Tip para ir al estadio a los nuevos chivahermanos
En el estadio se alienta al equipo por medio de cánticos que hace la barra (“porra”), apréndanselos antes de ir, hay muchos, pero este que les dejo aquí es el más importante, lo canta todo el estadio.
#army#swifties#kpopers
The sheer audacity to mock his pronunciation when he is actively working to better himself and learn new languages is staggering. Artistic growth takes actual effort. I suppose it’s just easier for you to remain stagnant behind a screen.
Yesterday, Venezuela was hit by two powerful earthquakes measuring 7.0 and 7.5 in magnitude. Authorities report that around 100,000 people may have died, while many others remain missing. Multiple buildings have collapsed, causing widespread devastation.
Donate to the emergency relief fund: https://t.co/S7qHggms3q
Jongho nos ha contado varias veces que siente que solo sirve para las notas altas, cosa TERRIBLE porque este hombre tiene un rango vocal INMENSO, cómo no vas a utilizar a un cantante versátil que siempre rompe expectativas???
Nada de esto tiene ni pies ni cabeza
A @kqent precisa compreender, com urgência, que utilizar uma cultura como inspiração vai muito além de uma estratégia de marketing. Quando uma empresa escolhe promover um projeto afirmando que ele foi inspirado em determinada cultura, ela assume a responsabilidade de representá-la com respeito, pesquisa e coerência.
Durante toda a divulgação, não apenas a KQ Entertainment, mas também os próprios membros e a imprensa promoveram BAD como uma música inspirada no funk brasileiro ou com um "toque de Brasil". No entanto, o resultado entregue foi superficial. Além de alguns cartazes em português compondo o cenário, praticamente não há elementos que representem essa inspiração de forma significativa. Não existem participação de produtores brasileiros em sua criação, colaboração com artistas brasileiros ou qualquer iniciativa que demonstre um interesse genuíno pela cultura utilizada como conceito para promover esse lançamento.
A América Latina é formada por dezenas de países, culturas e tradições distintas. Representá-la exige responsabilidade. Quando referências culturais são utilizadas apenas de maneira superficial, sem contexto ou profundidade, a mensagem transmitida é clara: aquela cultura serviu apenas como ferramenta para tornar um conceito comercialmente mais atraente.
Essa falta de consideração também ficou evidente no projeto do BAD BOOK. Se o objetivo era aproximar essa era dos fãs ao redor do mundo, é difícil compreender por que a América do Sul foi completamente ignorada. O Brasil, justamente o país apontado como uma das inspirações para BAD, sequer recebeu o livro.
Em oito anos de carreira, o Brasil recebeu apenas quatro eventos oficiais: um show da turnê, em 2023, uma revista, e duas exibições oficiais nos cinemas. Enquanto isso, outros mercados acumulam diversas paradas de turnês, pop-up stores, cafés temáticos, eventos promocionais, exposições e inúmeras experiências exclusivas. A diferença de investimento, planejamento e atenção é evidente.
Durante GOLDEN HOUR : Part.4, o continente obteve a oportunidade de adquirir, pela primeira vez, uma versão exclusiva do álbum. No entanto, em GOLDEN HOUR : Part.5, justamente a era promovida como inspirada na cultura latina, essa oportunidade deixou de existir.
Diante desse histórico, é inevitável que muitos ATINYs sintam que a nossa cultura foi valorizada apenas enquanto agregava valor à narrativa do álbum, mas deixou de ter importância quando chegou o momento de incluir o país e o continente nas ações oficiais da empresa.
Os fãs brasileiros e latino-americanos sempre demonstraram seu compromisso com o ATEEZ. Organizam projetos, compram álbuns, realizam streams, divulgam o grupo diariamente e transformam cada oportunidade em uma demonstração de apoio. O mínimo que esperam em troca é respeito, reciprocidade e uma representação que vá além da superfície.
Além disso, esse sentimento de frustração não se limita à forma como determinados mercados são tratados. A própria gestão dos artistas frequentemente gera questionamentos entre os fãs. Casos como o do Jongho e do Yeosang, por exemplo, alimentam a percepção de uma empresa que falha em oferecer oportunidades equilibradas para todos os integrantes. Há anos o fandom precisa cobrar repetidamente por atividades, promoções e maior valorização de alguns membros, sem que mudanças significativas aconteçam. Isso reforça a imagem de uma gestão inconsistente, que muitas vezes não corresponde ao potencial dos próprios artistas.
+
Siento que atiny latam es tan amable que se va a tragar BAD igual, pero esto no fue ni representativo ni mucho menos un guiño a los fans de este lado del mundo
Usar "ser latino" como concepto no está bien, hay una linea entre querer compartir algo y apropiartelo sin entenderlo
siento que si fuera solo una o dos veces la gente genuinamente no se hubiera molestado pero esta es su canción numero 28493749383 con este tipo de sonido, y siguen sin siquiera darle una popup decente a Sudamérica. sin mencionar el incidente del estadio en brasil
bueee yo los amo y han sido mis ults desde el 2018, pero no va a hacer que no los critique idk imo no puedes lucrar de una cultura y sonido tan seguido yno tratar a tus fans de dicho lado del mundo, es lit aplicar la “me caes bien, pero solo de lejos” y esperar que no se molesten
pero esto si tiene un buen piso de donde sacar conversación. si vas a lucrar con la imagen y sonido de otros países, lo minimo que puedes hacer es reconocer a las personas a quienes les estás “pidiendo prestado” su sonido y estética. no hay mucha ciencia.