Fui até a Universidade Regional do Cariri, no Crato/CE, cidade de Camilo Santana, pra mostrar a realidade de uma universidade administrada pelo PT no Ceará. As imagens falam por si. Assista, tire suas conclusões e compartilhe este vídeo para o Brasil.
@VderGraaf@Estadao E o mais impactante: a primeira foto com incidência direta do sol (dia), e a segunda foto na face sombreada (noite).
Vejam as luzes das cidades na segunda foto.
@leobrasil222@opovo É questão meramente técnica. Para optimizar sua sustentação em baixas velocidades, a aeronave precisa decolar contra o vento. Do contrário, necessitaria uma velocidade muito maior em solo para ter a mesma sustentação no ar. Isto é segurança!
LULA RASGA A FANTASIA QUE NUNCA ESTEVE MUITO DISPOSTO A VESTIR
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ESSA É UMA DAS PIORES MENTIRAS CONTADAS SOBRE A LAVA JATO
Por vários anos, uma mentira específica sobre a Lava Jato foi divulgada, espalhada e difundida por jornalistas militantes e advogados de réus e investigados na Lava Jato que tinham interesse direto no resultado dos julgamentos. Essa mentira, recentemente, foi o principal argumento utilizado pelo ministro Dias Toffoli para anular as provas do acordo da Odebrecht que implicavam centenas de políticos em corrupção.
Que mentira foi essa? A de que os procuradores da Lava Jato mantinham contatos diretos e informais ilegais com autoridades estrangeiras, e que esses contatos seriam ilegais por serem feitos fora dos canais oficiais. A partir dessa alegação, feita à exaustão pelo jornalismo militante e propagado por braços do petismo como o clube da impunidade (Prerrogativas), buscavam anular as provas obtidas pela Lava Jato em cooperação internacional com outros países, anular documentos de contas usadas para pagar e receber propinas, e queriam até mesmo devolver os milhões encontrados em contas no exterior para os ladrões do Brasil.
O método dos jornalistas era simples: diziam nas matérias ter ouvido especialistas que afirmavam que os contatos diretos entre procuradores brasileiros e estrangeiros fora dos canais eram ilegais e podiam levar à anulação de processos. Os especialistas ouvidos pelos jornalistas nem eram especialistas ou eram advogados de defesa que atendiam réus e investigados da própria Lava Jato, e que defendiam, na verdade, uma tese de defesa de interesse deles próprios, mas que contrariava acordos e boas práticas internacionais.
Os jornalistas, em vez de apresentarem as alegações dos advogados e especialistas apenas como uma tese de defesa, já cravavam nas manchetes e no corpo das matérias que a Lava Jato havia utilizado métodos ilegais, e assim começava a se espalhar a ladainha de que a Lava Jato havia cometido abusos e excessos. Ao mesmo tempo, os jornalistas relegavam o contraponto da própria força-tarefa e de especialistas que validavam a conduta da Lava Jato ao rodapé das matérias ou sequer concediam a mesma relevância que davam às alegações dos advogados.
A Lava Jato, desde 2014, sempre manteve o mesmo discurso e jamais mudou de versão ao sabor dos ventos políticos. A operação sempre defendeu a regularidade de suas atividades e a legalidade dos trabalhos. Todas as vezes, a Lava Jato explicava que as boas práticas e tratados internacionais incentivavam a cooperação direta e informal entre autoridades, e que não havia nada de ilegal disso.
Sempre destacamos, ainda, que a cooperação direta era embasada em convenções internacionais (como aquelas de Palermo, Mérida e outras), incentivada pelos manuais da AGU (Advocacia-Geral da União), GAFI (Grupo de Ação Financeira Internacional), UNODC (Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime), UNCAC (Convenção das Nações Unidas contra a Corrupção), Banco Mundial, dentre outros organismos internacionais, bem como constituía orientação da 2ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal (MPF), e é prática aceita pelo Judiciário brasileiro.
