@FabioGBMachado@__amandanc Ou seja: Estamos no fundo do poço, sem perspectiva de sair da lama.
Esse ser tinha que ser expulso, junto com todos os citados.
E se fosse possível, todos deveriam ser destituídos, mesmo com o clube arrebentado, continuam sugando o que resta. Cansa! Desanima!
@SaoPauloFC O Crespo foi demitido por falar verdades.
A verdade deveria servir pra tomarem vergonha na cara e arrumar o clube, mas não, o ego ferido não deixou.
Preferiram demitir o único coerente e lúcido, pra trazer uma marionete que tivesse o mesmo discurso falso.
Tá aí o resultado 🤡
“Eles não vão considerar isso como opinião.”
Um cidadão, dentro da própria casa, exibe uma faixa genérica. Sem nome. Sem ameaça. Só uma palavra: “LADRÃO”.
A resposta?
“Nosso superior vai vir para impor.”
É assim que começa:
primeiro dizem que é “orientação”…
depois deixam claro que é imposição.
O mais grave não é a faixa.
É o recado da Gestapo do regime instalado no Brasil.
A ditadura iraniana, que no começo do ano matou mais de 30 mil iranianos que protestavam contra o regime, agradeceu a TV Globo por fazer reportagens no Irã.
Merval Pereira admite que defendeu o inquérito das Fake News, mesmo repleto de abusos, porque entendia ser o correto. Foi a famosa ladainha de que estavam defendendo a democracia. Agora, ele diz que o STF ameaça a democracia. Esses jornalistas ajudaram a alimentar este monstro.
O São Paulo FC lamenta, com pesar, o falecimento de Oscar Schmidt, ídolo do esporte brasileiro.
Principal nome da história do basquete nacional, Oscar defendeu o Brasil em cinco Olimpíadas - se tornando o maior pontuador da competição - e conquistou a medalha de bronze no Mundial de 1978 e de ouro no Pan-Americano de 1987.
O clube se solidariza com a família, amigos e fãs neste momento de dor.
A máxima continua verdadeira: não existe petista grátis. Alguém sempre paga essa conta, seja com imposto, inflação ou desemprego.
Detalhe: nunca ninguém será investigado porque, para o STF/TSE, esse pessoal está sempre “defendendo a democracia”.
A Lei Felca tem o potencial de ser, para as novas gerações, o desastre que a Lei da Reserva de Informática foi para a minha geração.
A lei criou obrigações legais e técnicas que vão inviabilizar, ou encarecer muito, a oferta de serviços de tecnologia e internet no Brasil.
A lei - uma colaboração entre a “direita progressista” e a extrema-esquerda - obriga as empresas de tecnologia a monitorar os cidadãos. O Estado, de posse dessas informações, poderá, então, descer sobre dissidentes a mesma mão pesada que condenou Débora dos Santos e Léo Lins.
A lei é uma tragédia, uma vergonha legislativa produzida por parlamentares que não entendem as consequências do que aprovam porque legislam sobre o que não entendem. Esse é o mesmo Congresso que aprovou o Cadastro Nacional de Pets.
A lei inverte a finalidade da Agência Nacional de Proteção de Dados. Ao invés de proteger a privacidade dos cidadãos, ela obrigará as empresas a coletar dados sobre eles - exatamente como no livro 1984, no qual o Ministério da Paz cuidava da guerra, o Ministério da Verdade era encarregado da mentira e o Ministério do Amor aplicava tortura.
Será que nenhum parlamentar leu a lei? Se leram, será que não entenderam? Se entenderam, como aprovaram?
Ao exigir identificação obrigatória de usuários das redes, a lei Felca destrói um dos fundamentos da internet: a liberdade de acessar informações sem autorização e intermediação do Estado.
O desastre é certo. A não ser que o Congresso desperte e revogue o lixo que criou.