@BLloveforlife@Yfcore_ Musicas como Arriba e Blind nunca foram tocadas ao vivo para o público latino, sabia? Thanxx conseguimos na primeira e única vez que passaram por aqui. Depois só migalhas.
@BLloveforlife@Yfcore_ Pq foi promovido como “funk brasileiro” e sabemos que nao é. O descaso deles com a latam você pontuou muito bem: não é de hoje.
Sempre foi um problema, apenas parece que a maioria cansou, sabe? Aqui nós temos uma expressão que é “enxugar gelo”
A @kqent precisa compreender, com urgência, que utilizar uma cultura como inspiração vai muito além de uma estratégia de marketing. Quando uma empresa escolhe promover um projeto afirmando que ele foi inspirado em determinada cultura, ela assume a responsabilidade de representá-la com respeito, pesquisa e coerência.
Durante toda a divulgação, não apenas a KQ Entertainment, mas também os próprios membros e a imprensa promoveram BAD como uma música inspirada no funk brasileiro ou com um "toque de Brasil". No entanto, o resultado entregue foi superficial. Além de alguns cartazes em português compondo o cenário, praticamente não há elementos que representem essa inspiração de forma significativa. Não existem participação de produtores brasileiros em sua criação, colaboração com artistas brasileiros ou qualquer iniciativa que demonstre um interesse genuíno pela cultura utilizada como conceito para promover esse lançamento.
A América Latina é formada por dezenas de países, culturas e tradições distintas. Representá-la exige responsabilidade. Quando referências culturais são utilizadas apenas de maneira superficial, sem contexto ou profundidade, a mensagem transmitida é clara: aquela cultura serviu apenas como ferramenta para tornar um conceito comercialmente mais atraente.
Essa falta de consideração também ficou evidente no projeto do BAD BOOK. Se o objetivo era aproximar essa era dos fãs ao redor do mundo, é difícil compreender por que a América do Sul foi completamente ignorada. O Brasil, justamente o país apontado como uma das inspirações para BAD, sequer recebeu o livro.
Em oito anos de carreira, o Brasil recebeu apenas quatro eventos oficiais: um show da turnê, em 2023, uma revista, e duas exibições oficiais nos cinemas. Enquanto isso, outros mercados acumulam diversas paradas de turnês, pop-up stores, cafés temáticos, eventos promocionais, exposições e inúmeras experiências exclusivas. A diferença de investimento, planejamento e atenção é evidente.
Durante GOLDEN HOUR : Part.4, o continente obteve a oportunidade de adquirir, pela primeira vez, uma versão exclusiva do álbum. No entanto, em GOLDEN HOUR : Part.5, justamente a era promovida como inspirada na cultura latina, essa oportunidade deixou de existir.
Diante desse histórico, é inevitável que muitos ATINYs sintam que a nossa cultura foi valorizada apenas enquanto agregava valor à narrativa do álbum, mas deixou de ter importância quando chegou o momento de incluir o país e o continente nas ações oficiais da empresa.
Os fãs brasileiros e latino-americanos sempre demonstraram seu compromisso com o ATEEZ. Organizam projetos, compram álbuns, realizam streams, divulgam o grupo diariamente e transformam cada oportunidade em uma demonstração de apoio. O mínimo que esperam em troca é respeito, reciprocidade e uma representação que vá além da superfície.
Além disso, esse sentimento de frustração não se limita à forma como determinados mercados são tratados. A própria gestão dos artistas frequentemente gera questionamentos entre os fãs. Casos como o do Jongho e do Yeosang, por exemplo, alimentam a percepção de uma empresa que falha em oferecer oportunidades equilibradas para todos os integrantes. Há anos o fandom precisa cobrar repetidamente por atividades, promoções e maior valorização de alguns membros, sem que mudanças significativas aconteçam. Isso reforça a imagem de uma gestão inconsistente, que muitas vezes não corresponde ao potencial dos próprios artistas.
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Jura que tem Atiny em 2026 que acha que os membros não tem culpa de nada? Hongjoong é produtor musical de grande parte das musicas do ateez. Não passem a mão na cabeça de macho coreano não. Chega. Latam não é lixo.
@ana105213464317@DeliciaPuchaina no mínimo vc ñ tem nem 20 anos. Um festival que já teve como headliner rolling stones, elton john, dentre outros, é tudo, menos “sem importância.” Sem importância é a sua bolha k-pop. Acorda pra vida.
@ana105213464317@DeliciaPuchaina O festival é tão sem importância que o skz já se apresentou lá e foi um marco pra eles.
se quer diminuir o grupo do lado, pelo menos faz uma busca antes.
Imagina só: tem gente que acha que um grupo que é responsável por mais de 60% do lucro de uma empresa não pode opinar em nada. Coitadinhos. Aposto que renovaram contrato pq estavam com arma na cabeça
@hws_lolo@notbytmoon Não é só culpa da 🍰Q. Eles têm voz e liberdade dentro da empresa, mas evitam falar de Latam/Brasil. se é para ñ desagradar eua/europa eu ñ sei. Se fosse público desses países, já teria alguém em live puxando sardinha ou acalmando os ânimos. Ñ da pra passar a mão na cabeça deles
Essa fanbase do ateez brasileira é uma vergonha. Tinham tudo pra fazer barulho e mostrar nossa indignação, mas escolhem aplaudir. Nunca seremos valorizados