Já converti o jingle de campanha do Lula para MP3. Parabéns quem fez.
Tentaram derrubar
Tentaram lhe calar
Enfrentou o sistema, fez o povo prosperar
Não baixa a cabeça, sempre defende a nação
Leva a sua fé no peito, o Brasil no coração
É o Lula da Silva, é a estrela que brilha
Ele é brasileiro, trabalhador e família
É o Lula da Silva, é a estrela que brilha
Ele é brasileiro, trabalhador e família
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O Governo iraniano anuncia que foi realizado o inventario do patrimônio do senhor Ali Khamenei
Tudo o que possuía foi registado como sendo uma pequena viatura de carga.
Não possuía imóveis, contas bancárias, palácios, empresas nem patrimônio oculto.
Foram 47 anos como líder da
A RESPOSTA DO GUILHERME ARANTES a um tal de Marco Antônio, que fez a minha admiração a ele, só aumentar.
"Senhor Marco Antônio, eu vivi a minha vida pegando o mesmo busão às 4 da manhã. CMTC. Largo da Concórdia. Não fui criado para burguês. Nunca ganhei carro, não tive calça Levis.
Calça de tergal e Camisa Volta ao Mundo, japona de lã da 25 de Março, se quer saber. Enfrentei toda a truculencia de uma familia que não aceitava filho "artista-vagabundo".
Meu pai, meu maior exemplo na vida, se formou médico em 1° lugar na Pinheiros, com um esforço descomunal, dando aulas em cursinhos pra comprar os livros de Medicina. Quantas vezes eu vi meu pai sofrendo, em casa, e até chorando por causa de paciente mendigo e ladrão, que ele, cirurgião, operava nos plantões do Hospital Municipal.
Papai...quando criança, o Dr. Gelson Arantes Lima, teve até que entregar marmita e engraxar sapatos, quando minha avó ficou viúva com 4 filhos para criar, em uma condição de muitas dificuldades. Eu sei a minha origem. Cromossomos de luta e de vergonha-na-cara. Minha mãe pegava o bonde pra ir trabalhar como Bibliotecária na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo.
Fui criado na régua mais severa, estudei em Escolas Estaduais, no Alberto Conte, no Vocacional do Brooklyn e no Roosevelt, da Liberdade. Não tive carro, lutei contra tudo e contra todos, sentei no humilde banco dos calouros das gravadoras, me recusei a cantar em inglês, ouvi um monte de 'groselha', para ser cantor de auditório no Silvio Santos, fiz o Show de Calouros usando um terno da Ducal e sapato Vulcabrás, uma gravata borboleta que eu mesmo fiz, e até a botinha de prata que eu uso até hoje, e que eu mesmo fiz porque sou artesão com genética labrega.
Enfrentei o Pedro de Lara, o Zé Fernandes e a Aracy de Almeida, enfrentei a guilhotina do Flávio Cavalcanti, enfrentei o censor José Vieira Madeira e a tal Dona Solange, cara a cara, pra liberar o carimbo de execução pública de minhas músicas. Toquei no Barros de Alencar, no Bolinha, no Alfredo Borba, no Dácio Campos, no Ayrton e Lolita Rodrigues, na Hebe, no Raul Gil, no Chacrinha, nos auditórios...por total amor ao povo simples brasileiro, não fui mimado-abençoado de elite-oligárquica cultural. Não tive pai me incentivando e nem poetas pra me darem colo. Eu sou o operário da MPB que ralou e comeu o pão que o diabo amassou, quando a Censura e o AI5 desceram a lenha e acabaram com os Festivais e musicais na TV.
Fui chamado de brega e cafona, fui sacaneado décadas a fio pela Inteligentzia lacradora, porque não nasci carioca e não pertenci a movimentos nem patotas pra me protegerem. Fui eu, fomos nós, caipiras e provincianos, latino-americanos sem dinheiro no banco, sem parentes importantes, e vindos do interior, que inventamos o Brasil depois do dilúvio e da Era Glacial do AI-5, que expulsou e tentou calar os nossos ídolos no Exílio, fomos nós que pegamos o rabo-de-foguete .