Mas tudo isso foi ignorado pelos jornalistas militantes, que continuaram a publicar matérias afirmando a balela de que a Lava Jato havia praticado ilegalidades, abusos e excessos.
Até que ontem, ao divulgar o relatório do Grupo de Trabalho Antissuborno, a OCDE jogou água no chope dos detratores da Lava Jato ao COMPROVAR que a operação SEMPRE TEVE RAZÃO. A OCDE não só elogiou o trabalho da Lava Jato como elogiou e avaliou positivamente os contatos diretos e informais entre autoridades brasileiras e estrangeiras - justamente algo que vários jornalistas tanto se dedicaram a chamar de ilegal.
A OCDE avaliou de maneira positiva que “todas as autoridades competentes, incluindo CGU, o MPF e a PF, promoveram laços e contatos informais, através do envolvimento com suas contrapartes estrangeiras, bem como da participação em iniciativas regionais ou outras redes de agentes da lei”. E completou: “desenvolver e manter esses laços e essa cooperação informal é reconhecido como uma boa prática, crucial e internacionalmente aceita”.
Mas o pior de tudo: a OCDE trouxe informações que, além de graves, são simplesmente TRISTES, porque mostram o FUNDO DO POÇO que o Brasil chegou a partir da sanha vingativa que desejava destruir a Lava Jato acima de tudo. Segundo a OCDE, os países membros da organização relataram "maior dificuldade para cooperações internacionais com o Brasil” após a Lava Jato, além de excessiva demora na obtenção de autorizações judiciais para compartilhamento de dados.
É isso mesmo que você leu: os membros do clube dos países ricos estão reclamando que não conseguem mais fazer cooperação internacional com o Brasil, e essa foi uma das principais preocupações da OCDE no relatório.
A OCDE acha que o Brasil corre o risco DE NÃO FAZER MAIS COOPERAÇÕES INTERNACIONAIS, o que é uma obrigação dos países signatários da Convenção Antissuborno. Isso pode até prejudicar o ingresso do Brasil na OCDE, o que era uma prioridade do último governo e poderia trazer vários benefícios ao país.
E sabe por que eles não conseguem mais fazer cooperação com o Brasil? Porque todos os procuradores corretos estão com medo. Todos os juízes corretos estão com medo. Todos os policiais e delegados da PF corretos estão com medo. Todos os servidores corretos estão com medo. Todos estão com medo dos poderosos e dos donos do poder.
Quando passa a se acusar de ilegal algo que era legal e legítimo na cooperação internacional, simplesmente porque os donos do poder foram incomodados, todo mundo fica com medo de cooperar e de fazer o que é certo quando os errados são poderosos. Todo mundo viu o que aconteceu comigo e com Moro e o preço que pagamos por combater a corrupção e NINGUÉM QUER SER O PRÓXIMO.
O Brasil saiu de um padrão ouro de combate à corrupção, aplicado durante a Lava Jato e que satisfazia os critérios da Convenção Antissuborno e da própria OCDE, para um padrão lixo, um padrão de impunidade.
Parabéns a todos os envolvidos: vocês conseguiram.
"Se os porcos pudessem votar, o homem com o balde de comida seria eleito sempre, não importa quantos porcos ele já tenha abatido no recinto ao lado".
Orson Scott Card
@WagnerSa10 Sim, é verdade.
Avaliação individualizada por local, e instituir medidas conforme demanda: atitudes coerentes com a realidade do momento.
Assim se enfrenta.
Não cabe é menosprezar o problema, conforme vem sendo, repetidamente, a linha do nosso Presidente.
https://t.co/Ls9msLPLT4
O Presidente exonerou o ministro Mandetta por acreditar que ele queria "parar" o país com o isolamento social.
Aí chega o Teich, avalia o quadro, e pensa em instituir "lockdown"...
E aí?
Vai ter que exonerar também?
https://t.co/k2nbDLUAtW