Essas imagens da copa de 2022 são emblemáticas para explicar a burrice colossal de Neymar após bater o pênalti contra a Noruega. Mbappé após o pênalti corre para pegar a bola e ir para o meio de campo. Após 1 minuto de seu gol, Mbappé marca o segundo e leva pra prorrogação.
@kokusaikun Lembra o que o Japão fez quando invadiu outros países, o porquê de atualmente não ser possível tirar o som de foto do celular, e o porquê de ter uma taxa tão alta de suicídio.
Se você não considerar tudo isso um absurdo histórico e moral, você faz parte do problema.
O póbi! 🗣️ Um segurança tentou impedir que Davi Lucca, filho de Neymar, chegasse perto do camisa 10 no final da partida entre Brasil e Escócia, nesta quarta (24). Ninguém pode dizer que a segurança não funcionou, né?! 🤣
📹: @CazeTVOficial
@senditbyron@therealKripke@TheBoysTV Acredito que seja mais sobre líderes da extrema-direita. Se o Trump se encaixa, é porque ele é igualzinho a qualquer um desses malucos.
@coramarela@bchartsnet Pode cantar, só continua não podendo ficar em pé (pq nem todo mundo quer ficar em pé no cinema), chutar a poltrona da frente na emoção, e nem ligar flash no cinema (isso muita gente faz, mas não tem nem sentido pq até é melhor de ver a tela no escuro do que com fonte de luz)
@jumoura182 Ela conquistou independência, carro de luxo, apê próprio, cargo algo. Ele está voando baixo profissionalmente. E o critério dela é conveniência? Kkkkkkk
Quando o Guns N’ Roses subiu ao palco do Estádio Mangueirão na noite deste sábado (25), não foi apenas mais um show internacional no Brasil. Foi uma resposta, clara, barulhenta e impossível de ignorar, a uma lógica ultrapassada do mercado de entretenimento: a de que grandes turnês só podem existir no eixo Rio-São Paulo.
Belém provou o contrário.
Com mais de 44 mil pessoas, o Mangueirão esteve completamente tomado. Não apenas cheio, mas vivo. Um público que cantou do início ao fim, que conhecia cada verso, que transformou o espetáculo em uma experiência coletiva de intensidade rara. Não se trata apenas de números, mas de entrega, algo que muitas vezes falta até em praças consideradas “tradicionais”.
Há anos, o Norte do país é subestimado quando o assunto é cultura de massa. Logística, distância e falta de investimento sempre foram usados como justificativas para a ausência de grandes nomes internacionais. Mas o que se viu em Belém desmonta esse argumento com facilidade: há público, há estrutura, há paixão.
O show do Guns N’ Roses não apenas encerrou a turnê da banda no Brasil, ele abriu um precedente. Mostrou que existe demanda real fora do eixo, que cidades como Belém não só recebem grandes eventos, como os elevam a outro nível.
É preciso que o mercado olhe com mais atenção para além das rotas previsíveis. O Brasil é diverso, continental, e culturalmente potente em todas as suas regiões. Ignorar isso é desperdiçar oportunidades, artísticas, econômicas e simbólicas.
Belém fez sua parte. Lotou, cantou, vibrou. Agora, cabe à indústria entender o recado: o espetáculo não pertence a um CEP específico. E o público também não.
📷 Guns N’ Roses
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@grungeyoongii Acho que o maior problema é querem ser cinegrafistas e passar o show todo com o celular no alto, e além de ficar olhando só pro celular em busca da filmagem perfeita, ainda atrapalha quem está atrás. Se todo mundo deixasse o celular do lado do rosto, isso não seria problema.
@soobinbpe Até dá, mas há a tendência a assistir através do celular, que também é deixar de vê-los ao vivo. E já fui em shows mais recentes que tinha muita gente achando que a filmagem ia ser uma "memória" melhor, e não é. Tem que haver o equilíbrio entre a hora de filmar e a hora de curtir
@yepseok E não, a filmagem também não vai ser a sua memória real. Foquem em sentir, em dar um show pro artista.
Não percam o presente por NADA nessa vida.
@yepseok O Hyunjin na frente da menina e ela não viu pq estava olhando pro celular tentando filmar o Lee Know que estava bem mais distante e se assustou quando percebeu o Hyunjin perto dela kkkk