Ever since USAID was defunded and thousands of NGO contracts were cancelled, left wing parties are losing in Central and South America.
Right-wing presidential candidate Keiko Fujimori just won the Peru election. This continues the trend of other countries rejected socialism.
1️⃣ Ainda me lembro quando o mundo desabou depois da Rita Matias citar alguns nomes de crianças num vídeo.
2️⃣ O homem é tratado como agente responsável quando convém atribuir-lhe culpa ou dever, mas como agente secundário quando a decisão é sobre nascer ou não nascer.
É isso?🥸
- Seja conivente com as agressões ao próprio filho.
- Minta para médicos, policiais e conselheiros tutelares, pra tentar proteger o namorado.
- Horas depois do filho morrer, vá hidratar o cabelo no salão.
- Receba perdão judicial da juíza, por ser mulher e vítima de MISOGINIA.
Tenho boas e más notícias. A má notícia é que a Alemanha, país que acolhe milhões de refugiados, perdeu as eleições para o Conselho de Segurança da ONU. A boa notícia é que o Zimbabué, país que expulsa os seus próprios cidadãos, conseguiu a eleição. Assim sempre temos multiculturalidade.
Um ex-ministro do PS, acusado de 23 abusos sexuais de menores no Processo Casa Pia, responsável político pela instituição e que esteve em prisão preventiva, continua a participar em debates televisivos pagos pelos contribuintes.
Não existe vergonha na cara quando ela está ligada à esquerda.
🗑️
Essa é a JUÍZA ELIZABETH MACHADO LOURO. Soltou Monique Medeiros, cúmplice no assassinato do menino Henry Borel, de 4 anos, espancado até a morte. Ela recebe mais de R$ 40 mil por mês do dinheiro público para fazer do caixão de uma criança um palanque ideológico.
Sou professor de Direito Processual Penal há 40 anos. Fui promotor do tribunal do júri no Rio de Janeiro por cerca de 20 anos.
Nunca havia visto uma barbaridade dessas.
“Misoginia” e “cultura patriarcal”: argumentos usados para perdoar uma mãe que mata o próprio filho.
É a justiça transformada em militância identitária.
Que nojo! 🤢
A Ana Margarida Baptista encontra-se detida na Líbia há semanas e não são conhecidos mais detalhes sobre o caso.
A comunicação social deu a notícia e depois enterrou o assunto. A esquerda, que enche as ruas a vomitar ódio contra Israel, de repente ficou cega e muda.
Se fosse em Israel? Havia protestos, histeria, debates 24 horas por dia e acusações de “crimes contra a humanidade”. Como é num país muçulmano, reina o silêncio.
Para a esquerda e para o esgoto da comunicação social, os direitos humanos só contam quando servem para atacar Israel.
Quando a vítima não encaixa na narrativa, desaparece. Não seguem os factos. Seguem um discurso que exige sempre um culpado chamado Israel.