Yves diz que nunca sentiu a necessidade de especificar publicamente sua sexualidade:
“Mesmo na época do LOONA, eu já tinha uma grande base de fãs LGBT+ e sempre fui grata por isso. Mas isso também trazia uma certa pressão; eu passei a ser mais cuidadosa com minhas palavras e atitudes, pensando em como as pessoas poderiam interpretá-las. Não sinto que precise explicar ou definir essa parte de mim em detalhes. Assim como a música está sempre aberta a interpretações pessoais, prefiro deixar que as minhas palavras, ações e música também permaneçam abertas a isso. Se pequenas coisas – o que eu digo, como eu ajo ou até a própria música em si – puderem dar a outra pessoa um pouco mais de liberdade para pensar e agir por conta própria, fazê-la se sentir menos sozinha ou lhe dar forças para seguir em frente, só isso já me deixa muito feliz.”