@IggorSant0s os dois parecem mais novos. nem sempre quem emagrece parece mais velhos. ficaram melhor os dois. tem nada demoníaco. parecem duas pessoas normais.
mas se a causa do trauma tem uma dimensão social, é aí mesmo que o problema precisa ser atacado. como mudar a opressão dos homens sobre as mulheres senão através da política? não adianta eu, por exemplo, como psicólogo, cuidar dessa mulher aqui traumatizada por um nazista deixando o sistema intacto. é como enxugar gelo.
@Isaac13181 até entendo que se possa falar numa mulher produto de uma construção social, mas negar o suporte de base natural sobre o qual a própria construção se fundou?… é absurdo
@DrPepperBlog@tdhoratheoffice sempre torço para que esses tipos assim sempre se fodam. a coisa mais natural do mundo é acontecer acidentes, para essas coisas que fazemos seguros. se não tem tranquilidade emocional para compreender isso, não deveria nem dirigir.
@matresma o desejo é assim mesmo. e tão logo ela encontre o “príncipe” ainda vai se sentir incompleta. nossa natureza é essa mesma. não existe nada nesta vida que nos satisfaça plenamente. nosso desejo está sempre escorrendo de um objeto para outro.
só um milagre faria o brasileiro chegar a viver nesse tipo de tensão, e pior, conscientemente. isso pede um mergulho muito profundo dentro de si. já é quase impossível fazer a pessoas saberem conviver sem ilusões com as imagens que elas têm de si e dos outros e do mundo, imagina transcender isso para viver numa esforço constante de autenticidade diante de um ser que é tão real quanto etéreo? é uma responsabilidade muito grande que a maioria não quer.
eu tenho uma colega na faculdade que vive me fazendo perguntas aleatórias que me deixa muito desconfortável. é muito estranho. e eu não tenho problema de falar de assunto nenhum, de putaria a filosofia, nada me estranha, mas perguntas descontextualizadas?… eu sinto que estou sendo investigado. kkk
@BasedLefebvr1st a ideia é não substancializar as condições. daí trocamos os substantivos pelos adjetivos. evidentemente, fica uma linguagem pedante e horrível, mas…
hoje mesmo acordei lembrando de quando soube que nada no universo era permanente e como saber disso mexeu comigo.
lembro que cheguei até a comentar com uma colega, que costumo parar, olhar para as estrelas, e ficar ali, querendo reter aquele momento.
como num ato desesperado de fazer algo permanecer ao menos em mim.
mas é inútil.
eu sinto a presença do ser na sensação quase paupável da profundidade que me separava das estrelas. é fantástico, mas também triste, porque é só um momento passando.
a ideia de que tudo passa me deprime.
tudo bem, o ser permanece, mas é uma ser vazio, que não compensa a perda daquele ser magnífico, cheio de determinações, em que eu acreditava. 🤕
uns dias atrás sonhei com uma cobra na minha cabeça. uma semana depois notei que uma professora minha usava um colar na forma de uma cobra coral e hoje, uma cobra coral apareceu no meu banheiro enquanto eu estava lá 😩. se isso não é o que Jung chama de sincronicidade eu não sei o que é. mas a questão é: por que esse símbolo está me cercado? qual o significado?
dirigir é um negócio tão perigoso, que eu não sei como isso é permitido tão facilmente. hoje quase atropelo dois ciclistas que vinham na contramão, no escuro, sem absolutamente nenhum sinalização. não vejo a hora de a IA tomar conta dessa tarefa. 🤦🏻♂️
@paulosaelias@italovendramini espero que eles criem uma bomba com esses materiais raros e joguem sobre brasília. três, na verdade, uma sobre cada sede dos poderes.
@sougabrielbr não entendi a ideia de racional nesse contexto. a natureza não me parece racional nem irracional. me parece uma categoria que não se aplica a ela, mas as nossas concepções. é como dizer que, sei lá, a chuva, o planeta marte, são irracionais. não faz o menor sentido pra mim isso.