Fernando Diniz não escondeu sua felicidade ao falar sobre seu período comandando o time do Corinthians.
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Fernando Diniz transformou o Corinthians em um time completamente oposto daquele que víamos no ano passado, sob o comando de Dorival Júnior.
Hoje, apesar da eliminação da Copa do Brasil, o Timão faz uma boa campanha no Brasileirão e ocupa atualmente a sétima colocação. Diniz também apresenta números superiores aos de Dorival no início de 2026.
O grande desafio agora é encontrar o equilíbrio do elenco entre as copas e os pontos corridos. Não adianta competir bem em uma frente e deixar a outra de lado.
O Corinthians precisa aprender a jogar os dois tipos de campeonatos com a mesma intensidade!
Seguimos 💪
SOUZA NÃO POUPA CRÍTICAS À ARBITRAGEM DE PALMEIRAS X INTERNACIONAL! 👀🚨
O ex-jogador Souza se manifestou nas redes sociais após o pisão de Allan, do Palmeiras, em Félix Torres, do Colorado em empate entre as equipes por 0 a 0 válido pelo Brasileirão, neste domingo (9).
O lance não resultou em nenhuma punição para o palmeirense, o que gerou debate entre os fãs de esporte.
E pra você? O árbitro deveria ter punido Allan? 🤔
#FutebolNaESPN #Palmeiras #Internacional
Team Liquid win 2-1 over CAG by Varrel and qualify to the Esports World Cup 2026 Playoffs
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🚨 O SILÊNCIO DAS ORGANIZADAS DO CORINTHIANS
Eu também já fiquei indignado, muitas vezes, com algumas posturas das organizadas do Corinthians. Mas, ao mesmo tempo, é possível compreender, com muitas aspas, por que esse comportamento acontece.
A verdade é que as organizadas até tentaram, em determinados momentos, ocupar espaço dentro da política do Corinthians. Só que, aparentemente, perceberam que o buraco da política do clube é muito mais embaixo do que imaginavam. E aí existe um limite.
Limite até onde elas podem ir, limite do que podem cobrar, limite do que podem fazer e, principalmente, limite do que estão dispostas a perder.
As organizadas historicamente ocupam um papel importante como porta-vozes de parte da torcida. Mas isso não significa que tenham poder absoluto dentro do clube. E, quando entram em jogo interesses, relações e benefícios, é difícil acreditar que todas as decisões sejam tomadas exclusivamente pensando no torcedor.
Por isso, quando vejo uma cobrança seletiva ou um silêncio diante de determinadas situações, eu também questiono. Não estou dizendo que existe um esquema criminoso. Não tenho elementos para afirmar isso.
Mas é inegável que a política do Corinthians criou, ao longo dos anos, uma rede de interesses e relações tão complexa que até mesmo aqueles que se apresentam como representantes da torcida parecem encontrar limites para enfrentá-la.
E talvez seja justamente por isso que, em determinadas situações, o silêncio das organizadas diga tanto quanto qualquer manifestação.