2/2 (...) após fugir com um Nieuport-Delage NiD-72 matrícula K-423, com intenção de aderir à Revolução. O capitão foi responsável por diversas missões bem-sucedidas, como o abate de vários aviões do Exército Federal em terra ou em pleno voo. Foto e info de A Gazeta, 30 ago 1932.
1/2 Em 30 de agosto de 1932 o capitão Aderbal da Costa Oliveira (subcomte do 1º Grupo de Aviação de Caça Constitucionalista, os "Gaviões de Penacho") parlamenta com jornalista no aeródromo Campo de Marte, na capital paulista, instantes depois de sua chegada do Rio de Janeiro(...)
Combatentes paulistas do 1º B.C.R. (1º Batalhão de Caçadores da Reserva) em Guaratinguetá/SP, na Revolução de 1932. Eram comandados pelo cap Armando Guadalupe. Combateram em Piquete, Queluz, Guaratinguetá e Lagoinha. Parte deles eram acadêmicos de medicina na capital paulista.
*Comandava aquele subsetor do conflito o capitão João Quadros, e o batalhão era comandado pelo capitão Romeu do Amaral Gurgel. A imagem é do Museu Municipal de Franca.
Combatentes paulistas do Batalhão de Caçadores de Franca na Ponte do Jaguara, entre os municípios de Rifaina/SP e Sacramento/MG, em 2 ago 1932, na Revolução Constitucionalista. Na época, o local era território do município de Franca/SP. A ponte hoje está completamente abandonada.
3/3 Em ago 1932 sofreu cirurgia no nariz, que o deixou fora das operações por vários dias.
Em nov 1929 saltou de paraquedas num evento que contou com a presença do Presidente Estadual de São Paulo Júlio Prestes, e num aparelho pilotado pelo famoso instrutor Horton Hoover.
1/3 Registro do 2º ten aviador João Sylvio Hoeltz, da Força Pública de S. Paulo, durante a Revolução de 1932. Segundo os jornais da época, ele era do Grupo Misto de Aviação Constitucionalista, comandado pelo major Ismael Guilherme Torres, com o subcomando do capitão João Negrão;
2/3 No início do levante, servia como sgto-ajudante e logo foi requisitado para a primeira esquadrilha paulista, tendo sido comissionado 2º ten aviador. Tomou parte em diversas missões de observação aérea no "Setor Sul" do conflito, mesmo à noite, com o único avião disponível;
Trincheira de combatentes do Destacamento do coronel José Joaquim de Andrade (1879-1940), em Silveiras/SP, durante a Revolução Constitucionalista. Data provável, agosto ou setembro de 1932. Imagem da página Tudo por S. Paulo 1932.
Acampamento de combatentes paulistas no município de Cunha/SP, no Bairro do Monjollo, durante a Revolução Constitucionalista de 1932. Imagem do acervo do Museu Paulista da Universidade de São Paulo.
Trincheira paulista em Lygiana, atual município de Campina do Monte Alegre/SP, na Revolução de 1932. Trata-se de tropas do destacamento do cel Christiano Klingelhoefer (1874-1948). Essa linha de trincheiras se situava próxima à margem do Rio Paranapanema.
Registro do 8º Batalhão de Caçadores da Reserva em Pinheiros (distrito de Lavrinhas/SP), no Vale do Paraíba, na Revolução de 1932. Foi comandado pelo major da Força Pública de S. Paulo Bernardo Spindola Mendes. Acervo histórico de A Tribuna e publicado em Memória Santista.
Imagem de tropas da infantaria paulista em ação, no subsetor de Silveiras/SP, em agosto de 1932. Essa região de combate da Revolução Constitucionalista era comandada pelo coronel José Joaquim de Andrade (1879-1940). Redação por Guardiões de 32.
Na imagem, um batalhão de voluntários de Pederneiras/SP (cidade do oeste paulista, vizinha de Bauru/SP) recém-chegados a capital, em 28 jul de 1932, ao lado da Estação da Luz. A imagem é do jornal Folha da Manhã de 29 jul 1932. Redação por Guardiões de 32.
Momento da chegada de tropas paulistas em Areias/SP, vindos de Lorena/SP, jul 1932, na Revolução Constitucionalista. No caminhão, a inscrição "Pindamonhangaba" na porta, ao que parece um Ford 1931, provavelmente lá requisitado pelas tropas. Imagem de Tudo por S. Paulo 1932.
(6/6) Os prédios e construções da fotografia seguem até hoje perfeitamente preservados, guardando essa preciosa memória. Imagem e informações publicadas em 1º ago 1932 nos jornais A Gazeta e O Estado de S. Paulo e em 4 ago 1932 no Correio de S. Paulo. Redação por Guardiões de 32.
(1/6) Em 31 jul 1932, combatentes da 1ª Cia (Sapadores) e da 4ª Cia do 1º Batalhão de Engenharia do M.M.D.C. após missa campal celebrada pelo padre Duesdedit de Araújo, no Parque Água Branca, na cidade de São Paulo, onde estavam acantonados recebendo adestramento e instruções.
(5/6) Contava com mais de 200 leitos, tendo sido sua estrutura erguida por meio de numerosas doações de equipamentos, como camas, roupas de cama e até Raio X e mesas de operações. Havia também alguns outros hospitais de campanha pela cidade, dedicados aos feridos nos combates.