A discussão sobre a propaganda da VW ao som de "Como nossos pais" e Elis Regina recriada (bizarra e) digitalmente, ao visto, prossegue. À parte o já foi dito, acho importante salientar o quanto a peça comercial violenta a obra, além da memória, de Belchior. (1/12) 🧶
Tragam um troféu pro Marcelo Lins. O jornalista DEU UMA LAPADA ÉPICA na turma da Faria Lima, em plena GloboNews, e expôs que essa gente só quer encher o bolso de dinheiro, não se preocupa com as pessoas e sempre falará mal no governo.
Ora, ora… Parece que o ChatGPT também sabe escrever análises sobre as eleições em SP, a crise na Boeing e a guerra da Ucrânia, assim como o único jornalista capaz de falar, profundamente, sobre temas tão diversos hahaha
@naycapelo Eu fiz minha graduação em jornalismo lá — tão ruim quanto todas as outras. Fiz também uma especialização, muito, muito fraca. A PUC em geral, hoje, é só o nome; está bem longe de ser o que já foi.
@reinaldojlopes Entendi! O problema, então, não está tanto no campo literário.
Como muitos, interessei pela história pérsica após ler o Heródoto; mas imaginei que havia muito mais do que ele falava.
Enfim, legal ver você trazendo esses fatos e discussões. Gosto bastante das suas colunas!
@reinaldojlopes Oi, Reinaldo; li a coluna de hoje. Eu desconhecia muito do que vc disse. Lembrei, porém, que é corriqueiro no cânone literário a interpretação livre de fatos históricos. Na Eneida, p.ex., Virgílio situa a fundação de Roma após Troia, semelhante ao que Homero faz sobre os gregos.
Ainda sobre a VW, bom texto do Vladimir Safatle publicado essa semana na @revistacult.
"O caso (...) mostra a verdadeira função do desenvolvimento tecnológico sob o capitalismo atual, a saber, aprofundar a espoliação do trabalho humano."
https://t.co/KAzpcsQJHG
Esse fio é um pequeno resumo de um texto que publiquei na minha newsletter sobre a polêmica envolvendo a canção.
Se alguém ficou interessado, o link para o artigo completo é o seguinte: https://t.co/pmcSxEpvVa
A discussão sobre a propaganda da VW ao som de "Como nossos pais" e Elis Regina recriada (bizarra e) digitalmente, ao visto, prossegue. À parte o já foi dito, acho importante salientar o quanto a peça comercial violenta a obra, além da memória, de Belchior. (1/12) 🧶
Atento, porém, ao que já se passava anos antes, Belchior fugiu, percebendo que o seu interlocutor “está em casa, guardado por Deus, contando os seus metais”. Fugiu, pois, como artista que prezava pela coerência com a própria obra, era isso o que lhe restava. (12/12)