Ótima fala de uma especialista. Base no Brasil funciona como açougue. Corta e vende. E todo mundo sonha que esses garotos são gênios, incluindo as torcidas. Só descobrir o nome de menino tem 16 anos que torcedor mala já começa: "Bota no profissional!", "Esse vale €50 milhões!".
Por mim, categoria de base nem deveria ter jogos transmitidos e ter informações bem restritas justamente para evitar esse tipo de maluquice que só atrapalha.