I was obsessed. I spent 80% of my time talking about Caroline Polachek, and in the other 20% I was hoping someone would talk about it so I could talk some more.
@bastardinhorev Eu particularmente não trabalho com uma teoria ou outra. Acho que elas tem enfoques diferentes e vão ser importantes de acordo com aquilo que você quer discutir/trabalhar.
@bastardinhorev Eu acho que a proposta não é ser aprofundada mesmo… Essa teoria é um modelo epidemiológico. Não tem como observar o indivíduo em profundidade porque é justamente um apanhado estatístico de determinantes comuns da saúde mental de pessoas LGBT. Dentre os modelos de determinação +
@bastardinhorev social da saúde, eu acho esse interessante justamente por conta dos estressores proximais, que focam nas formas de “coping”. Daí a possibilidade de articular com a clínica e também de produzir modelos de atenção para essa população. A TCC tem produzido mto nesse sentido. +
@bastardinhorev Já por outro lado, as teorias que conheço focam mto no social e cultural. Fica mais complicado de trazer isso para a prática clínica. Teoria das representações sociais, estudos de gênero, teoria queer, decolonialidade… Todas focam no macro, o que tem muito valor, mas é diferente
@bastardinhorev O que eu acho interessante nessa teoria é que ela faz uma ponte entre o social e o intrapsíquico. Os estressores proximais podem ser articulados com diversos conceitos de varias abordagens da clínica… Desde psicanalise, passando pelas humanistas e até TCC.
@pavinatowill 4k contando com transporte até lá e hospedagem ou sem isso?
Pq se for 4k só para alimentação, uber e compras, vc vai ter que comer em restaurantes renomados e comprar coisas caras.
aproveitando o tópico pra divulgar o trabalho de @masinapinheiro que também é artista e tem uma série linda sobre a voz Igbt e todos os processos de violência que vivemos por causa dela. um primor, assistam: https://t.co/7jp7XfxYpE
@Pedroribeirogtb@DanPimpao preparo técnico e falta de qualidade na terapia pessoal do próprio psicoterapeuta. Além de tudo isso, para a área da sexologia pode ainda contribuir para desinformação, uma vez que muitas pessoas confundem psicólogos(as) sexólogo com massagista, garoto(a) de programa, etc.
@Pedroribeirogtb@DanPimpao na qualidade da relação terapêutica. Já é complicado quando o psicoterapeuta não se sexualiza, já existe paciente que assedia, que se apaixona, que confunde,… Agora imagina quando o psicoterapeuta ativamente promove a própria erotização/sexualização? Péssimo. Demonstra falta de+