E para terminar o ano de 2024, felizmente o Japão denuncia e COMPROVA os danos dos lixos injetáveis. Parabéns, @IceSohei , pelo trabalho impecável. E que venha 2025 repleto de VERDADE e SAÚDE verdadeira.
➡️Uma cidade de 15 minutos.
Paris quer se tornar uma "cidade de 15 minutos", onde tudo é acessível a pé ou de bicicleta nesse tempo. O objetivo é organizar a cidade para que trabalho, escola, supermercado e outros serviços essenciais fiquem a poucos minutos de distância, com mais áreas verdes e menos carros.
Veja, no vídeo, a reportagem da @dw_brasil, parceira do Metrópoles.
MENTE, MENTE Y MENTE
Um compilado de todas as vezes que o @pedrorousseff, sobrinho da Dilma, MENTIU aqui no X e tomou checagem das notas da comunidade 🧵👇
Se você quer se tornar um ambientalista ano que vem, deixo esse manual:
Esqueça luta de classes, ninguém liga pra isso.
Foque em soluções ambientais locais e esqueça o global, como banimento de petróleo.
Não seja woke, pois se você for as pessoas vão querer distância de você.
The space industry was a fortress.
Dominated by giants like Boeing and Lockheed Martin.
Protected by government contracts.
Guarded by PhDs with decades of experience.
But Elon had a secret weapon:
A learning framework so powerful it would change everything.
💉 Dr. Mike Yeadon, ex-vice-presidente da Pfizer:
🛑 "[As 'vacinas' contra a Covid baseadas em mRNA] foram projetadas — intencionalmente — para prejudicar, mutilar e matar, e para reduzir a fertilidade humana." ⚠️
Se o jornalismo tupiniquim tivesse mais @lygia_maria e menos @DanielaLima_, o país estaria bem melhor. 👏👏👏👏
"O homo sapiens é, por natureza, um contador de histórias. Ao narrar experiências, organizando-as de forma sequencial e lógica, damos sentido à existência num mundo caótico e no geral amedrontador —não à toa, crianças se acalmam ao ouvirem histórias antes de dormir.
Na política, o termo narrativa se refere a um discurso desenvolvido para direcionar a percepção sobre eventos, ideologias ou líderes. É uma tática usada por militantes e governos que faz parte da disputa pelo poder. Mas não é papel do jornalismo criar narrativas ou embarcar nelas cegamente.
Nos últimos dias, porém, foi o que se viu. Parte da imprensa passou a explicar a alta do dólar como resultado de um ataque especulativo do mercado. Chegou-se ao paroxismo de culpar alguns memes sobre o presidente do Banco Central pelo fenômeno.
Moto-contínuo, o ministro da Secom de Lula, Paulo Pimenta, disse que uma operação criminosa da "indústria de fake news" fez o preço da moeda americana subir e a Advocacia Geral da União acionou a Polícia Federal para apurar possíveis infrações.
Assim, o governo passou de vilão a mocinho da história.
Ora, a gastança sob Lula é um fato constatável por números. E até um neófito em economia sabe que um rombo fiscal impacta a confiança de investidores, reduzindo a entrada de dólares no país, além de pressionar a inflação e aumentar a demanda pela moeda dos EUA como ativo de proteção. Resultado: alta do dólar.
Quando a imprensa se deixa levar pelas ondas de narrativas, derruba um de seus pilares: a checagem. Para atribuir causalidades, jornalistas têm o dever de se ater aos fatos e ao conhecimento científico e empírico já produzido sobre o tema que abordam.
A imprensa é fundamental para a democracia porque sua função não é defender governos ou partidos, mas escrutiná-los e fornecer informações baseadas em evidências para a população.
Quando desvirtua sua função, perde credibilidade, ganha a pecha de fake news e incita populismos que só pioram as condições materiais dos cidadãos e minam instituições democráticas. Jornalistas nunca devem esquecer que as histórias que contam podem afetar os rumos da história."
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