Hoje celebramos o Dia Nacional do Orgulho Gay. 🌈
Reafirmamos nosso respeito à diversidade e seguimos comprometidos com um ambiente mais inclusivo, acolhedor e igual para todos.
Isso é Corinthians, isso é o #TimeDoPovo. 🏴🏳️
#DiaNacionalDoOrgulhoGay#VaiCorinthians
Marina Silva conseguiu em 4 anos levar o desmatamento para o menor nível da história da Amazônia. Como?
Fiscalização remota com inteligência artificial, embargos em escala e restrição de crédito para infratores. Sufocou o crime.
Agora o Congresso quer proibir que ela continue.
Uma mulher trans, com a promessa de uma oportunidade de trabalho, de limpar a casa de um casal, foi vítima de uma emboscada em Ponta Porã, no MS.
Chegando lá, o casal e o próprio namorado da vítima começaram uma sessão de TORTURA contra ela. Marcaram uma suástica em seu braço.
Um casal, e o próprio namorado da vítima, a imobilizaram, cravaram uma faca em seu celular para que ela não pedisse socorro e a espancaram. Depois, o dono da casa pediu que sua esposa colocasse a faca no fogo.
Com essa faca, marcaram seu corpo com uma suástica. Um símbolo de ódio que demonstra a desumanidade dos agressores.
Ela então foi solta, sob ameaça: se denunciasse o crime, cortariam sua cabeça com uma foice.
A vítima voltou pra casa e decidiu denunciar tudo à polícia. Os vermes, sabendo que a crueldade que cometeram foi feita com ódio e raiva da mulher por ela ser quem é, uma mulher trans, não com planejamento e frieza, confessaram o crime.
E eu queria que essa história fosse apenas uma história de coragem, de uma mulher, uma pessoa trans, que confiou em seus direitos, superou o medo e denunciou seus torturadores.
Mas, na verdade, essa denúncia possivelmente só aconteceu por ser a única opção para a vítima.
Pois o "acordo" de que, se ela ficasse em silêncio, deixariam ela viver, foi feito por pessoas que a torturaram e, com ferro quente, queimaram uma suástica em seu braço.
Ela denunciou pois já estava marcada como um animal cujo único futuro é o abate.
E seus agressores acharam melhor confessar. Talvez, pela certeza da impunidade, porque acham que a justiça dos homens será mais complacente do que a justiça das ruas.
Pra essa gente odiosa, mesmo com tantos avanços que ocorreram no nosso judiciário, a condenação pelos seus atos ainda é uma possibilidade mínima.
E é esse o resultado da estrutura de ódio construída para torturar, silenciar e matar mulheres trans, mulheres negras, mulheres indígenas, mulheres mães, mulheres lésbicas, mulheres brancas, mulheres jovens, mulheres velhas e meninas.
Quantas de nós, após apanharmos, já não fomos marcadas com a promessa de que, se abríssemos a boca, a dor seria ainda maior?
Quantas de nós já não fomos eternamente marcadas pela violência de quem nos deseja e nos odeia?
Quantas de nós já não denunciamos, não por coragem, mas por ser a única opção frente a um mundo inteiro contra a gente?
Enquanto isso, parte do Brasil celebra a transfobia, a misoginia, a LGBTfobia e o ódio transmitido nas nossas telas e pelas bocas daqueles que deveriam trabalhar pela vida e dignidade de todas as pessoas.
A corda está estourando. E ela pode até estourar pro lado mais fraco, o nosso lado. Mas faremos com que ela ricocheteie em nossos agressores e lhes corte como a foice que eles mesmos dizem brandir.
I miss you too, Elmo. It’s just… I’m not a little boy anymore. I’ve been beaten down and molded into a slave for the capitalist machine. I’m not trying to make excuses. This was a wake up call. I need to reassess my priorities and make time for those who care for me. I’m sorry.
enquanto isso a vakinha que eu fiz pro meu gatinho que está internado com felv, anemia, alteração no fígado e uma infecção grave teve 0 doações até até agora kk
https://t.co/mFSdyrLbLf
@SccpDeTerno@VULGAOTT Se alguém for fazer uma camisa pra alguns dos times e cor estiver quase passando do estreito de RePa e recomendável que essa pessoa PaRe por aquela cor msm🤓
A NBA funciona dentro de um sistema pensado para gerar equilíbrio competitivo na liga. Os dois pilares centrais desse sistema são o Draft e o Salary Cap.
