Minha candidatura é simples de entender: em defesa do agro, da liberdade e da propriedade.
O interior do Paraná precisa de representação, de gente preparada, que estudou para isso.
Por isso, estou aqui.
Vem me acompanhar pelo IG: https://t.co/ab7awMxSGs
Mais um dia visitando o nosso interior do Paraná, dia de correria e muitos encontros.
Obrigado a todo mundo que me deu uns minutinhos da atenção.
Juntos pelo nosso interior, pelo nosso Paraná.
Em breve em Brasília.
a regra (hoje derrubada) foi criada em 1969 pela Junta Militar:
Gilmar Mendes defende rediscutir diploma obrigatório para jornalistas: “Podemos rediscutir se de fato se entender que há algum comprometimento na qualidade de informação”
https://t.co/Z3H9oANTrd
via @Poder360
Em 2009, o STF derrubou o diploma obrigatório de jornalismo, um resquício da ditadura militar, porque a Constituição garante liberdade de imprensa sem impor condição ao seu exercício.
Na ditadura, esse era o mecanismo perfeito de censura sem prisão: bastava acionar a FENAJ, cassar o diploma e o sujeito deixava de existir profissionalmente. Limpo e discreto.
Agora Dino e Moraes, convenientemente, querem voltar com isso. Os mesmos que exercem seus cargos sem prestar concurso.
Xandão já foi atrás de fontes jornalísticas, intimidando elas. Agora é a vez de controlar quem pode publicizar.
#Editorial
O que a Folha pensa | Moraes e Dino avançam contra a livre informação. Após afronta ao sigilo da fonte, ministros desejam a volta da obrigatoriedade do diploma de jornalismo
https://t.co/AMgdbYkhw7
#Editorial
O que a Folha pensa | Moraes e Dino avançam contra a livre informação. Após afronta ao sigilo da fonte, ministros desejam a volta da obrigatoriedade do diploma de jornalismo
https://t.co/AMgdbYkhw7
O nome do que fizeram com o jornalista maranhense que ousou denunciar Flávio Dino é pesca probatória. Apreenderam e vasculharam o telefone dele para encontrar a fonte da informação. É ilegal, é nojento, é coisa de ditadura.
Durigan disse que os juros longos pagos pelo Tesouro são "inaceitáveis." Fui puxar os números pra entender quem criou essa situação.
Dívida pública saiu de 71,7% pra 81,9% do PIB em 3,5 anos. +10 pontos. Gastos subiram 22% desde 2023, receita subiu 17%. Déficit nominal: 10% do PIB — R$ 1,31 trilhão em 12 meses. São R$ 4,4 bi por dia útil só em juros.
NTN-B 2032 paga IPCA + 8%. Isso não é capricho do mercado. É preço de risco de um governo que gasta mais do que arrecada há 13 anos seguidos e exclui R$ 62 bi de despesas do cálculo pra fingir que cumpre a meta.
Juro longo é termômetro. Reclamar da taxa sem cortar gasto é reclamar da febre e se recusar a tomar o remédio.
O relatório da PF no qual Moraes se baseou para violar o sigilo da fonte do jornalista Luís Pablo apontou não ser "possível 'apontar com máxima certeza' que Luís Pablo recebeu dinheiro para fazer matérias sobre Dino".
Acontece que Moraes se manifestou publicamente afirmando COM MÁXIMA CERTEZA que Luís Pablo recebeu dinheiro para fazer matérias sobre Dino:
"Da mesma maneira, o STF continuará a proteger todas as pessoas e suas famílias, inclusive ministros desse Tribunal, que venham a ser ameaçados ou coagidos por associações criminosas, que travestidas de jornalismo, pratiquem diversas infrações penais MEDIANTE PAGA, MEDIANTE RECOMPENSA, MEDIANTE PAGAMENTO EM DINHEIRO, ou comprando ilicitamente informações obtidas criminosamente."
Essa manifestação caracteriza um pré-julgamento de um caso que ainda está em fase de inquérito. Ou seja, não existe sequer uma ação penal ainda e ele já tem a sentença pronta. A fala é uma violação grave ao princípio da imparcialidade do juiz, à presunção de inocência e ao devido processo legal.
Moraes afirmou pública e categoricamente que Luís Pablo recebeu dinheiro para publicar matérias contra Dino, mesmo sem ter prova definitiva sobre tal pagamento. Se o prosseguimento das investigações demonstrar que isso é mentira, qual é a probabilidade de Moraes absolvê-lo depois de haver se manifestado de forma tão veemente?
Essas regras que Moraes viola constantemente são básicas e comuns a todos os juízes do Brasil. A todos, MENOS os ministros do STF.
Se qualquer juiz de primeira instância tivesse se manifestado assim, não haveria qualquer dúvida sobre o seu afastamento do caso por suspeição. E certamente receberia duras reprimendas das instâncias superiores.
Como é que um ministro do STF, que deveria ser EXEMPLO para a magistratura no país, tem liberdade para VIOLAR diuturnamente direitos e garantias fundamentais e princípios básicos do direito e do devido processo legal?!
Hoje, muitas famílias enfrentam uma dor que palavra nenhuma é capaz de diminuir. As vítimas saíram de Imbituva (PR) com destino a Curitiba, em busca de atendimento médico, quando aconteceu essa tragédia na BR-373, que deixou 23 mortos. Aos familiares, aos feridos e a todos que foram afetados por essa tragédia, deixo meu carinho, minhas orações e meu desejo de força para atravessar este momento tão difícil.
