eu que sou mais do mesmo sinto falta das linhas de teu pescoço
o franzir d’alma deixava me louco
e sorrateira você desvinculou as razões e os mitos
tinha eu impulsão pra querer ser gente
até me sentir parte das tuas fantasias
onde futuro não havia
impiedosa majestade
Não estamos alegres,
é certo,
mas também por que razão
haveríamos de ficar tristes?
O mar da história
é agitado.
As ameaças
e as guerras
havemos de atravessá-las,
rompê-las ao meio,
cortando-as
como uma quilha corta
as ondas.