tenho certeza que a minha personalidade foi moldada no exato momento que eu queria uma casinha dessas de menininha e tinha acabado na loja qnd meu pai foi comprar e ele chegou com uma cabana de acampar
O caso Benício segue chocando Manaus.
Agora, a defesa da médica Juliana Brasil afirma que ela admitiu ter cometido um erro “no calor do momento”, mas tenta empurrar a responsabilidade para o sistema do hospital.
Segundo os advogados, ela teria registrado a adrenalina por nebulização e a plataforma teria alterado automaticamente para intravenosa.
É preciso dizer com clareza, essa narrativa tenta transformar uma falha gravíssima em acidente burocrático, como se um sistema informático tivesse mais poder que o dever profissional de checar, confirmar e garantir a segurança de uma criança em estado crítico.
A defesa tenta defender o indefensável ao apresentar um vídeo que supostamente mostra inconsistências do sistema, enquanto ignora a dimensão humana e ética do que ocorreu.
Benício não está mais vivo.
Uma criança morreu. E diante disso, insinuar que um clique automático explica o que aconteceu é desrespeitoso com a família, com a sociedade e com a responsabilidade que acompanha a prática médica.
É urgente que os fatos sejam tratados com seriedade, sem manobras para suavizar um erro que custou uma vida.
A cidade exige respostas reais, não desculpas improvisadas.