O buraco mais fundo da política brasileira é o Sergio Moro. Ele conseguiu derrubar o país derrubando a Dilma, prendeu o Lula por convicção, pariu o Bolsonaro sendo mais burro que uma porta! Uma praga que arruinou o Brasil! Uma desgraça!
▶️ Octávio Guedes: fim do diploma de jornalista abriu espaço para "jornalismo de picareta" e recai sobre o STF
O jornalista Octávio Guedes afirmou que o fim da obrigatoriedade do diploma ampliou a possibilidade de pessoas se autodenominarem jornalistas para cometer crimes valendo-se do sigilo da fonte, e que essa consequência está "na conta do STF". Ele ressaltou, porém, que isso não justifica a falta de cuidado de um ministro ao tomar uma decisão como a de Alexandre de Moraes, mesmo em casos envolvendo um investigado ligado a um delegado preso por ele. Para Guedes, a decisão deveria deixar bem claro que não estava em jogo o direito sagrado ao sigilo da fonte jornalística.
Na década de 70, plena ditadura, teve surto de meningite.
O EXÉRCITO entrava nas escolas e aplicava a vacina sem pedir autorização para ninguém. Simplesmente nos colocavam em fila e nos vacinaram. Era aplicação feita com aquele revólver de pressão. 😶
Mas não tinha antivax, até pq se reclamasse poderia acordar com a boca cheia de formiga na vala.
Agora os infelizes que defendem a ditadura são contra a vacina.
O ano era 1991.
Decidida a pôr fim à relação conjugal que mantinha com o cirurgião dentista José Fernando Gomes, a psicóloga Kátia Camarotti, à época, com 39 anos, entrara com uma ação de divórcio na justiça.
Neste mesmo período, mudou-se com os filhos para o Rio de Janeiro. Em 31 de janeiro daquele ano, estava marcada a audiência do processo de divórcio.
Kátia, então, veio ao Recife, seguindo do aeroporto direto para a residência de sua irmã Tânia, na Av. Boa Viagem, um dos endereços mais nobres da capital pernambucana.
Não sabia ela o que aquele dia reservava-lhe.
Inconformado com a separação, José Fernando seguiu a psicóloga desde o aeroporto. Ao chegar no local, matou a ex-cunhada Tânia, que estava ali apenas para ajudar a irmã, com três disparos de arma de fogo. Em seguida, tentou matar Kátia, com um tiro na nuca, deixando-a pentaplégica, sem qualquer movimento do pescoço para baixo.
Kátia passou a depender de aparelhos para respirar.
O seu filho, o hoje conceituado jornalista Gerson Camarotti (foto), à época com apenas 17 anos, mobilizou a opinião pública exigindo a condenação de seu pai e iniciou uma campanha nacional para conseguir Cr$ 30 milhões necessários para prosseguir com a fisioterapia respiratória de sua mãe.
O objetivo era adquirir um respirador portátil e trazer para o Recife a equipe do fisioterapeuta Carlos Alberto Azeredo (o mesmo que cuidou da Irmã Dulce).
Paradoxalmente, o agressor José Fernando era considerado um dos melhores cirurgiões dentistas de Pernambuco, mas carregava consigo o perfil de um homem violento e machista.
Obteve um habeas corpus e respondeu ao processo em liberdade. Todavia, no ano seguinte (1992), acabou morto por um desconhecido que o assassinou com quatro tiros em sua clínica.
Eu trago este caso de hoje em referência aos 20 anos da Lei Maria da Penha e à campanha do AGOSTO LILÁS. 💜
Que este duplo e bárbaro feminicídio (consumado e tentado) jamais caia no esquecimento.
Machismo mata.
Texto e imagem: IG | historia_em_retalhos
Lamento muito a morte de Euclides Fagundes Filho, o Bagre Fagundes, ocorrida neste domingo em Porto Alegre. Com sua gaita e sua poesia, Bagre ajudou a preservar e disseminar a música tradicional gaúcha, levando a grandes públicos a cultura dos Pampas que trazia muito bem guardada em seu coração. Sempre militou pelas causas sociais e foi um grande companheiro de luta no Rio Grande do Sul. Em 2025, tive a honra de conceder a ele a Ordem do Mérito Cultural. A todos os familiares, amigos e admiradores de Bagre Fagundes, deixo um abraço caloroso.
Segunda Datafolha, 75% dos brasileiros não lembra o nome de nenhum senador e 68% não lembra nenhum deputado. Nem naqueles que votou! Uma tragedia politica! É a falência da democracia representativa, ou melhor sequestrada pelo capital. Dai as bancadas do boi, da bala, o Master...
