O amor tem haver com o que você consegue dar aos outros quando você já se sente completo apenas com a própria presença. Algumas despedidas não são trágicas, são libertações.
Cada um sabe como cuidar de sua dor. Se alguém escolhe viajar após uma perda, não me cabe o direito de julgar. Como dizia Paulinho da Viola, “se ela me deixou a dor, é minha só, não é de mais ninguém.”
Às vezes, bate um frio na barriga inesperado, né? Como se, de repente, um alarme soasse na cabeça da gente gritando – e caso não dê certo? – mas tento focar em uma única coisa: estou fazendo o meu melhor. Espero que isso baste. Afinal, é tudo que posso fazer.