URGENTE! TENTATIVA DE CASSAÇÃO NA CÂMARA DE SP!
A base do prefeito Ricardo Nunes quer cassar os mandatos das vereadoras @AmandaaPaschoal e @luanapsol, do PSOL, por conta do pedido de impeachment do prefeito!
Não há nada que justifique essa iniciativa, a não ser uma tentativa de INTIMIDAR A OPOSIÇÃO!
#Nunesperseguidor
Seis dias antes da eleição, mais de duas dezenas dos principais estrategistas do presidente Trump participaram de uma chamada de vídeo privada.
O clima era sombrio. A discussão começou com menções a cianeto.
"Você quer o comprimido branco primeiro ou o comprimido preto primeiro?", perguntou Tony Fabrizio, o principal responsável pelas pesquisas de opinião do presidente.
Tim Saler, um dos principais consultores de dados do Partido Republicano, apresentou dois cenários. No primeiro, o super PAC MAGA Inc., de US$ 400 milhões, estava alcançando os eleitores que desejava e esperava que votassem. "Esse é o cenário otimista", disse ele.
O outro foi de um desastre total.
"Estou colocando meus assuntos em ordem", disse James Blair, que deixou a Casa Branca para supervisionar a estratégia do presidente para as eleições de meio de mandato, provocando risos, segundo quatro pessoas presentes na ligação. "Sugiro que todos façam o mesmo."
Durante cerca de 30 minutos, a conversa foi marcada por humor negro: preparativos para funerais, comida de prisão, indultos presidenciais e até mesmo uma breve digressão sobre fugir do país.
“Pelo menos Bibi ganhou. Ele vai nos proteger”, disse Blair sarcasticamente sobre o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, cujo país havia votado no dia anterior. (O bloco de Netanyahu não conseguiu a maioria, e seu partido logo alegou que a eleição havia sido fraudada.)
“Talvez pudéssemos obter asilo em Israel”, disse o Sr. Fabrizio.
A dimensão da destruição causada no Partido Republicano ficaria clara uma semana depois.
Os democratas conquistaram uma enorme maioria na Câmara e o controle do Senado, um feito notável impulsionado por vitórias em redutos republicanos — Kansas, Carolina do Sul, Texas — que poucos poderiam ter imaginado um ano atrás.
Este relato do colapso do Partido Republicano baseia-se em entrevistas com mais de 70 pessoas — entre elas legisladores, estrategistas políticos, líderes partidários, pesquisadores de opinião pública, funcionários da Casa Branca e assessores do Congresso — que estiveram diretamente envolvidas nas eleições de meio de mandato, muitas das quais tiveram sua identidade preservada para descrever conversas e decisões privadas.
A dimensão da derrota estava longe de ser inevitável.
Os republicanos arrecadaram fundos em níveis recordes , tinham o homem mais rico do mundo , uma decisão favorável da Suprema Corte sobre financiamento de campanhas e uma oposição desmoralizada e impopular.
No Senado, eles tinham um mapa eleitoral que obrigava os democratas a competir em estados que não venciam há décadas.
E na Câmara dos Representantes, a equipe de Trump demoliu a tradição de redesenhar os limites dos distritos eleitorais apenas uma vez por década, a fim de criar novos distritos e ajudar o Partido Republicano a reforçar sua estreita maioria.
O que os republicanos não conseguiram superar foi um presidente que perdeu a confiança do público na economia e em muito mais. E o que eles não previram foi uma guerra impopular no Oriente Médio — uma guerra que fecharia o Estreito de Ormuz e elevaria o preço da gasolina para mais de US$ 4 por galão — que se estenderia até o período eleitoral.
E os democratas estavam prontos, desta vez, para aproveitar os tropeços do Partido Republicano. (NYT)
BREAKING: HOLY SMOKES! Democrats now control enough states to effectively abolish the Electoral College through the National Popular Vote Interstate Compact.
Republicans did NOT have this on their bingo cards...
Under the Constitution, states control their electoral votes and are allowed to decide how they are allocated during presidential elections. Currently, almost every state gives its votes to whoever wins the state.
In practice, the current system means that a candidate can win the national popular vote, but lose the election because small states like Wyoming exert undue influence on the outcome. That state has 3 electoral votes with a population of just 577,000 people. California has 54 electoral votes and a population of 39.5 million people. So a vote in Wyoming is essentially 3.8 times as valuable as one in California.
Since 1992, Democrats have won the popular vote seven out of nine times.
Under the NPV, states that join agree to give their electoral votes to whoever wins the national popular vote, not just their own state. So a state could go red on the map, but if the Democrat wins the national vote, they still get that state's votes. And vice versa of course.
The crucial mechanism is that the compact doesn't trigger until the member states have a combined power of at least 270 electoral votes, the number needed to win the White House. So far, 18 states plus D.C. have joined, totaling 222 electoral votes. We only need 48 more.
Now is the chance to pass this measure in every state possible. Democrats won both houses of the legislature in Wisconsin for the first time in 18 years (10 electoral votes). We won the Pennsylvania state Senate for the first time since 1993 (19 votes). We now have a trifecta in Michigan (15 votes). And we won the governor’s race in Nevada (6 votes).
10 + 19 + 15 + 6 = 50.
222 + 50 = 272.
And if we hold our lead in the Arizona Senate, that number could climb as high as 283, more than enough to trigger the compact.
In addition to removing an imbalance in our system that favors Republicans, this novel approach would fundamentally change how candidates run their presidential campaigns. Currently, they are incentivized to ignore most of the country. If you live in a “safe” state, red or blue, your vote for President is basically decided before you cast it. Campaigns spend their time and money in a handful of swing states while the rest of us watch from the sidelines. If the National Popular Vote Interstate Compact is adopted, they'll have reason to hit every state because they're aiming to win the largest swath of the country as a whole, not just certain states.
