A televisão aberta entra na casa de milhões de famílias e não pode continuar dando palco ao preconceito e chamando isso de entretenimento.
Racismo recreativo, machismo recreativo, homofobia recreativa, mudam-se o alvo, mas o mecanismo é o mesmo, transformar a humilhação de alguém em diversão para os outros.
Quando isso se repete, já não cabe tratar como uma simples fala infeliz. A mídia precisa ajudar a sociedade a avançar, não autorizar que ela retroceda.