Só para esclarecer, os contratos dos jogadores evoluem conforme a própria carreira é construída. À medida que acumulam anos de experiência na liga e conquistam prêmios individuais, eles se tornam elegíveis a aumentos salariais cada vez maiores. Isso vocês já devem saber.
Por que estou dizendo tudo isso?
Porque o próprio funcionamento natural desse sistema cria ciclos. Ou seja, em determinado momento, um jogador como Giannis Antetokounmpo, que já foi múltiplas vezes MVP, All-Star, All-NBA e All-Defense, além de ter vencido um DPOY e conquistado um título, passa a receber um salário tão alto que isso começa a limitar a capacidade do time de continuar dominando a liga, até porque existe um limite salarial pré-estabelecido.
Ao mesmo tempo, por ele ser a grande estrela da franquia, o time também deixa de desenvolver outros ativos valiosos que poderiam ser usados no mercado para renovar o elenco.
O resultado disso é simplesmente o que eu vou chamar de “um ponto de saturação”. No sentido de que o caminho natural do ciclo da NBA costuma ser justamente o motivo da separação: o jogador deixa a franquia para que o time entre em reconstrução após já ter atingido seu auge competitivo, enquanto o atleta vai para outra equipe que esteja pronta para disputar um título e precise apenas de uma “última peça” para se tornar Contender.
Isso faz com que ambos voltem a se inserir no ciclo de equilíbrio da liga.
Realmente é complexo, mas muito engenhoso. É isso que faz com que, nos últimos 20 anos, 10 times diferentes tenham sido campeões da NBA.
Sabe quantos times diferentes foram campeões do campeonato espanhol nos últimos 20 anos? 3.
Do “ultracompetitivo” inglês? 5.
A NBA é uma liga claramente meticulosamente arquitetada para ser competitiva e para que todos os times disputem um título um dia.
Não é à toa que, dos 30 times que existem, 25 já disputaram uma Final da NBA.
O problema é que, até agora, nem Giannis nem o Milwaukee Bucks parecem ter entendido isso.
O limite já foi atingido. E o ciclo natural de equilíbrio da NBA, cedo ou tarde, acaba seguindo o seu curso. Vocês só precisam aceitar isso.
Vou ser bem sincero.
Eu sei que existe a tradição do campeão da Major League Soccer ir até a Casa Branca, Isso acontece há anos e muita gente trata como algo automático, só que tradição nenhuma tira o peso de uma escolha.
E ver o Lionel Messi ali, ao lado de Donald Trump, me deixou com uma sensação bem ruim.
Não é sobre futebol, não é sobre rivalidade ou preferência. É sobre o contexto, a gente vive um momento em que muitos emigrantes dentro dos Estados Unidos ou algumas nações convivem com medo, com discursos agressivos, com um ambiente político bem hostil e opressor, aí você olha e vê um dos maiores jogadores da história ajudando a compor a imagem pública desse mesmo governo? Isso pesa...
Porque quando você é do tamanho do Messi, nada é só uma foto, nada é só protocolo, a sua presença vira uma mensagem, mesmo que você não fale uma palavra.
E se colocar ali, sorrindo, enquanto esse mesmo governo frequentemente fala abertamente sobre bombardear outro país ou reforça discursos duros contra imigrantes… também é uma escolha.
Talvez o erro seja nosso de esperar alguma consciência maior de jogador de futebol. Muitas vezes eles vivem numa realidade completamente distante da maioria das pessoas. ainda assim confesso que me decepciona.
Não chega a surpreender totalmente, mas vindo de alguém que sempre pareceu um pouco mais "consciente" do que a média… é triste.
No fim das contas fica aquela lembrança simples da vida.
A gente nunca conhece de verdade quem está do outro lado da tela ou do campo.
E talvez por isso seja melhor nunca esperar muito de jogador de futebol.
(Quem me conhece sabe a importância e o quanto eu idolatrava Lionel Messi na minha vida, uma lembrança tão legítima desde criança que acabou se arranhando no dia de hoje.)