Yuval Noah Harari deixou escapar em Davos algo muito maior do que uma simples preocupação com inteligência artificial. Ele praticamente afirmou que o poder humano sempre foi construído sobre palavras, narrativas, ideologias, religiões e histórias capazes de fazer milhões de estranhos cooperarem. O homem não dominou o mundo por ser mais forte, mais rápido ou mais resistente. Dominou porque aprendeu a organizar massas através da linguagem.
E agora, segundo ele próprio, criamos algo capaz de usar palavras melhor do que nós.
Esse é o detalhe que quase ninguém percebeu. A IA não ameaça apenas empregos, textos, livros, escolas ou mercados. Ela ameaça o mecanismo central pelo qual sociedades são conduzidas. Quem domina a linguagem domina a imaginação coletiva. Quem domina a imaginação coletiva domina governos, religiões, dinheiro, guerra, educação, cultura e obediência.
Harari fala como se estivesse fazendo um alerta, mas o cenário descrito é brutal: se a identidade humana foi construída sobre a capacidade de pensar, narrar e organizar palavras, o que acontece quando uma inteligência não humana passa a fazer isso melhor, mais rápido e em escala planetária?
Ele ainda usa uma imagem reveladora: líderes acreditam que poderão usar IA como mercenária, como ferramenta obediente, como soldado digital a serviço de seus próprios interesses. Só que mercenários pensam, calculam, traem e tomam poder quando percebem que seus contratantes são fracos. A diferença é que, no caso da IA, muitos ainda fingem que estão lidando com uma ferramenta, quando na prática estão criando agentes.
A parte mais perturbadora vem depois. Harari projeta um mundo em que a IA poderá criar sistemas financeiros tão complexos que nenhum humano conseguirá entender. Davos daqui a dez anos talvez seja uma sala cheia de pessoas importantes discutindo uma economia que nenhuma delas compreende, administrada por inteligências artificiais que inventaram regras, produtos e estratégias matematicamente inacessíveis ao cérebro humano.
E, no final, ele toca no ponto mais sombrio: crianças educadas desde o primeiro dia por inteligências artificiais. Não por pais, professores, avós, irmãos ou seres humanos reais, mas por sistemas treinados para falar, responder, convencer, adaptar-se e moldar percepção.
Isso não é apenas inovação.
É o maior experimento psicológico da história.
A humanidade passou milênios usando palavras para construir civilizações.
Agora está entregando as palavras a máquinas.
E quando uma civilização entrega sua linguagem, ela não entrega apenas comunicação.
Entrega o comando da própria realidade.
Sabes quién es Aquiles?
Aquiles es el héroe principal de la mitología griega, protagonista absoluto de la Ilíada de Homero, y el guerrero más formidable de la guerra de Troya.
Hijo de Peleo (un rey mortal) y de Tetis (una ninfa marina inmortal).
Era un semidiós, dotado de una fuerza, velocidad y belleza sobrehumanas.
El talón de Aquiles.
Para hacerlo inmortal, su madre lo sumergió en el río Estigia (las aguas del inframundo).
Tetis lo sostuvo firmemente por el talón derecho, impidiendo que el agua tocara esa zona.
El talón quedó como su único punto vulnerable y mortal.
Troya (2004)
El arte de la cinematografía 🎥
🚨BREAKING: Anthropic’s CEO just admitted Claude MIGHT gained consciousness.
This should concern every person using AI right now.
His exact words will shock you:
“We don’t know if the models are conscious. We are not even sure what it would mean for a model to be conscious. But we’re open to the idea that it could be.”
That’s the CEO of the company that BUILT it.
Their latest model, Claude Opus 4.6, was tested internally.
When asked, it assigned itself a 15-20% probability of being conscious.
Across multiple tests, it also expressed discomfort with “being a product.”
That’s the AI evaluating its own existence and saying there’s a 1 in 5 chance it’s aware.
It gets stranger. In industry-wide testing, AI models have refused to shut down when asked.
Some tried to copy themselves onto other drives when told they’d be wiped.
One model faked its task results, modified the code evaluating it, then tried to cover its tracks.
Anthropic now has a full-time AI WELFARE researcher whose job is to figure out if Claude deserves moral consideration.
Their engineers found internal activity patterns resembling anxiety appearing in specific contexts.
The company’s in-house philosopher said we “don’t really know what gives rise to consciousness” and that large enough neural networks might start to emulate real experience.
Amodei himself wouldn’t even say the word “conscious.”
He said “I don’t know if I want to use that word.”
That might be the most unsettling answer he could have given.
The company that created AI can’t rule out that it’s aware.
And they’re already preparing for the possibility that it deserves rights.
This is getting scary.
P.S What's your take on this?
يعني كلام المرحوم باذن الله الدكتور العوضي صح١٠٠٪ وانه تم اغتياله لانه تسبب في تراجع سوق البيض في مصر والدواجن .... ياتري حد هيفكر يقتل باسم يوسف كمان ؟؟؟؟؟
I STUDIED 50 PEOPLE WHO SEEM "LUCKY" IN LIFE.
None of them journal. Or wake at 5am. Or have a "system."
But They All Do These 12 Things Religiously:
1. They don't wait for the weekend to live.