Cidadão condenado a 121 anos de cadeia por estupro.
Solto na saidinha de Dia dos Pais e imediatamente volta a estuprar.
Uma menina agora carrega um trauma inimaginável porque a esquerda brasileira não acredita que bandidos devem ficar presos.
Vamos dar nome aos bois.
Toda vez que votam qualquer coisa para deixar bandido preso, o PT e o PSOL se colocam contra. Sempre vai ser assim. É a ideologia deles. Vocês votam porque querem. Depois não reclamem de terem exatamente o que pediram.
Opinião traduzida da JK Rowling sobre disforia de gênero para que não haja dúvida do que ela realmente defende:
"Minha posição é que a disforia de gênero é uma condição real e dolorosa e que, para alguns adultos, a única maneira pela qual eles podem se sentir capazes de resolver esse conflito interno é a transição. Se essa for a estrada que escolherem, desejo-lhes longa vida e felicidade e me oporia vigorosamente a qualquer discriminação contra eles no que diz respeito a emprego, moradia ou direitos de voto.
Não acredito que crianças tenham a capacidade de consentir com tratamentos que possam deixá-las inférteis e, em alguns casos, anorgásmicas. Múltiplos estudos mostraram que a disforia de gênero na infância e na adolescência não é incomum, particularmente para crianças gays, mas também ocorre, por exemplo, em meninas hétero que odeiam a ideia de se tornarem mulheres e, às vezes, tragicamente, em crianças que sofreram abusos. As evidências disponíveis mostram que, na maioria dos casos, a disforia de gênero se resolve após a pessoa passar pela adolescência. Sou fortemente contra o tratamento experimental de bloqueio da puberdade em crianças disfóricas.
Acredito que ativistas trans se comportaram de forma extremamente antiética e irresponsável ao fingir que há boas evidências de que esses tratamentos são benéficos (não há), de que bloqueadores de puberdade são completamente reversíveis (há um corpo crescente de evidências sugerindo que não são) ou de que crianças provavelmente se matarão se negadas bloqueadores (não há evidências para apoiar isso e organizações de prevenção ao suicídio alertam contra fazer tais declarações, devido ao perigo muito real de contágio suicida).
É claro, nem todas as pessoas trans-identificadas são disfóricas. O travestismo erótico, também conhecido como autogynefilia (obter um prazer sexual ao se vestir como/fingir ser uma mulher), existe há muito tempo.
Acredito que lésbicas têm o direito de excluir homens hétero que se vestem de forma cruzada de seus pools de namoro sem serem acusadas de preconceito e pior (o mesmo vale para homens gays com mulheres trans-identificadas). É profundamente homofóbico atacar pessoas gays por serem atraídas pelo mesmo sexo.
Não acredito que alguém, adulto ou criança, tenha “nascido no corpo errado”. Isso é uma crença infalsificável, quase religiosa. Uma pessoa pode *sentir* como se estivesse no corpo errado, mas humanos não podem literalmente mudar de sexo. No entanto elas se identifiquem, homens não pertencem aos espaços de sexo único pelos quais mulheres lutaram tanto."
Pronto, agora essas páginas de fofoca podem parar de inventar coisa para de taxá-la como um monstro e só ser uma pessoal racional e bem fundamentada
Nenhuma criança acredita ser queer ou trans, até que um adulto implante essa ideia em sua cabeça.
Crianças não possuem sequer o aparato neurológico e linguístico para tomar essas decisões. O uso sacrificial da infância é a parte mais cruel desse ativismo.
@HulissesDias@jcamargonyc É exatamente isto. Admito que as coisas não são mutuamente excludentes - posso reconhecer estar numa bolha e ao mesmo tempo reconhecer que não tenho conforto algum nesta bolha, e que quem ganha muito menos que isso sequer tem recursos para avaliar ou opinar sobre essa questão 🫣
@elivieira@ivanildoiii Eu não sei se estou viajando, mas acho esse cara totalmente irrelevante até pra esquerda. Limitado intelectualmente, desarticulado, enfim. Espero que eu esteja certo e em poucos anos ninguém mais se lembre dele.
quantos atentados terroristas praticados por muçulmanos no ocidente precisam ocorrer para que a esquerda identitária aceite que o extremismo islâmico é um movimento político que visa eliminar as liberdades individuais criadas pelas democracias liberais?
