quem for da igreja católica me acende uma vela quem for da evangélica me faz uma oração quem for da macumba faz um trabalho quem for espírita me coloca na mesa branca quem for do budismo me faz uma meditacao quem for
Eu acho engraçado ler coisas que escrevi anos atrás. Apagaria todas se nn fossem mais de 900 posts e eu uma mulher já sem tempo, as vezes volto a escrever, acho que é como um grito lá do fundo da minha alma transbordando em letras que muitas vezes não fazem sentido
Mesmo com o passar dos anos, o vazio ainda persiste, os 20 anos já bate na porta. Talvez crescer cedo demais e aprender tanta coisa pela dor me fez mais forte, mas como explicar para mim mesma isso?
Quando eu era pequena eu almejava muitas das coisas que tenho hoje. Minha casinha, minhas coisinhas, meu próprio dinheiro, minha paz. Aprender a confiar em Deus foi a melhor decisão que tomei em minha vida.
Minha felicidade tem olhos castanhos, um sorriso apaixonante, piadas totalmente sem graça, opiniões totalmente questionáveis, a mania de me fazer rir em momentos totalmente adversos.
Minha felicidade faz eu me sentir doidinha, me faz dar uma freiada, logo eu, que vivo com pressa.
A minha falha literária (ou talvez acerto) é ter do teu lado uma sequencia de reações bioquímicas e estar ausenta da tristeza, nem a biologia e nem a filosofia é capaz de explicar o quão esse sentimento libera tanta seretonina no meu corpo
"como você define a felicidade?" professor Eduardo fala que é uma sequência de reações bioquímicas, professor Luiz diz que é a ausência da tristeza, outros a qual perguntei dizem que é um sentimento.
Era pra ser mais um romance mas nós dois faz drama, antes da parte do pornô que a gente faz na cama.... o mais sinistro é que tu sabe que eles me quer, eu sei que elas te quer, mas nós dois só se quer....
quem sabe no auge dos nossos 35 anos fizemos um check-in na Grécia ou visitamos Veneza (antes de afundar). Até o amor chegar ao fim, ainda temos tanto tempo, meu amor...
"O que o amor vira quando chega ao fim?", na verdade eu não sei, porque eu ainda estou aqui. Mas será mesmo que chega ao fim? O que não garante que daqui há 7 anos estaremos turistando mundo a fora,
Por vezes odeio ser eu, mas por vezes amo ser eu também, o mosaico que me transformei por vezes é legal de se admirar.
"qual a definição de felicidade?"
eu gosto de dançar na chuva e gosto do sentimento de amar
Por vezes odeio ser eu,
Odeio demonstrar o que sinto,
Odeio ser intensa,
Odeio me sentir feliz por coisas pequenas.
Por vezes odeio ser eu,
Odeio me permitir amar,
Odeio encontrar um lado positivo em tudo,
Odeio chorar em modo mudo.
Faz dias que chovem quando estou voltando para casa, faz dias que não abro o guarda chuva, faz dias que danço na chuva e choro em cada troca de verso.
Seria eu uma falha literária?
Será que um dia me engasgarei com todos esses versos?
Será que essas danças terão fim?