@Luisengeek Muito longe de Guerra Infinita. Construíram a narrativa desde os primeiros filmes do MCU e deixaram tudo amarradinho pra chegada do Thanos e a união dos heróis.
Agora parece tudo jogado as pressas, no máximo dando importância pro multiverso que n tem nada específico pro Doom
@IchoAlves@paulortarabal@aguedescartoon “Ai é moleza” kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
@pedrinho_pum@Luisengeek Sim, o Flow mesmo sob a polêmica ainda detinha um público enorme, mesmo desconsiderando aqueles que estavam apenas pelo Monark. O problema eram os patrocinadores, que não bancariam nada com ele ali. Entao era simples: sem o Monark, patrocinio volta, público mínimo fiel presente
@NewsLiberdade Isso não é guerra cultural. Promover uma pauta atingindo apenas famílias de classe média para cima que, com ou sem homeschooling, já passariam determinados valores para seus filhos não é guerra cultural. É só uma manutenção do curral eleitoral.
O embate é na educação pública
@reumalho Fica difícil estabelecer como ponto central da má prática médica a “extrema direita” qnd esse o termo foi tão inflacionado que perdeu grande parte do seu poder descritivo objetivo
Vai desde neonazista até qm é contra cotas.
Mantenho o ponto que isso empobrece o debate
@doutoroctops@ILivros67197@reumalho Super razoável afirmar que cerca de metade dos médicos não sabem fazer anamnese direito só pq n acreditam no materialismo marxista etc etc kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
@reumalho@escaranovo Então por que a afirmação inicial foi determinista? “não tem conservadorismo na medicina que resista a uma boa anamnese” implica em quem é conservador invariavelmente faz uma anamnese ruim
@ILivros67197@doutoroctops@reumalho Tem muitas nuances que levam a essa visível propensão a determinados espectros políticos nas especialidades. A qualidade da anamnese com certeza n é fator chave
@ILivros67197@doutoroctops@reumalho Ambos os lados vivem de reducionismos pobres, e esse ortopedista visivelmente não escapa disso.
Se faz necessário negar a possibilidade da existência de determinados tipos de pessoas, mesmo que minoritárias em um meio, para corroborar com o discurso político “nós contra eles”