Rpz é muito bom sair da ignorância, porque veja bem: a naturalização histórica da vulnerabilidade(achar que a desigualdade é algo inerente a sociedade brasileira, fazendo ela se reproduzir sempre e sempre) é mantida, também, pelos circuitos de afetos. Fp tá formando um cidadão.
Rpz é muito bom sair da ignorância, porque veja bem: a naturalização histórica da vulnerabilidade(achar que a desigualdade é algo inerente a sociedade brasileira, fazendo ela se reproduzir sempre e sempre) é mantida, também, pelos circuitos de afetos. Fp tá formando um cidadão.
Clarice Lispector em água viva tentou me matar. E dizer mais:"viver é desconfortável"; "Olha para mim e me ama. Não: tu olhas para ti e te amas." "Viver é isto: a alegria do it."
Clarice Lispector em água viva tentou me matar. E dizer mais:"viver é desconfortável"; "Olha para mim e me ama. Não: tu olhas para ti e te amas." "Viver é isto: a alegria do it."
hoje reclamo de estar estudando pro vestibular, mas imagina aparecer com os braços pintados ano que vem anunciando que passei. vai valer a pena todo o esforço
Sobre a polêmica de frequentadores da Bienal do Livro de SP não saberem citar pelo menos dois autores negros revela um público jovem que tem uma outra relação com o livro. Uma relação que olha para o livro como um objeto a ser consumido, apartado do debate social e contemporâneo. Uma lógica que segue o ritmo dos vídeos curtos, se tornando uma corrida de desempenho “olha quantos livros eu já li”. Saber a cor dos autores importa? Sim, num país onde negros foram excluídos do universo escolar e acadêmico por séculos, é importante. Nem sempre a leitura desaliena, mas abre a possibilidade para uma tomada de consciência, porque não se trata de quantos livros você leu, mas de como você está lendo. Ainda assim, uma Bienal com recorde de público é motivo para celebração.