Para o observador: mais importante do que aquilo que você faz é o tipo de pessoa em que você se transforma ao fazer. Porque mais importante do que o lugar onde a gente chega é o jeito como a gente vai.
Você para de procurar, e encontra.
Você para de se encaixar, e atrai.
Você para de precisar, e tudo chega.
Você se desapega, e seus sonhos se apegam.
Você descansa, e a inspiração te encontra.
Você para de forçar, e o que é seu vira seu.
Você fica sozinho, e se descobre.
Nunca tivemos tantas possibilidades e nunca estivemos tão cansados. O excesso de “poder fazer” nos ensinou a transformar pressão em identidade. Talvez a revolução não esteja em produzir mais, mas em reaprender a contemplar?_
O que te faz pensar que você faria melhor em condições melhores, se não faz o seu melhor nas condições que tem hoje? Se você é infeliz nessa realidade, se é incapaz de ser feliz com o que tem agora, também seria infeliz em qualquer realidade diferente dessa. Feliz Ano Novo_
A felicidade não está nas opções, mas na capacidade de contemplá-las.
Cultura é o que acende significado na vida. Sem repertório, tudo é só opção, e excesso de opção é ansiedade disfarçada. No fim, quem entende um Fusca é mais feliz que quem dirige uma Porsche sem entender nada.