Achei rude e desnecessário marcar a Manuela D'Ávila nisso aqui. Comparar a verba de uma candidatura proporcional com uma de candidatura majoritária é distorcer a realidade
Nunca uma candidatura à Câmara terá uma verba maior ou igual à de uma candidatura ao senado
cara to chorando que minha amiga ta de olho num menino que pega onibus no mesmo horario que ela ja tem mais de uma semana ai hoje ela viu que ele curtiu um post do gordaodosavioes foi atras viu like por like e achou o instagram dele ela é minha idola
Hoje desembarquei em Pequim, capital da China.
O sol nascia no domingo em Porto Alegre e eu chegava aqui, após 26h de viagem. Agora, vocês encerram o domingo e eu inicio a minha jornada do outro lado do mundo.
Difícil sintetizar em palavras o que sinto…
Sim, olha onde a gente chegou, nesse país de tradições milenares, que há quase 80 anos fez uma revolução anticolonial e socialista, e hoje é o polo dinâmico e inovador do mundo contemporâneo.
A emoção é equivalente a responsabilidade coletiva e o empenho que tive nos últimos meses.
Foram semanas acordando antes do sol nascer, em silêncio, me preparando para essa viagem. Uma tarefa a mais na minha rotina, que fiz com muito prazer, pois não poderia perder essa oportunidade.
Vim a convite do governo chinês, a partir da articulação entre o Consulado Geral para o SP & Sul do Brasil e a Frente Parlamentar RS-China, presidida pelo Dep Jeferson Fernandes, que me acompanha nessa missão.
Nos próximos 10 dias, vamos participar do curso “governança e administração pública do socialismo com características chinesas”, no Centro de Cooperação Internacional da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma.
Vou ter uma jornada diária de 8 horas de estudo sobre a história, a situação atual da China e as diretrizes da modernização e do planejamento do país. Também vamos conhecer grandes centros de infraestrutura, tecnologia e indústria em Shanghai e Cixi.
Vai ser uma experiência política e intelectual intensa e enriquecedora para a construção de soluções aos problemas urgentes do Rio Grande do Sul e do Brasil e o fortalecimento dos vínculos com os chineses.
Por isso, nos próximos dias, vou compartilhar o máximo que puder com vocês. Afinal, só estou aqui por tudo que nós construímos juntos nos últimos anos. Acompanhem!
sinto q preciso de uns 2 dias c o mínimo de contato c pessoas q n sao meus amigos p recuperar meu carisma depois de 3 dias sendo o mais gentil possível
🇧🇷 Com uma bíblia na mão, deputado Pastor Sargento Isidório (Avante-BA) celebra o fim da escala 6x1 e comemora que os trabalhadores poderão ter mais tempo para “fazer seu sexo em paz e com mais tranquilidade”.
De forma genuína e obstinada, Rick Azevedo ajudou a mudar a história do Brasil.
Quem diria que um vídeo viral de um balconista de farmácia - esgotado e revoltado - aos poucos inflamaria a sociedade pelo fim da 6x1?
Rick era um jovem de Tocantins na beleza e no caos do RJ.
Se a sociedade o desacreditava e o via apenas como mais um, ele acreditava no que há de mais poderoso: o encontro entre o sonho de prosperidade individual e a identificação da sua realidade com a de seus milhões de pares.
Vendeu sacolé, ralou na beira da praia, trabalhou em casa de família rica, entrou na faculdade, saiu da faculdade, se deprimiu, respirou fundo, deu a volta por cima…
Essa história é comum a tanta gente? É a história de uma geração inteira.
Eis que surge a luta coletiva e o chamado à rebelião contra a superexploração.
Sim, há décadas a esquerda brasileira falava em reduzir a jornada de trabalho, mas falava pra quem?
Rick acertou o alvo e também o método. E vejam, sempre afirmando o que era: classe trabalhadora.
Foi nas redes sociais, na palma da mão e na fixação da atenção, que o Movimento Vida Além do Trabalho floresceu.
Tudo que é meio de luta foi utilizado: panfletagens, atos públicos, paralisações, greves, a articulação parlamentar que proporcionou o encontro com Erika Hilton e o PSOL.
Mas o constrangimento dos políticos e a avalanche digital é que fez o jogo virar. Um novo repertório deve ser descrito no histórico de luta popular a partir dessa experiência.
A opinião pública foi ganha, milhões de curtidas fizeram a diferença, milhares de vídeos, trends e memes explicativos educaram o povo.
As redes sociais são essencialmente o terreno do inimigo, sabemos quem controla o algoritmo. Porém, até aí achamos brechas e agimos sobre as contradições.
O neoliberalismo foi encurralado, a mídia tradicional entrou em choque e a extrema-direita ficou sem argumento.
Mas também existiu constrangimento na esquerda, acomodada com o “possível” na lógica dos acordos de Brasília.
Ousamos. Voltamos a nos conectar com a maioria do povo e a ser um instrumento útil para a classe que queremos representar.
Muitas opinões mudaram até Lula levantar essa bandeira, em maio de 2025, quando a luta mudou de patamar. De lá cá, a história nós já sabemos!
Alguns tentarão ocupar o espaço e roubar a cena. Mas nada teria ocorrido sem o ato inicial: Rick, Erika e o VAT foram a fagulha!
Agora chegou a melhor parte: vamos desfazer a mentira de quem chantageou o povo com a ameaça da quebra generalizada da economia.
A melhor oportunidade de desmoralizar a extrema-direita chegou.
Assim, a chama seguirá acesa e vai ajudar a incendiar o Brasil por novas vitórias pela qualidade de vida do povo trabalhador.
O caminho está aberto! Obrigado, irmão!