O futebol é o esporte mais bonito já inventado. E pelos motivos mais loucos.
Em primeiro e mais importante lugar, porque decidiu contrariar o corpo humano.
Parece exagero, mas não é. A nossa espécie passou milênios se gabando das mãos. Polegar opositor, ferramenta, escrita, espada, bisturi, controle remoto, celular. Quase tudo o que fazemos bem passa por elas. A mão é a arrogância anatômica do ser humano.
O futebol olhou para isso e disse que não.
No futebol, a parte mais habilidosa do corpo é quase proibida. As mãos ficam ali, inúteis, penduradas, como se fossem um acessório constrangedor. Só um sujeito pode usá-las, justamente aquele colocado para impedir a alegria dos outros. O resto precisa resolver a vida com os pés, com a cabeça, com o peito, com o ombro, com o improviso e com uma dose generosa de erro.
Isso muda tudo.
Com as mãos, o corpo obedece. Basta ver um jogo de basquete para entender. A bola parece extensão natural do atleta. Ela vai, volta, quica, gira, entra. Há beleza nisso, claro. Mas há também uma certa obediência do mundo. A mão manda e a bola aceita.
Com os pés, a bola negocia.
Ela escapa meio metro. Ela bate na canela. Ela quica no gramado ruim. Ela trai o craque e humilha o perna de pau. Ela transforma um domínio simples em pequena tragédia. Ela permite que um passe fácil vire lateral e que um chute torto entre no ângulo.
Essa é uma parte enorme da graça. O futebol é difícil porque é jogado contra a própria anatomia. Um drible perfeito vale mais porque não deveria ser tão limpo. Um lançamento de quarenta metros vale mais porque saiu de uma parte do corpo que, em tese, foi feita para caminhar. Uma bicicleta vale mais porque desafia a física, o bom senso e a lombar.
Com as mãos, muita coisa parece possível. Com os pés, quase tudo parece improvável. O futebol nasce desse quase.
O segundo motivo é igualmente insano. O futebol é o único esporte em que tudo foi pensado para ter o mínimo possível de pontos ou gols. Foi desenhado para torná-lo raro.
O impedimento existe para atrapalhar o gol. O goleiro existe para atrapalhar o gol. A defesa existe para transformar o caminho até a rede em um labirinto de pernas, faltas, desvios, tropeços e gritos de “sobe”.
Sem goleiro e sem impedimento, o futebol seria outra coisa. Talvez um esporte de placar alto. Talvez mais palatável para quem precisa de pontuação constante para acreditar que algo está acontecendo. Mas seria menos futebol.
O futebol vive da espera.
Boa parte da partida é feita de aproximações. Um passe que não entra. Um cruzamento alto demais. Um atacante que sai um segundo antes. Uma bola na trave. Uma defesa impossível. O jogo vai acumulando tensão. A torcida sabe que o gol pode não vir. E justamente por isso, quando vem, ele rasga tudo.
O gol não é apenas um ponto. É uma explosão, uma libertação de toda a tensão acumulada.
É gente abraçando desconhecido. É pai lembrando do filho. É filho lembrando do pai. É cerveja voando e todos achando razoável. É arquibancada virando corpo coletivo por alguns segundos. Ninguém comemora uma cesta de três pontos como comemora um gol aos 43 do segundo tempo. Não há equivalência possível. O gol é raro demais para ser tratado com educação.
Por isso o futebol incomoda tanto aqueles que se acostumaram a muitos pontos. Ele não entrega recompensa em intervalos regulares. Ele não promete justiça proporcional. Um time pode ter a bola o jogo inteiro, criar quinze chances, chutar na trave, obrigar o goleiro adversário a fazer a melhor partida da carreira e perder de um a zero em um escanteio mal defendido.
Isso não é falha do futebol.
É futebol.
A retranca pode ser feia, mas pode funcionar. A posse de bola pode ser elegante, mas nem sempre resolve. O time inferior pode se fechar, sofrer, gastar tempo, buscar uma falta lateral e achar um gol chorado no fim. O empate pode ser grande resultado. O zero a zero pode ser uma operação de sobrevivência.
Resto em
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Los entrenadores más ‘tácticos’ suelen naufragar en los mundiales. Hoy el que fracasa es Nagelsmann y hace unos días fue Bielsa.
La Copa del Mundo te pide emoción y compañerismo por encima de las posiciones. Cuando pasas un mes encerrado en un campo de entrenamiento sólo te salva competir por el que tienes al lado, y eso no de consigue con vídeo o sesiones tácticas. Se hace con convivencia y liderazgo. Con carisma y empatía.
