O trabalho de Fábio Porchat é extraordinário. Rigoroso, corajoso e devastador na exposição dos fatos. Merece audiência máxima. Vejam, façam circular, mandem nos grupos e ampliem seu alcance. Quanto mais gente assistir, melhor.
Fabio Porchat revela em 30 minutos como a religião foi usada juntamente com toda a rede de influência de Daniel Vorcaro envolvendo o pastor André Valadão, a igreja da Lagoinha, Flávio Bolsonaro e Nikolas Ferreira.
🚨🏳️🌈INCLUSÃO | Após o PL lançar a trans de direita Sophia Barclay para concorrer ao cargo de deputada federal por São Paulo, agora Flávio Bolsonaro surge pedindo votos para Yoyo Panda, que se declara como a primeira “travesti de direita conservadora do Brasil”.
Miley sobre não ter feito shows e turnês para seus últimos álbuns:
“Eu não consegui encontrar um jeito de fazer o que eu queria, que era construir algo bem edificado e ir subindo a partir daí, que é o que eu criei na minha vida particular. Você organiza tantas coisas para um show, e existe tanta coisa que - como mulher - você precisa se preocupar. Eu preciso agendar minha manicure e meu bronzeamento com antecedência. É isso que eu sempre faço e eu não quero que mude, precisa ser apenas um dia normal.
Fazer uma residência era a minha ideia. Agora eu sei, através dessa demanda de ingressos do Hollywood Bowl [4 milhões], que os meus cálculos estão corretos e as pessoas virão até mim. Eu não preciso ir até eles. Esses shows foram apenas um teste. Isso é perfeito porque as pessoas querem me ver performar e eu quero dormir na minha cama, então todo mundo fica feliz.”
O PT voltou a subir o tom, agora o alvo foi Jair Bolsonaro e divulgou um vídeo que resgata episódios de sua passagem pela Presidência da República.
Na publicação, o partido afirma que existe um Brasil antes e depois da família Bolsonaro, descreve o período como um “trauma coletivo” e apresenta o vídeo como uma homenagem à memória das vítimas do ex-presidente.
“Eles querem voltar ao poder. Nós não vamos permitir. Resistam. E vamos vencer”, escreveu o PT.
A publicação coloca o legado do governo Bolsonaro e a possibilidade de retorno da família ao poder no centro do discurso eleitoral do partido.