ELEIÇÕES 2026 🗳️ Lula já gastou R$ 278,3 bilhões de olho na reeleição; veja no Gastômetro quais áreas foram priorizadas → https://t.co/JO5KGPKL6K
Ferramenta inédita do Estadão acompanha e atualiza os desembolsos do governo federal em ano eleitoral; Planalto reitera que quase todo o pacote não possui impactos para a União
O lulismo aprendeu uma coisa extraordinária: não precisa mais fabricar intelectuais. Basta alugá-los.
Simone Tebet e Tabata Amaral chegaram aos últimos quatro anos carregando exatamente o patrimônio que Lula precisava importar: respeitabilidade técnica. Não eram petistas folclóricas, não tinham cheiro de sindicato nem estética de diretório acadêmico. Eram as mulheres inteligentes da sala. Uma entendia de gestão. A outra falava em evidências, educação, números, futuro. Lula olhou para as duas e deve ter pensado: perfeito. Ponham o diploma na vitrine e deixem a conta comigo.
Tebet virou ministra do Planejamento. Planejamento! A palavra chega a ser uma crueldade involuntária. A dívida bruta estava em 71,7% do PIB no fim de 2022 e chegou a 81,9% em junho de 2026. Enquanto isso, o governo inaugurava bilhões em anúncios, programas, PACs, siglas e cerimônias. Brasília descobriu há décadas a obra metafísica: aquela que já consumiu dinheiro antes de existir.
O Novo PAC é uma maravilha desse gênero. Executa-se orçamento, celebra-se execução, produz-se apresentação sobre a execução da execução. E a obra? Calma. Segundo os números citados do TCU, apenas 23,1% das metas previstas para 2025 haviam sido cumpridas. O dinheiro adquiriu uma propriedade quântica: desaparece do Tesouro antes de a infraestrutura aparecer na realidade.
Tebet conhecia outra política. Em Três Lagoas, sua passagem pela prefeitura esteve associada à consolidação industrial da cidade. Fábrica é uma coisa vulgarmente concreta: tem chaminé, funcionário, salário, imposto. No Ministério do Planejamento, ela ascendeu ao estágio superior da administração brasileira, no qual o sucesso pode existir independentemente da realidade física.
E então temos Tabata.
Tabata é ainda mais interessante porque representa a modernização intelectual do assistencialismo. O velho populista distribuía dinheiro dizendo: “Toma”. O novo distribui dizendo: “Segundo as evidências...”.
O Pé-de-Meia custa bilhões para pagar adolescentes pobres pela façanha de continuar frequentando uma escola pública. E funciona: reduz evasão. Eis a parte deliciosa. Descobrimos finalmente como melhorar a educação brasileira sem necessariamente melhorar a educação brasileira.
Pagamos para o aluno não ir embora.
Ele permanece.
Mas aprende?
Aí já estamos querendo demais.
O dinheiro cai na conta. Tirando a parcela bloqueada para conclusão, não existe uma polícia pedagógica seguindo cada real. Pode virar ônibus, comida, celular, dívida da família, tênis, conta de luz ou aposta. É dinheiro. Dinheiro possui essa inconveniência ideológica de não perguntar ao ministro onde deve ser gasto depois que chega ao bolso.
Enquanto isso, o grande drama brasileiro continua sentado dentro da sala de aula: aprendizagem insuficiente. Podemos conseguir a proeza estatística de ter menos evasão e continuar formando jovens incapazes de interpretar um texto complexo, dominar matemática elementar ou disputar produtividade com o mundo desenvolvido.
Criamos o ignorante presente.
Antes ele abandonava a escola. Agora pode permanecer nela, constar na estatística, receber duzentos reais e sair anos depois carregando um certificado que frequentemente vale mais como documento administrativo do que como prova de conhecimento.
É uma solução tipicamente brasileira: diante de uma escola que não consegue manter o aluno interessado, não tornamos a escola irresistivelmente melhor. Remuneramos o desinteressado para que permaneça.
E chamamos isso de revolução educacional.
Tebet e Tabata são, por isso, personagens perfeitas deste Lula 3. Não são capachos porque sejam burras. Seria mais confortável se fossem. São capachos justamente porque possuem aquilo que o lulismo precisava: currículo para conferir respeitabilidade ao velho método.
Tebet emprestou ao gasto a palavra “planejamento”.
Tabata emprestou ao assistencialismo a palavra “evidência”.
Lula ficou com o poder. Elas ficaram com a aparência de modernidade.
E nós ficamos com uma dívida maior e uma escola cheia.
Cheia, inclusive, de alunos. Educação é que já seria exigir demais.
O custo do governo aumentou de novo! Neste governo, apenas duas coisas crescem com impressionante consistência: os impostos e os gastos públicos. A conta quem paga é o povo via mais impostos, juros mais elevados e inflação mais alta.
Encontro - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), se encontraram depois de uma fase de rompimento.
O encontro ocorreu na noite desta terça-feira (4) na casa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. Também estava presente o ministro do STF Cristiano Zanin.
Os dois foram os responsáveis pela articulação para que Lula e Alcolumbre se reunissem.
A informação foi publicada pela colunista Bela Megale, de "O Globo", e confirmada por interlocutores dos presentes.
Na manhã desta quarta (5), ao chegar ao Senado e ser questionado pelo g1 sobre como foi o encontro, Alcolumbre se limitou a dizer: "Segredo".
Veja mais no #g1.
#alcolumbre #lula #moraes #g1política