É sempre foda constatar como a alma do maior evento da face da Terra está diretamente ligada ao imaginário do que é o Brasil e o futebol brasileiro. Ronaldo's abrem, Pelé fecha.
(E que falta faz a gente estar lá, em campo, pra construir novas histórias)
Quando Neymar entrou no lugar de Rayan, estava 0-0. O placar final tem relação com essa infeliz substituição feita por Carlo Ancelotti - não foi a única. O Brasil deixou de competir, de pressionar. O jogo passou a acontecer no seu campo. Talvez, a estratégia fosse contra-atacar com Neymar lançando Vinícius. Não funcionou. Era bastante previsível que não funcionasse. Mal funciona no Brasileirão. O cartão amarelo e a ridícula comemoração do gol de um pênalti mal marcado selam o choque de realidade em quem viveu de ilusão por semanas a fio.
Si Vinicius desobedece órdenes del entrenador por orgullo, se le critica.
Si Vinicius obedece órdenes del entrenador por encima de su orgullo, se le critica.
Da igual lo que haga. No es el qué, sino el quién. Es el nuevo villano del fútbol.