Luiz Fux pediu a devolução de seu próprio voto para “corrigir aspectos gramaticais”. À primeira vista, parece um gesto burocrático, quase trivial. Mas, no Supremo, nenhum movimento é inocente, muito menos quando o voto em questão é o único que absolveu Jair Bolsonaro.
Ao recuperar o texto, Fux trava, por consequência, a publicação do acórdão. E sem acórdão publicado, não há prazo recursal correndo. É o tempo que se dobra à vontade de quem sabe jogar xadrez jurídico com mãos de relojoeiro.
O efeito prático é inequívoco: o trânsito em julgado, antes previsto ainda para este ano, fica empurrado para 2026. E Bolsonaro, em vez de réu consolidado, permanece figura em disputa.
Chamem de revisão gramatical, se quiserem. Mas o que Fux fez, de fato, foi colocar uma vírgula no tempo, e cada vírgula, em política, pode mudar o sentido de uma história inteira.
May God bring comfort and peace to Charlie Kirk’s family in this difficult moment, and may his legacy inspire us all to stay strong and continue the important work he so passionately carried forward.
Para quem achou que tinha acabado, que o julgamento é uma “página virada” para o Brasil, o bolsonarismo não foi derrotado!
Vamos resgatar o Brasil!
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#AnistiaJá! #SomosTodosBolsonaro
As palavras da esposa e mãe Michelle Bolsonaro abrirão os corações mais omissos, alienados e desnorteados do Brasil. Não é um discurso político, é um discurso de uma mulher, mãe e esposa, que está sofrendo INJUSTAMENTE.
Senhor amado, hoje venho diante de Ti não com pressa, mas com o coração aberto, como quem se senta para conversar com um amigo querido. Tu és a minha alegria, és a abundância que preenche tudo o que sou. Nada fora de Ti pode me satisfazer, e é por isso que escolho entregar-Te minha gratidão.
Quero viver mergulhado na Tua graça, guiado pela Tua voz, lançando as redes na confiança de que és Tu quem conduz os meus passos. Quero semear sem medo, porque sei que os frutos que vêm de Ti são os melhores, mesmo quando ainda não os vejo. Faz de mim alguém obediente à Tua palavra, alguém que confia mesmo nas horas difíceis, porque até nelas está escondida a Tua semente.
Obrigado, Senhor, por me permitir viver debaixo da Tua graça. Eu descanso na certeza de que aquilo que não entendo e não controlo já está nas Tuas mãos, guardado pelas Tuas promessas. Cuida do meu coração, direciona meus pensamentos e deixa que cada sentimento meu seja moldado pelo Teu amor.
Eu sou Teu, e é nessa verdade que quero viver todos os meus dias.
Em nome de Jesus, Amém.
A matéria não é simples notícia. É um roteiro de bastidor que tenta enquadrar Bolsonaro como figura enfraquecida, reduzida a negociar a própria sobrevivência. A anistia, que deveria ser tratada como condição política, é mostrada como moeda de troca. Nesse jogo, Ciro Nogueira (ao lado de Valdemar, Rogério Marinho e partidos como PL, PP e União) aparece como tutor, como se tivesse poder para decidir quem herda a direita.
O chamado fator Marçal não tem a ver com ele hoje. É só a lembrança de 2024 em São Paulo, quando parte da base surpreendeu a cúpula e bagunçou a eleição. A imprensa usa esse episódio como aviso. Não porque Marçal seja risco real, mas porque serve de exemplo conveniente para pressionar Bolsonaro e reduzir sua margem de ação.
Tarcísio é retratado como a carta aceitável ao sistema, vendido como herdeiro natural. Mas a experiência brasileira mostra outra coisa: quando o sistema escolhe o nome, quem se complica é o povo. O discurso de pacificação e conciliação costuma significar apenas acordo de cúpula, divisão de poder e mais distância entre governo e sociedade.
