O Vila Nova é líder com 28 pontos em 14 jogos tendo um peladeiro, um semi-profissional, um idoso e uma criança com a moleira parcialmente aberta como defensores.
Ugly Football do Gordão. Que se foda.
Minha seleção da 1ª rodada da Copa do Mundo:
🇸🇦 Al-Ouais; 🇩🇪 Kimmich, 🇨🇻 Diney Borges, 🇩🇪 Schlotterbeck e 🇩🇪 Nathaniel Brown; 🇲🇦 Bouaddi, 🇸🇪 Ayari e 🇦🇷 Enzo Fernández; 🇫🇷 Mbappé, 🇦🇷 Messi e 🇸🇪 Isak.
Menção para 🏴Kane, 🇺🇸Balogun, 🇫🇷Olise, 🇨🇴Diaz, 🇳🇴Haaland e 🇰🇷Lee Kang-In.
O hino da Colômbia é um dos mais lindos do mundo. Inevitável não remeter à loucura que foi subir atrasado os túneis do Mane Garrincha com o meu pai no jogo de 2014, ouvindo o frisson do hino cantado por 60.000 colombianos.
Minha segunda seleção toda a vida.
Really good analysis from Henry. This is the Ronaldo issue right now.
He's playing as a 9, but he's never been a 9 and he's not acting as a 9. Not giving Portugal those traits and it hurt them today.
@calvosoo Um total wishful thinking meu aí acima. Finalização do Islam (eu vou no Triângulo de mão que ele encaixa em todos os BJJ Black Belt) no 3° round é a call mesmo.
Mas se der zebra, seria muito bom.
Há uns anos vi a Argentina trocar cinco passes curtos junto à linha, talvez contra a Croácia, talvez contra a Holanda ou até antes, e tive a sensação estranha de reconhecer uma coisa que o futebol moderno se tinha esforçado por nos convencer que já não existia. A bola não avançava ainda. Ficava ali, presa a dois ou três corpos, num pequeno atraso deliberado, como se recusasse a obrigação contemporânea de se tornar logo progressão, métrica, vantagem territorial.
É a Argentina de Menotti, da Scaloneta, de Aimar e Manna, de Messi, do toco y me voy, da pausa, do corta-luz. É a magia do enganche e dos criativos contra o império da força, da velocidade, dos dados e da optimização. O húngaro @Jozsef_Bozsik
chamou-lhe, com razão, “a última equipa de futebol”, numa era em que, como nos profetiza, evocando Mark Fisher, o bom velho @stirling_j , parece ser mais fácil imaginar o fim do mundo do que o fim do sistema posicional.
A globalização futebolística operou uma arrepiante desterritorialização do modelo de jogo, desde a academia até ao campo. Neste Mundial isso está evidente. Todos parecem ter aprendido a falar com o mesmo sotaque neutro: a mesma educação da jogada, a mesma saída a três, o mesmo duplo pivô, os mesmos extremos fixos, os mesmos laterais por dentro, as mesmas zonas ocupadas com zelo, os mesmos mapas, os mesmos relatórios. Sentamo-nos à frente da televisão e vemos a mesma gramática limpa e abstracta aplicada a corpos, histórias e culturas diferentes, com a bola a passar por estações previstas e o jogador a cumprir, muito direitinho, a pequena liturgia da posição.
A Argentina promoveu um retorno às suas raízes, a um modo de jogo que começa no potrero, no bairro, na cumplicidade dos jogadores que aprendem a reconhecer-se antes de obedecerem ao desenho. E fê-lo sem fingir que o presente não existe: a análise, o vídeo e a preparação estão lá, mas não chegam para confiscar o instante. O jogador aproxima-se, espera, toca e oferece-se, infere o tempo do outro antes de consentir a ordem do campo. A bola deixa de ser apenas uma circulação temporizada entre espaços para voltar a tornar-se numa conversa entre jogadores.
Há então um nostos rumo a um entendimento histórico e sociocultural da bola, relocalizando as relações afectivas entre os jogadores no seu devido contexto. A equipa não aparece como soma de funções, mas como comunidade de gestos, memórias e cumplicidades. Uma forma de jogar que ainda reconhece o improviso, a pausa, a hesitação, a parede, a diagonal e o encontro como parte essencial do jogo.
O tempo canonizou o atleta impecável; convém aqui distinguir o milagre da ginástica. Há uma santidade de ginásio, vontade e penitência que encanta multidões e vende mais suplementos. Mede-se a fome, vigia-se o sono, educa-se o músculo, corrige-se a alma ao espelho e entra-se em campo com a compostura de quem vai disputar um Mister Olympia contra Ronnie Coleman. Bonito, edificante, exemplar. Uma monotonia com jejum intermitente.
O futebol começa noutro sítio, longe da perfeição: no instante em que a bola descobre um corpo mais disponível ao assombro. O jogador torna-se protagonista e vemos que joga, como nas palavras do grande Eduardo Galeano, “pelo puro prazer do corpo que se lança na proibida aventura da liberdade”.
E sim, Messi é levado ao colo. Por Deus.
32 anos da Torcida Esquadrão Vilanovense. Parabéns à maior do Centro-Oeste! 🃏🇦🇹
No OBA, no Serra, fora de casa, em qualquer lugar… a Esquadrão sempre faz a diferença, vivendo o Vila, empurrando o Tigrão e fazendo parte da nossa identidade.
#TEV1994
Já defendi a ideia em várias mesas de bar: enquanto o Messi não parar, qualquer prêmio individual de melhor do mundo não tem sentido de existir. Ele continua sendo o melhor até quando quiser jogar.
Incomparável.
Dá um ressentimento em ver a buena onda que é pros argentinos jogar pela Seleção. A Brasileira parece que está o tempo todo carregando uma massa de concreto de 500kg em qualquer jogo.
Os caras estão tendo um prazer absoluto em bater essa bola com os amigos na seleção.
O grande desafio é conectar os melhores no seu "melhor" com maior desempenho coletivo possível. Melhor um time "assimétrico" potencializado do que um time "simétrico" previsível, com pouca capacidade de alternar ritmo e, fundamentalmente, que VENÇA DUELOS pela bola e pelo espaço.
Na Copa, a individualidade gera mais impacto que no futebol de clubes. A metodologia de treino tem pouquíssima influência e conexões muito elaboradas construídas são quase que impossíveis. Elas devem existir pelas relações criadas entre os jogadores. (+)
URGENTE:
Ancelotti disse a Endrick que ele será TITULAR contra o Haiti.
Com isso, o trio de ataque do Brasil deve ser formado por Vini Jr, Raphinha e Ancelotti.