Deschamps, Scaloni, Low, Del Bosque… grandísimos entrenadores, pero que brillaron por su manejo del grupo. Y no me refiero a que entrenar no sirve de nada o que no tienen ni idea de estrategia. Sino que en un Mundial, nada sirve si el grupo no está a muerte contigo y con el resto compañeros.
“Lo que le dejo al fútbol uruguayo es nada”.
No, Bielsa, su proceso hizo crujir las estructuras. Porque en Uruguay el fútbol nunca es solo fútbol: es una de las formas en que discutimos qué significa ser uruguayos.
Por eso el debate no es solamente táctico, ni siquiera deportivo. Lo que Bielsa puso en tensión es algo más profundo: nuestra identidad.
Sobre el escenario de la selección se discutieron varias cosas a la vez.
Primero, si... ¿Uruguay debe seguir jugando desde una hipótesis de inferioridad, resistiendo y sobreviviendo? ¿O asumirse con talento para proponer y protagonizar?
De un lado, la idea de que nuestro carácter competitivo nace de defendernos, sufrir, esperar y golpear. Del otro, la idea de que Uruguay puede ser intenso, valiente y protagonista sin traicionarse a sí mismo. Esa discusión no es menor: es casi cultural.
También se contrapuso una dicotomía de liderazgo: uno que prioriza exigencia, método, disciplina y profesionalismo, frente a otro que prioriza el clima interno, el bienestar del grupo y la gestión emocional como parte central del rendimiento.
Ahí aparece otra tensión : estructura versus espontaneidad. Método, sistema y repetición, frente a creatividad y libertad individual . No es casual que eso haya generado resistencias: a los uruguayos nos cuesta el orden.
También se discutió cómo debe resolverse el conflicto en una organización. ¿Cuánto lugar debe darse a las demandas de los liderados? ¿Y cuándo esos cuestionamientos erosionan la legitimidad del líder y afectan un objetivo colectivo mayor?
Quizás esa sea la herida más dolorosa del proceso: no solo que haya existido conflicto, sino que cómo se manejó dejó la sensación de que distintos actores interpusieron sus intereses individuales por sobre los objetivos deportivos de la selección.
Es que este debate también estuvo atravesado por intereses. Como siempre, no se trata solo de convicciones: también pesan posiciones, beneficios heredados, disputas de poder y lugares dentro del ecosistema económico del fútbol.
Tal vez Bielsa no deje títulos. Capaz no deje certezas. Pero dejó algo que no es menor: una discusión incómoda sobre quiénes somos, cómo queremos competir y qué Uruguay queremos ser.
Hoje, quando as seleções brasileira e nipônica estiverem perfiladas para escutar os seus hinos, observem o do Japão. Se chama Kimigayo e possui a letra mais antiga do mundo em um hino nacional e também o mais curto. Ele é baseado num antigo poema do Período Heian, de 794 a 1185. Segue uma das versões em português:
“Que seu reinado
continue por mil e oito mil gerações,
até que os pequenos seixos
se transformem em rochas imponentes
e o musgo cresça sobre eles”.
A bela melodia, composta em 1870-1880, costuma causar um Impacto positivo no público ocidental. Entretanto, ainda desperta ressentimentos em alguns cidadãos de países do Extremo Oriente por conta do passado imperial japonês.
South American teams are so hard to play against, not because they’re necessarily better than you but because they force you to play their game, not yours. They don’t care if they only have 30% possession or if people call their football ugly. Their entire focus is on winning every duel, staying compact, frustrating you, and making every single attack feel like you’re running into a brick wall.
Tactically, they’re incredibly disciplined. The distances between the defenders and midfielders are so small that there are barely any passing lanes through the middle. If you want to break them down, you’re usually forced wide, and even then they’re aggressive in the box and dominant in aerial duels. They defend every cross like it’s the last minute of a World Cup final.
They’re also masters of controlling the rhythm of a game. They’ll slow it down when they need to, speed it up when there’s space, commit tactical fouls, win cheap free kicks, and make every restart take just a little longer. It can be frustrating to watch if you’re supporting the other team, but it’s an art they’ve perfected over decades.
And then there’s the mentality. South American teams genuinely believe they can beat anyone. Whether it’s Brazil, Argentina, Uruguay, Paraguay, or Colombia, they embrace suffering. They’ll defend for 90 minutes if that’s what the match demands, and when that one counterattack or set piece arrives, they’ll take it without hesitation.
That’s why European possession-heavy teams often struggle against them. Having 70% of the ball means nothing if you can’t create clear chances. South American sides are comfortable without possession because they know football matches are decided by moments, not possession statistics. They’re patient, ruthless, and incredibly difficult to break down when they commit to a defensive game plan.
