Olha, ninguém sabe se a virada é possível, mas as múltiplas manifestações, e cidades grandes e pequenas, em vários pontos do Brasil, é um fato político difícil de ignorar.
Eu fui às ruas pelo impeachment de Dilma em 2016 e pela prisão de Lula em 2017.
Enfrentei a esquerda nas universidades enquanto chamavam o teto de gastos de PEC do Fim do Mundo.
Vestir vermelho? Só se for a camisa do meu Mengão.
Eu defendo o liberalismo. Livre mercado. Baixos impostos. Privatizações, em boa medida. Dinheiro no bolso do cidadão.
E por isso, vou votar em Lula pra presidente. Vamos aos fatos:
Foi o trabalho de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin que viabilizou o histórico acordo Mercosul-União Europeia, um marco do multilateralismo que vai trazer benefícios pra 31 países, criando uma das maiores zonas de livre comércio do mundo.
Foi o trabalho de Lula e do ministro Fernando Haddad que permitiu o fim do imposto de renda pra quem ganha até 5 mil reais por mês. Cobra-se mais dos mais ricos, cobra-se menos dos mais pobres. Como tem que ser. São 10 milhões de brasileiros com mais dinheiro no bolso.
Foi o trabalho de Lula e do ministro Renan Filho que resultou no maior ciclo de concessões à iniciativa privada da história do país. Com 50 leilões de rodovias, portos e aeroportos, Lula 3 superou os governos Bolsonaro e FHC.
Foi o trabalho de Lula e do ministro Camilo Santana que deu vida ao Pé-de-Meia, projeto da deputada Tabata Amaral, que colocou dinheiro no bolso do estudante pra ele investir no próprio futuro, criando igualdade de oportunidades e autonomia financeira.
Isso tudo sem contar a menor inflação em um governo desde a redemocratização, o desemprego na mínima histórica, o crescimento constante do PIB e a redução da taxa de juros desde o início do ano.
O Brasil não quebrou. Não viramos uma Venezuela. Não teve "kit gay" nas escolas. O Boulos não invadiu sua casa. O comunismo não dominou sua igreja. A vida seguiu.
Eu não virei petista. Não abandonei minhas convicções e continuo extremamente crítico ao PT. Mas voto não é casamento e eleição não é teste de fidelidade.
Argumentos não faltam. Tolerar mais 4 anos de Lula pode ser duro, mas basta relembrar o que foi o governo Bolsonaro pra concluir que 4 anos de Flávio pode ser ainda pior.
Dia 25, vote 13.
@ptbrasil@xicosa A campanha tem recurso pra contratar uma equipe de social media, criar comunidades de edit, chamem alguém para coordenar essa bagaça, se reunam com os eleitos da esquerda bons de rede, larga o pedestal da arrogancia
@tropicalcamatte Ta vendo. Você faz isso sempre. Você esconde sua incapacidade de compreensão com discordâncias frívolas. Não é caso de estudo. É de terapia.
@vanessa_pirees@acarolinatostes Se você gosta da chapa inteira do PSOL de um voto em um candidato do PSOL. O voto individual soma para toda a chapa. Se votar na Tariana Roque vai tar fortalecendo uma legenda que provavelmente tem candidatos que você não se identifica
@tropicalcamatte Mas aí é você que ta propondo uma lógica específica. Criou a regra para que o discurso se torne incoerente. Pelos sus tweets você parece fazer isso o tempo todo. Tem alguma necessidade de se sentir inteligente escondendo a propria ignorância c palavras bonitas e polêmica vazia
@tropicalcamatte Exatamente. Voce esta confirmando meu ponto. Não é golpe, é entrega do poder via voto ao estaods unidos sobre o comando nacional de um miliciano com direito a indicar ao STF 4 novos juízes. É a consolidação da entrega do poder brasileiro aos interesses dos EUA. É pior que golpe
@tropicalcamatte Por desgaste institucional eu me refiro tanto as relações internacionais do EUA, o congresso e justiça americana quanto as instituições brasileiras, imprensa, judiciário etc.
@tropicalcamatte Acho que você ta fazendo força para não entender. Mas explico: o poder para se consolidar precisa de duas frentes: força e consenso. Com a vitória eleitoral os EUA "assumem " sem precisar dar um tiro, sem o desgasto do consenso por conta do uso da força.