Argentina indo pra segunda final de Copa consecutiva enquanto a pachecada daqui se emocionando com vídeo de IA de Neymar e discutindo ele pra 2030.
Nada é por acaso.
Brasil sendo eliminado e o patético do Neymar pedindo pro goleiro escolher o lado
Fez o gol e saiu rindo
Parabéns aí palhaço por animar a plateia 👏👏👏
Tudo o que o time precisava era de um bobo da corte
O cracaço Oscar Schimidt também jogou pelo glorioso Paysandu, em Belém, em 1999. Na foto, está ao lado do craque paraense Nelson Maués, então presidente da Federação Paraense de Basquetebol – FPB. A história completa do jogo e outras histórias sensacionaos estão contadas no livro “De Mosqueiro a Xangai”, do próprio Nelson.ccc ( Tito Barata)
O Paysandu Sport Club lamenta o falecimento do ex-atleta Oscar Schmidt, lenda do basquete brasileiro. Desejamos força aos familiares e aos amigos mais próximos.
No Instagram, o Neymar publicou os seus dados de GPS na partida contra o Novorizontino.
Ele foi o 4° jogador que mais percorreu o campo e o 4° em metros percorridos em alta intensidade.
Ele diz: "2° jogo pós cirurgia.. Seguir evoluindo 😉"
📊 CURIOSIDADE — em todas as temporadas que o Pistons teve uma sequência de 12+ vitórias, eles acabaram vencendo o título.
13 vitórias seguidas em 2003-04 (🏆)
13 vitórias seguidas em 1989-90 (🏆)
12 vitórias seguidas em 1989-90 (🏆)
Atualmente, o Detroit Pistons está em uma sequência de 12 vitórias consecutivas.
Eu acho que a gente não tem dimensão real do que tá acontecendo em Detroit até agora.
Pra isso, temos que voltar aos anos 2000, quando o Pistons era uma das maiores forças da Conferência Leste:
— 6 finais de conferência consecutivas entre 2003 e 2008.
— 7 anos seguidos terminando no top 3 do Leste na temporada regular.
Cansado de cair no "quase" por 3 anos seguidos, a diretoria decidiu mudar bastante o elenco a partir da temporada 2008-09, e o desastre começou, com o time terminando em 8° na tabela e sendo varrido na 1ª rodada dos playoffs.
A partir daquele momento, seguiria uma das fases mais cruéis da NBA com um time multicampeão:
— Terminou de 10° a 12° colocado no Leste entre 2010 e 2015.
— Pegou playoffs em 2016, mas foi varrido na 1ª rodada.
— Fora dos playoffs em 2017 e 2018.
— Pegou playoffs em 2019, mas foi varrido na 1ª rodada.
Mas tinha como piorar. Nos 5 anos seguintes, de 2020 a 2024, o Detroit Pistons terminou entre 13° e 15° no Leste. Era o ponto mais baixo da franquia desde o primeiro título, em 1989.
Na temporada 2023-24, talvez a maior humilhação que um time da NBA sofreu na história:
28 derrotas seguidas.
No meio dessa sequência, o astro Cade Cunningham deu uma entrevista que marcou a reconstrução do Pistons:
"Nós somos ruins, mas não nesse nível."
E esse era o sentimento de muita gente que assistia pelo menos um pouco de Detroit — o time tinha seus problemas, mas não fazia sentido aquela campanha, ainda mais tendo um cara como o Cade Cunningham. Era um mar de azar aparentemente interminável.
Em 2024-25, tudo muda:
JB Bickerstaff vira técnico, Cade Cunningham dá o próximo passo, Jaden Ivey e Jalen Duren passam a contribuir ainda mais, Ausar Thompson continua melhorando, e Malik Beasley é uma ótima contratação da diretoria.
De 28 derrotas seguidas, 14-68 na tabela e 15° colocado no Leste na temporada passada, o Pistons vai pra 6° lugar e termina com 44-38. Uma melhoria absurda de 30 vitórias, uma das maiores que a NBA já viu.
Vaga nos playoffs após 7 anos, a melhor colocação desde 2008 e a cereja no bolo: primeira vitória em mata-mata em 17 anos, em uma série bem disputada contra o Knicks.
O início avassalador do time em 2025-26 é o sinal de que não para por aí. Hoje, o Detroit Pistons joga e encanta, com um dos melhores basquetes praticados em toda a NBA.
8-2, líder do Leste após anos, e um time que ainda tem Jaden Ivey e talvez Malik Beasley pra retornar.
Finalmente, um gigante volta ao lugar que merece estar.