALHADORES!
176 deputados da direita acabam de apresentar uma proposta que IMPEDE o fim da escala 6x1 até 2036.
Além disso, essa proposta cria jornadas de trabalho de até 52 HORAS SEMANAIS.
Os deputados de São Paulo que assinaram a proposta foram 👇🏽
- Pr. Marco Feliciano, PL
- Delegado Paulo Bilynskyj, PL
- Missionário José Olimpio, PL
- Vinicius Carvalho, PL
- Mario Frias, PL
- Rosangela Moro, PL
- Jefferson Campos, PL
- Luiz Philippe de Orleans e Bragança, PL
- Adilson Barroso, PL
- Adriana Ventura, NOVO
- Ricardo Salles, NOVO
- Marangoni, PODEMOS
- Renata Abreu, PODEMOS
- Simone Marquetto, PP
- Mauricio Neves, PP
- Vitor Lippi, PSD
- Celso Russomanno, REPUBLICANOS
- Arnaldo Jardim, CIDADANIA
- Baleia Rossi, MDB
Laudelina de Campos Mello, pioneira na luta pelos direitos das trabalhadoras domésticas, é tema de exposição no IMS Paulista. A mostra reúne cerca de 160 itens e obras contemporâneas sobre sua trajetória e impacto social.
“Dignidade e luta” fica em cartaz de 16 de maio a 22 de novembro, com entrada gratuita, de terça a domingo, das 10h às 20h.
Muita camada pra um vídeo só. Elis interpretando "Aprendendo A Jogar", no especial de Gal Costa, com um groove, swing, graves e agudos difíceis! Gal Costa assistindo sentada encantada, animada. Elis curtindo. Ao vivo. AO VIVO! Eu sinto saudades das magnatas do som. Elis e Gal 🌠
Israel bombardeou Beirute 4 vezes hoje. Um dos ataques foi perto do hospital de Haret Hreik, subúrbio sul da capital libanesa. Já são 1.368 mortos e 4.138 feridos segundo o Ministério da Saúde. Mais de 300 mil crianças já sofreram deslocamento forçado de acordo com a UNICEF.
📍 Veja o que nosso diretor executivo Fransérgio Goulart falou sobre o Acorda MP, a crítica ao não controle externo da atividade policial pelos Ministérios Públicos e a garantia da memória do 31 de março - lembrando o Golpe Empresarial-Militar e a Chacina da Baixada
#acordaMP
Polícia israelense ataca idosa judia que protestava contra aprovação de lei de pena de morte para reféns palestinos sequestrados por "israel" hoje em Jerusalém.
Na data de hoje, falo de uma das maiores atrocidades da história do Brasil. E ela não aconteceu durante a ditadura, mas em plena “democracia”.
O ano era 2005. Policiais militares da Baixada Fluminense estavam incomodados com o endurecimento do combate à corrupção dentro dos batalhões da região. O novo comando havia começado a enfrentar esquemas ilegais historicamente enraizados, como extorsões, grupos de extermínio e outras práticas criminosas.
No dia anterior à chacina, numa tentativa de criar pânico e desestabilizar o comando que combatia esses esquemas, policiais arrancaram a cabeça de uma pessoa e a jogaram dentro do batalhão de Duque de Caxias. A brutalidade tinha um objetivo claro: causar comoção, pressionar o comando e interromper o enfrentamento à corrupção. Mas não surtiu o efeito esperado.
Na noite de 31 de março de 2005, cinco policiais militares à paisana se reuniram em um bar, no centro de Nova Iguaçu. Revoltados com a continuidade do combate à corrupção e a perda de privilégios, decidiram promover uma vingança. A ideia era causar o máximo de caos possível para desestabilizar o comando e forçar a volta dos antigos esquemas.
Quatro dos cinco PMs saíram do bar em um Gol e começaram a atirar aleatoriamente pelas ruas de Nova Iguaçu. Pessoas voltando do trabalho, conversando na calçada, esperando ônibus. Não importava quem fosse. Foram 17 pessoas executadas.
Em seguida, seguiram para Queimados, município vizinho, e repetiram a mesma estratégia. Mais 12 pessoas foram assassinadas. Ao todo, 29 mortos.
Esse episódio ficou conhecido como Chacina da Baixada, a maior chacina da história do Rio de Janeiro.
O Ministério Público denunciou 11 policiais militares. Seis foram pronunciados para júri popular e cinco acabaram liberados por falta de provas. Um dos denunciados, o PM Gilmar da Silva Simão, que tentava fechar um acordo de delação premiada, foi executado com 15 tiros minutos após prestar depoimento.
Os cinco condenados cumpriram pena no BEP, conhecido como “batalhão das festinhas”, devido aos privilégios e regalias concedidos a policiais presos.
Essa foi a maior chacina da história do Rio de Janeiro, até a de outubro de 2025 no Complexo da Penha. Não foi cometida por “bandidos”, mas por agentes do Estado que assassinaram 29 pessoas inocentes para manter esquemas de corrupção dentro da própria polícia.
Como acontece frequentemente, começaram a circular boatos de que as vítimas tinham envolvimento com crimes. Além da dor da perda, familiares tiveram que enfrentar a difamação da memória de seus entes queridos. E, como sempre, organizações de Direitos Humanos que denunciaram o massacre foram acusadas de “defender bandidos”.
Lembrar é resistir.