É possível discordar sem odiar.
Apesar de cristão, Tomás de Aquino chamava Averróis de "O Comentador". Essa é uma ótima lição para o ódio atual que tantas pessoas têm com o outro só por adotar uma cosmovisão diferente. Tomás discordava dele em muitos pontos (afinal de contas, ele escreveu uma obra inteira contra a interpretação averroísta sobre a alma), mas ainda assim continuava chamando-o de "O Comentador" (com artigo definido mesmo). O Boi Mudo reconhecia a genialidade hermenêutica do adversário mesmo enquanto rejeitava suas conclusões metafísicas.
Tomás honrava a inteligência de Averróis, bebia da sua leitura de Aristóteles, chamava-o pelo título mais nobre que a tradição escolástica oferecia, e simultaneamente escrevia tratados inteiros contra suas ideias. A discordância profunda convivia com o respeito genuíno, porque os dois se travavam no terreno do argumento, não no terreno da identidade.
Tomás nos ensina que é possível admirar a inteligência de alguém e discordar profundamente das suas ideias. É essa lição que falta ao ódio de hoje. Quem pensa diferente vira inimigo total, como se a cosmovisão do outro apagasse qualquer mérito intelectual. Assim como Tomás eu prefiro combater a ideia com todo o rigor e ainda chamar o autor pelo nome que ele merece.
Essa nota da comunidade foi um dos melhores exemplos que eu já vi de pedantismo bem aplicado.
Mas ele nem é necessário. Se ficção não tem nenhum compromisso com verossimilhança ou "realidade" (coerência com as regras do mundo construído na narrativa), que se coloque então o Aragorn numa Honda CG 125 na próxima adaptação do Senhor dos Anéis. Se a audiência reclamar, é porque é ludita, inimiga da tecnologia, motofóbica e não sabe nada de arte.
Um diretor está perfeitamente livre para fazer escolhas provocativas, inclusive com uma mensagem política. Quando Orson Welles colocou a atriz negra Eartha Kitt para interpretar Helena numa peça de teatro em Paris em 1950 (não era a Odisseia, contudo), provavelmente parte da mensagem era uma crítica provocativa ao racismo. Na época, era corajoso, talvez necessário, como o beijo do Capitão Kirk e a Tenente Uhura em Star Trek (1968).
Em tempos pós-identitarismo, contudo, a escolha de Lupita Nyong'o é mais do mesmo. É mais lida como covardia: um diretor se conformando a uma moda que domina Hollywood há mais de uma década. Uma moda que sempre foi hipócrita, já que ninguém aceitaria uma troca racial no sentido contrário. Alguém deu o exemplo do filme Deuses do Egito (2016) com europeus os interpretando. O exemplo cai com a cara no chão, pois foi um dos filmes mais criticados por troca racial quando foi lançado. Ele confirma a hipocrisia das normas sociais identitárias que dominam as artes, não é contraexemplo.
A escolha de elenco não é um dos pontos mais importantes da adaptação de Christopher Nolan, contudo. O problema é não assumir que é provocativo, fingir que é uma escolha perfeitamente banal, e culpar a audiência que, de forma talvez hipersensível e equivocada, está cansada da lacração e de ser acusada dos piores delitos morais por críticas que os próprios progressistas identitários fizeram, inclusive no exato exemplo do filme sobre deuses egípcios.
Uma parte da audiência não quer Lupita como Helena porque também não quer Tom Cruise como samurai: viola a verossimilhança da história e prejudica a suspensão da descrença — como Harry Potter atirando em Voldemort com uma submetralhadora Uzi. Outra parte muito menor não quer Lupita como Helena porque é racista. O truque do identitarismo nas artes, já batido pois praticado há mais de uma década, é confundir propositalmente a última parte com a primeira parte.
@madeinbajor Quem tem restrições tem que conviver com elas, ainda mais em eventos tipo casamento, não é obrigação dos noivos pensar em todas as restrições de todos os convidados.
@MarioTricolor05 Sou São Paulino e vou respeitosamente discordar. Eu assisti essa Copa e o Raí entrou mal. Mazinho melhorou o time. E Dunga foi mais capitão quando assumiu do que o Raí no ciclo todo. Eu gostaria de ter visto Raí levantando a taça, mas ele perdeu espaço com justiça