Eu acho que fomos feitos para viver em um ritmo mais lento. Para caminhar à tarde sem pressa. Para observar as coisas crescerem. Para adormecer enquanto lemos um livro. Para sermos ruins em algo e, ainda assim, continuar.
Não fomos moldados para a conquista constante. Fomos feitos para o ordinário.
No fim das contas, os dias comuns são os que mais nos farão falta.