O Pé-de-Meia reduziu em 40% a evasão escolar no primeiro ano do ensino médio. Uma assistência estudantil mínima faz o menino e a menina de 15 anos ficarem na escola. O estudo que embasou o programa previa queda de 33%. Caiu 40%. É política pública feita com pesquisa, seriedade e resultado.
#HaddadNoICL
Há 33 anos, em 27 de junho de 1993, a artista iraquiana Layla Al-Attar era assassinada em Bagdá. Sua casa foi explodida por dois mísseis disparados pelos Estados Unidos. O ataque teria sido uma retaliação após Layla produzir um famoso mosaico chamando Bush de "criminoso".
1/10
Matéria do New York Times com DADOS FÍSICOS e curiosidades do Pelé em 1975:
• Quando estava treinando, o coração de Pelé batia cerca de 56 a 58 vezes por minuto. Um atleta médio na época batia cerca de 90 a 95 vezes.
• A capacidade aeróbica do Pelé era tanta, que ele conseguia repetir um “grande esforço” em menos de UM MINUTO.
• Sua visão periférica era 30% maior que a de um atleta médio.
• Pés paralelos e ossos do calcanhar extremamente fortes e desenvolvidos.
• Pelé teve aulas de GEOMETRIA e aprendeu a jogar xadrez para aperfeiçoar seu jogo. Ele jogava futebol como se fosse uma partida de xadrez.
• Pelé corria 100 metros em 11 segundos.
• Pelé saltava cerca de 1,83m. Ele pulava mais cedo que os adversários pra cabecear a bola e tinha a capacidade de “pairar” no ar.
Algumas frases da matéria;
“Leonardo da Vinci uma vez esboçou um homem com os braços esticados em um círculo para mostrar as proporções perfeitas do corpo do homem. Pelé parece se encaixar no molde.”
“Há alguns anos, especialistas médicos examinaram a figura esbelta e atlética de Pelé por semanas em um laboratório universitário. Eles o cutucaram, mediram seus músculos e sua mente e, quando terminaram, disseram: “O que quer que este homem pudesse ter decidido fazer em qualquer empreendimento físico ou mental, ele teria sido um gênio.”
Sem comparações, por favor. 🐐🇧🇷
“Eu aceito e admiro a genialidade do Messi, mas não comparo com Pelé. Pelé foi a mais perfeita relação do atleta com o corpo. Força muscular, explosão, reflexo, capacidade pulmonar… e aquilo foi 100% natural. O Pelé que brilhou no Estádio Azteca na final da Copa de 70 foi o mesmo que nasceu em Três Corações. Ele é a reencarnação do Homem Vetruviano, de Da Vinci, onde está tudo perfeitamente equilibrado.”
“O Messi, com toda sua genialidade, só se tornou um grande atleta porque passou por um tratamento hormonal, porque na infância ele tinha uma deficiência de crescimento, e a partir desse tratamento ele consegue se tornar um atleta. Isso, claro, graças ao avanço da medicina. Não é um demérito, é uma realidade. Se o Messi tivesse nascido há 50, 60, 70 anos como o Pelé, ele não teria sido um gênio do futebol como é hoje. Então, o Pelé é o Rei do Futebol do jeito que ele nasceu em Três Corações; o Messi também se tornou esse grande jogador pela genialidade que ele tem, mas também graças aos avanços da medicina. Por isso, para mim, eles estão em prateleiras diferentes.”
🎙️ Bruno Vicari, na ESPN.
📸 AFA/Seleção Argentina | Reprodução/ESPN
Um pai iraniano encontrou uma forma emocionante de permitir que seu filho, cego e surdo, pudesse sentir cada momento de uma partida de futebol entre Portugal e Uzbequistão, na Copa do Mundo.
Enquanto acompanhavam o jogo na sala da sua residência, ele utilizava uma linguagem tátil desenhando movimentos e informações em um campo de papelão. Dessa forma, conseguia transmitir lances, ataques, gols e a reação da torcida em tempo real para seu filho.
📽️alirezapiano95
Quem troca uma ideia, sai com duas. Hoje, bora bater um papo sobre pobreza e programas de combate a ela?
👉🏾 Vou deixar os links das referências no próximo comentário e o link pros livros “Volta Por Cima” e “Conta Comigo” estão na bio.
🗓️ Há 30 anos (1996), o @Gremio vencia o Juventude por 3x0 pela ida da final do Gauchão.
⚽️ Jardel² e Goiano
🏟️ Alfredo Jaconi
👥 Danrlei; Marco Antônio, Luciano, Adílson, Roger; Dinho, Goiano, Aílton, Carlos Miguel; Paulo Nunes e Jardel. Tec: Luiz Felipe Scolari