O Fluminense é campeão da América. Pode repetir mais alto, que tem gente que não tá acreditando ainda.
É um título conquistado por moleques de Xerém, por heróis galáticos, por tricolores que escolheram voltar e ficar. Um título construído por ídolos improváveis e heróis previsíveis. Por gente que trabalha, sonha, profetiza e realiza. Por quem prefere a coragem ao medo.
O Boca Juniors usou tudo que sabia e podia, mas não foi suficiente. Algumas histórias parecem escritas antes mesmo de acontecer. Essa é uma delas. Se fosse pra quebrar a escrita, que fosse assim: no Maracanã, contra o maior de todos, diante de tanta gente que ansiava por isso. Foram muito mais do que 15 anos de espera, mas tá provado que quem espera sempre alcança.
Guardem este dia. Circulem a data em seus calendários, escrevam em suas agendas. A Glória é Eterna, e, a partir de hoje, esse dia também é. O dia em que o Fluminense cruzou as fronteiras do impossível e, como uma placa colada na base de uma taça, colocou seu nome na história.
Enfim, chegou a hora. O Fluminense ganhou a Libertadores.