Viver não é consumir experiências, é escolher o que merece permanecer.
É habitar o tempo em vez de preenchê-lo.
É aprofundar o que se vive, não multiplicar o que se sente.
É compreender que uma vida pensada dói mais, mas também pesa menos.
Pensar não é acumular ideias, é aprender a desconfiar delas.
É suportar o desconforto de não ter respostas imediatas.
Quem pensa desacelera o mundo dentro da própria cabeça.
Prefere a clareza à certeza e o silêncio à opinião.