Nesta terça-feira, o presidente Lula comandou a primeira reunião ministerial de 2026 e sinalizou o início extraoficial de sua candidatura à reeleição. No evento, ele anunciou que vai repetir nas urnas a dobradinha com Geraldo Alckmin, chapa que venceu a eleição de 2022.
Lula também anunciou a troca no comando de 14 ministérios, entre eles alguns do primeiro escalão no Executivo. Neste episódio, @NatuzaNery conversa com @guibalza, repórter de política da @GloboNews em Brasília, para explicar as mensagens por trás de cada uma das movimentações do governo nesta terça-feira. OUÇA ==> https://t.co/7pxCYNdNpM #g1 #oassunto
Quem está entusiasmado com o que aconteceu ontem, acredita que disso possa sair algum avanço democrático no Irã ou onde quer que seja está apenas torcendo ou está complementamente perdido.
É uma pá de cal ao que sobrava de direito internacional e multilateralismo. Agora qualquer chefe de potência militar pode se sentir no direito de eliminar um opositor em outro país num clique. Isso gera uma instabilidade sem precedentes. Inaugura uma era de pavor global.
Em 35 anos de estádio jamais vi uma goleada tão grande numa arquibancada como vi hoje.
Estádio meio a meio, numa cidade cuja maioria é flamenguista, o Corinthians jogou em casa.
A torcida ganhou esse jogo
A fiel é incomparável
O grande catalisador do que vimos hoje foi o consórcio centrão-bolsonarismo. A ampla rejeição às pautas desta coalizão. Os atos de hoje podem marcar o início de uma mudança na correlação de forças. A pressão sobre Motta e a cúpula do Congresso aumentou demais.
O monitor da USP apontou tamanho equivalente dos protestos de hoje e de 07/09 em SP e no RJ. A diferença é que hoje houve manifestações em todas as capitais do país, algumas gigantescas. Ou seja, a mobilização popular hoje foi muito maior do há 14 dias.
“O presidente Lula vai abrir o discurso (...) e tentar se apresentar como uma espécie de antagonista a Donald Trump, então vai usar no repertório do seu discurso a defesa da democracia, da soberania nacional, do multilateralismo contra a ideia de um ou outro país mandando no mundo. Ele vai defender a necessidade de combater o aquecimento global, vai criticar Israel pelos ataques à Gaza, enfim, tudo que se contrapõe de forma muito clara à agenda do Trump. Claro que o presidente Lula vai usar um tom bastante diplomático, mas tem esse contexto de se colocar como uma espécie de antagonista do Trump, (...) todo um posicionamento do Brasil que se contrapõe de forma frontal a tudo que o Trump defende”, diz @guibalza sobre o discurso de Lula na Assembleia-Geral da ONU, na terça-feira (23).
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