States have until July 20, 2028 to join the compact in time for the next presidential election.
We can fix our democracy. The time is now.
Please ❤️ and share if you support this idea!
Nossa vitória teve duas frentes complementares: as REDES, sim, mas principalmente as RUAS!
A esquerda precisa seguir mobilizada! A luta contra o fascismo está longe do fim!
Como foi a mobilização de rua a favor de Lula no 2º turno? 🧵
Um levantamento das notícias, município por município, mostra o tamanho dessa mobilização. Entre 5 e 24 de outubro, a imprensa noticiou 806 atos, caminhadas, carreatas e outras atividades de rua pró-Lula, em 276 municípios de 25 estados e do Distrito Federal.
É um número expressivo: mais de 40 atividades por dia, em média, e só contando o que virou notícia. O número real deve ser bem maior.
Não podemos desperdiçar a força que construímos nessas eleições!
Siga perfis de esquerda, compartilhe, participe dos debates e ajude a construir essa união para fora das redes.
A luta continua todos os dias! Vamos juntos?
#EsquerdaSegueEsquerda
Sábado e domingo (7 e 8 nov.) tem a Feira Miolo(s), na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo!
Bora encontrar quem escreve, edita, imprime e distribui livros fora dos grandes circuitos?
A edição independente precisa de público e condições de trabalho.
#FeiraMiolos#Livros
Favela é cidade. Foi construída por quem mora na própria comunidade, muitas vezes sem a infraestrutura que o poder público deveria garantir.
Urbanizar é levar saneamento, transporte e proteção contra enchentes sem expulsar os moradores.
#DiaDaFavela
A PEC da Segurança fala em integrar as polícias.
Mas já se perguntaram o que acontece antes e depois do crime?
Penas maiores não impedem, num passe de mágica, o recrutamento por facções nem reparam os danos às vítimas.
Segurança também é prevenção.
#SegurançaPública
Obama faz postagem emocionada após avalanche que enterrou Trump nas ‘midterms’
Ex-presidente democrata dos EUA foi às redes para se pronunciar sobre vitória avassaladora de seu partido. Números mostram esfacelamento da extrema direita propagadora de ódio
https://t.co/2bhuQ0MGaY
Os republicanos perderam no Congresso, mas o trumpismo não vai desaparecer só com uma eleição: tem dinheiro, meios de comunicação e organizações.
Por isso, sindicatos, movimentos sociais E NÓS, NAS REDES, precisamos continuar mobilizados!
#EUADidTheL
Os democratas ganharam Câmara e Senado nos EUA. O custo de vida e a guerra pesaram no voto.
Isso pode limitar Trump no Congresso, mas não faz os preços caírem nem encerra conflitos.
Uma vitória eleitoral é só parte da disputa.
#EUADidTheL
A proibição das bets chegou no STF, mas depende do Congresso.
Tem gente que fala em liberdade para apostar, como se o problema terminasse aí.
E as perdas? E as famílias endividadas? E a saúde de quem desenvolveu dependência?
#BetsNuncaMais
Tem gente que trabalha o mês inteiro e não consegue pagar as contas.
As bets chegam prometendo dinheiro fácil, mas lucram com o dinheiro que os jogadores perdem.
É a precariedade virando negócio.
#BetsNuncaMais
Concordo, acrescento que essa luta permanente deverá se dar pela informação, não tem como a gente não conversar com aquele familiar, amigo, vizinho e colega de trabalho e, na humildade, tentar mostrar pra ele que a extrema direita usa de mentiras para vender um país que eles nunca entregariam porque defendem o oposto do que propagam.
NUNES VAI PASSAR A MOTOSSERRA NA CIDADE. LITERALMENTE! 🪚🌳
O prefeito quer reduzir de 10 para 5 dias o prazo para recorrer contra o CORTE DE ÁRVORES em SP!
Árvores que oferecem risco já têm prazo reduzido. Mas agora Nunes quer facilitar o corte de TODAS as árvores e dificultar a participação da população!
Amanhã tem a primeira audiência desse projeto. Vamos barrar esse retrocesso!
#NunesMotosserra
Seguir perfis de esquerda é só o começo!
Precisamos transformar a força das redes em organização popular: defender direitos, cobrar o governo, pressionar o Congresso e enfrentar o fascismo no Brasil e no mundo.
A luta é permanente!
#EsquerdaSegueEsquerda
Política não é algo que acontece só de 2 em 2 anos!
A esquerda precisa continuar unida e organizada em torno das nossas pautas: trabalho, moradia, saúde, educação e meio ambiente.
A luta precisa fazer parte do cotidiano, nos bairros, sindicatos, movimentos e associações.
O Exército do Lula ultrapassa as fronteiras do Brasil!
Podemos construir redes internacionais de solidariedade e fortalecer a organização popular.
O fascismo é um problema mundial, e seu enfrentamento só pode ser feito com a união entre os povos.
Reelegemos Lula, mas a direita dominou o Congresso.
Precisamos continuar unidos e organizados, lutando pelas nossas pautas, defendendo direitos, cobrando o governo e pressionando deputados e senadores.
A força que construímos nas urnas precisa continuar nas ruas!
O voto distrital, articulado pelo Centrão, favorece quem domina os territórios.
Coronelismo, milícias e facções criminosas podem converter sua influência em cadeiras no Congresso.
É um risco imenso para a democracia!
#VotoDistritalNao