—— Por que não consegue dizer o maldito nome dele, mhm? Você sabe muito bem! Seu amigo morreu por culpa do seu ego fraco que não te permite fazer o que tem que ser feito. E é por isso que estou aqui.
Frank deu um riso baixo como reação ao soco que recebeu, cuspindo o sangue que estava em sua boca, limpando-a com as costas da mão. Passou as mãos pelos cabelos, bufando pela forma da qual ele se desculpava e insistia em toda aquela melancolia.
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ᅟMatthew reagiu antes mesmo que pudesse considerar suas ações e acertou um soco no queixo de Frank.
ᅟ Foi um reflexo impensado e ele deu um passo para trás, em choque consigo mesmo.
ᅟ❝Que droga, Frank! Me desculpa, eu não quis fazer isso, eu não--❞↷
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Para Castle, o mundo era tão mais preto no branco, mais simples.
—— Pedir desculpas? Essa foi a coisa mais honesta que já vi você fazer!
Retrucou, caminhando até a bancada que estavam suas armas novamente, carregando-as. Estava pronto para sair.
— Eu respeito você, garoto. Acho nobre que veio até aqui...
Com toda calma do mundo, puxou uma granada de concussão do bolso traseiro do colete tático.
— Mas meus problemas não são da sua conta!
Puxando o pino, ele lançou a granada na direção do Aranha.
— Humpf....
O Justiceiro negou com a cabeça enquanto se levantava. Seu corpo estava coberto de sangue, a caveira no peito totalmente manchada. Nenhuma gota pertencia a ele. Recarregou o fuzil que carregava nas mãos, erguendo o olhar para fitar o herói.
— Aquele filho da puta do Mercenário, não é?! Eu sei que foi ele. Quem vai ser o próximo até que você tenha coragem de dar o próximo passo? Karen?
Castle cruzou os braços, esperando por uma resposta.
— Eu estou bem aqui, cara. Não vou fugir. Faça o que bem entender!
Quando ouviu sobre guerra, foi como se um gatilho fosse ativado em sua cabeça. Frank se levantou, empurrou a carreira atrás de si e avançou contra o advogado. Segurou o homem pelo colarinho e o encarou. — Você não sabe merda nenhuma sobre guerra,
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ᅟMatt soltou um som de frustração, esfregando as mãos pelo rosto. Falar com Frank Castle era como bater um papo com uma parede, com a exceção de que paredes ao menos se moviam com alguma pressão.
ᅟ❝Eu não sou o cara que sai por aí de rosto exposto e uma caveira no-↷
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Red. Você não serviu esse país! — e então, com a mesma força que o segurou, ele empurrou o vigilante.
— Quer falar sobre exemplo? Ótimo! Me diga então sobre o que houve com seu amigo. Qual era o nome dele mesmo? — ele mexeu no vespeiro, tocou na ferida. Sabia onde ia chegar.