🚨 Já que vocês gostam de fofoca, trago uma jurídica 🚨
Antes de ontem o Visor recebeu a primeira notificação extrajudicial da CloudWalk, a mesma empresa da InfinitePay e do Pierre, aquele do gato preto e um dos nossos concorrentes mais conhecidos.
A primeira coisa que me veio à cabeça foi a Apple.
Em 1989, a Apple Corps, gravadora dos Beatles, processou a Apple por usar a marca em produtos com som.
Um dos engenheiros batizou um alerta do Mac de “Sosumi” e disse que era japonês - lido em voz alta soava “so sue me” - que se mantém no mac até hoje.
No nosso caso, o motivo da notificação foi a página “Visor vs Pierre”.
A CloudWalk nos exigiu tirar a página do ar em 24 horas e nunca mais comparar o Visor com o Pierre.
Se a gente não removesse, eles levariam ao CONAR e à Justiça.
A notificação apontou três pontos:
“Independente de banco ou fintech: Pierre = não, da CloudWalk.”
Segundo eles, isso induz o consumidor a erro.
O interessante é que a própria notificação diz que a CloudWalk é “titular e responsável pelo aplicativo e marca Pierre”, e os termos de uso do Pierre pedem autorização para compartilhar os seus dados do Open Finance com as empresas do grupo CloudWalk, inclusive para oferecer novos produtos (cláusula 11.2), e para consultar o seu histórico no SCR do Banco Central para análise de crédito (cláusula 18.1).
O Visor recebe apenas pela sua assinatura. Não vendemos nem repassamos seus dados para bancos ou anunciantes.
O status “Parcial”, segundo eles, “sem critério objetivo”.
O critério era simples: a projeção de saldo do Visor considera contas fixas, parcelas, assinaturas, recebimentos recorrentes e alocações em metas.
Quando um app não considera todos esses itens, a gente coloca “Parcial”.
Agora isso está escrito, com data de comparação, abaixo da tabela.
“Só no plano R$ 200” para o servidor MCP.
Quando publicamos a página, o MCP do Pierre só estava no plano Premium (R$ 199/mês). No Visor, o MCP está em todos os planos.
Depois da nossa página, o Pierre passou a oferecer o MCP também no plano Pro.
Com a grande inspiração que tenho da Apple, consultei o @lucasmourao_, nosso advogado, para ver como poderíamos responder à altura, e ele bolou uma contranotificação:
[…]
“Chega a ser curioso que a Notificante considere potencialmente enganoso o ato de informarmos aos consumidores a sua exata e verdadeira filiação corporativa.”
[…]
“O descritivo não é subjetivo, mas sim a nomenclatura mais branda e comercial que encontramos para traduzir as reais limitações sistêmicas do Pierre.”
[…]
Nosso foco no Visor é ser o máximo transparente com o usuário final.
Agora, a nova tabela destaca ainda mais a filiação do Pierre com a CloudWalk, com total transparência da fonte dos dados (abaixo da tabela, dos próprios termos de uso deles), e metodologia das linhas.
Publicidade comparativa é permitida no Brasil, desde que seja objetiva e comprovável.
Apenas a linha do MCP precisou ser ajustada porque havia ficado desatualizada, algo que resolveríamos com um simples aviso amigável.
A comparação está no ar novamente, e a escolha continua sendo sua.
Somos um time pequeno, mas não abaixaremos a cabeça para grandes corporações.
Estamos dentro da lei.
Há meses venho aperfeiçoando algo muito especial para o Maestri. Acho que finalmente está à altura de chegar até vocês.
Uma grande atualização do @maestriapp chega amanhã.
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@caspian_1016@helmor_ai I’m running a local Ollama instance with Kimi K2.6 and would like to integrate it into Helmor as a custom/local provider endpoint. The goal is to route some workloads to my local model and use Codex only when needed. Is that something Helmor supports?