No fim, a matéria não relata fatos, ela fabrica narrativa. Ao eleitor, insinua que Bolsonaro já passou e precisa aceitar o sucessor escolhido de cima. Ao sistema, manda o recado de que a base pode ser transferida como pacote pronto. Só que a realidade é outra: o único que quebrou esse ciclo foi Bolsonaro, eleito como antisistema. E hoje ele está em prisão domiciliar, com o risco concreto de ser jogado em uma cela.
According to Cambridge University Press and @CNNBrasil 14% of Latin Americans report that local criminal groups provide order or security, that’s 77–101 million people region-wide.
In Brazil, that share surges to 25% of the population, or 50–60 million people, who live under organized crime groups governance, the highest rate in Latin America.
But if you ask Alexandre de Moraes, the real threat isn’t drug factions running entire neighborhoods. No, the danger is a “violent abolition of the democratic rule of law” like posting memes, criticizing Moraes and @LulaOficial, or refusing to delete accounts in the U.S.
So while millions are literally governed by cartels in Brazil, the state’s full weight is deployed against bloggers, opposition politicians, and platforms.
Let’s get this straight @DeputySecState. If criminal gangs govern a quarter of Brazil, but we’re told democracy is safe because only Moraes dictates what we cannot say, who’s really running the show down there?
If democracy looks like this, maybe it isn’t endangered. Maybe… it is being replaced.
O presidente do Senado não é dono da Casa.
Se 41 senadores já assinaram o pedido de impeachment contra ministro do STF, existe maioria absoluta. E maioria absoluta tem PODER!
O regimento é claro: QUALQUER decisão do presidente pode ser recorrida ao plenário. Ou seja, se ele travar, os senadores podem forçar a votação.
E mais: com 41 votos, também é possível destituir o presidente do Senado. Não é prevaricação, é política!!!
Mas se ele insiste em agir contra a vontade da maioria, ele perde legitimidade para comandar.
O recado é simples: o poder não é da caneta de um só, o poder é da MAIORIA.
Basta coragem para usar as regras do jogo
- Tentei, até agora, ser a pessoa mais paciente possível diante desses chamados “governadores democráticos”. Mas os fatos, todos os dias, me provam que não há como levar nenhum desses sujeitos a sério.
- Enquanto Jair Bolsonaro está preso, doente e sendo lentamente assassinado a cada dia que passa, Clezão está morto, Silveira a beira do colapso, Filipe Martins torturado diariamente, milhares de presos políticos sangrando a alma na cadeia e os tais “direitistas” se calam. Não colocam, de forma espontânea, a destruição dos direitos humanos em pauta que transformam o Brasil numa Venezuela cristalinamente. Estão preocupados apenas com seus projetos pessoais e com o que o mercado manda.
- Isso é desumano, sujo, oportunista e canalha. Não existe outra forma de qualificar tais atitudes. Fingem que vão resolver algo, falam em indulto para os perseguidos da falsa “trama golpista”, mas depois se escondem atrás da “prudência e sofisticação técnica”, lavam as mãos e seguem seus governos como se nada tivesse acontecido. Alegam ter feito sua parte, mas não passam de cúmplices covardes.
- A verdade é dura: todos vocês se comportam como ratos, sacrificam o povo pelo poder e não são em nada diferentes dos petistas que dizem combater. Limitam-se a gritar “fora PT”, mas não entregam liderança, não representam o coração do povo. Querem apenas herdar o espólio de Bolsonaro, se encostando nele de forma vergonhosa e patética.
- Isso é pueril, desumano e de uma falta de caráter indescritível. Não há como não sentir indignação diante desses sujeitos.
- Este é o desabafo de um brasileiro que sente vergonha daquilo que vocês tentam representar.
Sobre o vídeo do Felca e a regulamentação da redes:
Se as leis atuais não fossem o suficiente, os vídeos de exploração de menores continuavam no ar.
E se leis resolvessem algo no Brasil, Antônia Fontenelle não seria condenada por ter denunciado os vídeos.
Tudo isso é para distrair o fracasso do governo e regular as redes para o povo continuar não percebendo o fracasso…