Toquei por amor, sem cachê, com Jorge Mautner, TomZé, Walter Franco. Carreguei muito órgão, piano elétrico e amplificador, estourei minha coluna. Tive que me inventar da estaca zero. Quando lancei minha primeira música, eu trabalhava na Secretaria de Bem-Estar Social, concursado por exame para estagiário, ganhando salário mínimo, consertando encanamento de creches lotadas de bebês pobres, em Itaquera, São Miguel e Guaianazes.
Comprei, finalmente, o meu fusquinha só em 76, há exatos 50 anos, com o meus primeiros parcos dinheirinhos da SICAM, que eu ia buscar no Largo do Paissandu. Mas a minha vida sempre foi assim mesmo. Continuo do mesmo jeito. A gente se vira nos 30. Desenhista, marceneiro, afinador, lustrador, eletricista, pedreiro, cozinheiro, pra correnteza não levar a imaginação é fértil.
Eu sou o Guilherme Arantes do povão, do Prato-Feito, do Largo Treze, da Santa Ifigênia. E vou ser sempre assim com cabeça erguida.Voce não sabe nada sobre mim. Limpe sua boca, antes de expelir seus equívocos se achando superior. Não preciso do seu perdão porque se há uma coisa que eu não carrego é culpa social .
Eu sou o Brasil.
O de verdade, não o de mentirinha !
Abraço fraterno".
Uma revelação bombástica na Sky News. Um socorrista libanês desmonta completamente a narrativa militar israelense. Ele confirma que a área bombardeada em Beirute era puramente civil, sem nenhuma presença do Hezbollah. Israel atacou intencionalmente crianças inocentes e idosos.
E eu pensando que o vídeo inacreditável do dia seria do CEO do Fortaleza.
André Fernandes foi flagrado jogando lixo na frente do Paço Municipal, a sede da Prefeitura de Fortaleza, para fazer um vídeo. Teatro total. Um absurdo.
Inacreditável. Inacreditável.
Deixa eu contar para vocês uma história que TESTEMUNHEI pessoalmente sobre vazamentos da PF. Foi em 2006.
Na noite de 29 de setembro de 2006 o Jornal Nacional dedicou mais de dez minutos ao vazamento de fotos do dinheiro que a campanha de Aloizio Mercadante (PT) pretendia usar para comprar um dossiê sobre José Serra (PSDB) -- ambos candidatos ao governo de SP.
No dia seguinte, 30, foi o assunto das capas de jornais, que naquela época importavam, pois eram expostas nas bancas de todo o Brasil.
No dia do primeiro turno, como repórter da TV Globo, eu estava na frente da casa do Serra. Um colega de uma rádio importante de SP me procurou. Ele queria que eu ouvisse a seguinte gravação:
https://t.co/ynBUGbih3O
Ouvi duas vezes. Na gravação, o delegado Bruno, da PF, orientava repórteres a como e quando fazer o vazamento, dizia que ia jogar a culpa numa faxineira da PF e citava uma certa "foto da Globo".
As fotos haviam sido feitas durante uma perícia da PF.
Eles contaram o dinheiro. Curiosamente, depois de tirar o dinheiro dos malotes da Protege, montaram uma parede cenográfica de dinheiro -- fotos que sairiam no JN e nas capas de jornais. Uma delas seria incorporada à campanha de Alckmin na TV, com a pergunta: "De onde veio o dinheiro?".
A Globo omitiu a existência da gravação de seus telespectadores. Usou o G1, de alcance limitado à época, para rebater denúncias sobre o vazamento.
Folha, Estadão e Veja fizeram de conta que não era com eles.
Alckmin passou ao segundo turno, que era o que interessava. Por conta de um delegado da PF que hoje deve estar desfrutando sua aposentadoria! Desde então eu arrepio quando se fala em 'vazamento' seletivo de fontes 'anônimas'.